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	<title>Educação Ambiental - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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	<description>Licenciamento Ambiental: mais de  25 anos na área ambiental</description>
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		<title>Empoderamento Feminino e a Natureza: uma nova história!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:03:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E finalmente chegamos no momento em que o empoderamento feminino e a Mãe Natureza não serão mais caladas. A partir de agora nada os para. Estamos vivendo um momento onde a pauta do feminino, do seu papel e, principalmente, da sua proteção, é protagonista em diversas partes do mundo. E isso é incrível. Uma verdadeira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_225" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="225" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="337" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/coruja_sabedoria_intuicao.jpg" alt="Natureza e feminino" class="wp-image-226" style="width:302px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/coruja_sabedoria_intuicao.jpg 600w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/coruja_sabedoria_intuicao-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption">Natureza e feminino</figcaption></figure>
</div>


<p>E finalmente chegamos no momento em que o empoderamento feminino e a Mãe Natureza não serão mais caladas. A partir de agora nada os para.</p>



<p>Estamos vivendo um momento onde a pauta do feminino, do seu papel e, principalmente, da sua proteção, é protagonista em diversas partes do mundo. E isso é incrível. Uma verdadeira virada de chave e o início da construção de uma nova história e uma nova sociedade.</p>



<p>De acordo com Harari (2015) as histórias são a base para nossa organização social, visto que constrói e comunica crenças em comum e, “<em>a maneira como as pessoas cooperam pode ser alterada modificando-se os mitos &#8211; contando-se histórias diferentes</em>” (Harari, 2015, p. 41).</p>



<p>O que estamos vivendo atualmente é o começo de uma nova história. E esse manifesto teve início há muitas gerações passadas. Temos que valorizar muito esse momento, que é a manifestação do sonho dos nossos ancestrais.</p>



<p>Este artigo busca discutir esse espetacular movimento com um olhar mais ampliado, de forma a retirar um pouco do foco da mulher, e relacionar o movimento com o feminino e com a Natureza. </p>



<p>Espero ter sucesso nesta empreitada e, com isso, trazer reflexões ao leitor no sentido de que, não se trata apenas da tão necessária criminalização da misoginia e combate ao feminicídio, mas da desconstrução da crença de que é possível se apropriar e controlar o que não é apropriável e nem controlável.</p>



<p>Desde tempos remotos o ser humano alimenta a crença de que ter poder é ter propriedade sobre a Natureza e sobre outros seres humanos. Almas humanas e da Natureza, se tornaram produtos negociáveis em função do capital e do ego.</p>



<p>O desdobramento desta crença, ao longo do tempo, foi a normalização de verdadeiras atrocidades como a escravidão, o racismo, o genocídio, a misoginia, a destruição do meio ambiente e a utilização da Natureza como se a mesma não tivesse alma. Na verdade, tal normalização passou a tratar os seres humanos como se estes não tivessem alma.</p>



<p>Desconstruir essa crença, é desconstruir um sistema gigantesco que vem movimentando a economia e a sociedade, ao longo da história. Como exemplo, em meados do século 18, em diversos lugares do continente africano o mercado de &#8220;cativos&#8221; (pessoas colocadas à venda no mercado de escravos) era a principal fonte econômica dos reinos. Eram transformadas em &#8220;cativas&#8221;  as mulheres que se recusavam a se casar com o pretendente escolhido pelo pai, por exemplo.</p>



<p>Atualmente a crença de poder e propriedade ainda existe, porém vestida com roupas modernas. A proposta da crença de poder é o controle sobre tudo e todos.  E a crença da propriedade é o anexo perfeito para o poder.</p>



<p>A questão é, o que realmente podemos possuir e controlar? E por quanto tempo? </p>



<p>Quando uma sociedade forja sua solidez nos principio de poder e controle sobre tudo e todos, lidar com aquilo que é cíclico (vida &#8211; morte &#8211; vida), é algo que a consciência tem dificuldade de conceber.</p>



<p>Mas podemos observar, que ao longo do tempo, a própria natureza humana se opõe a estes princípios de poder e controle. E ainda que haja aqueles que, com covardia e crueldade, tentem sustentar tais princípios, sempre existem movimentos contrários que, aos poucos retomam os seus postos de ter liberdade de agir, mudar, evoluir e de ser humano e natural.</p>



<p>Como exemplo, vamos citar a escravidão. É um fato que hoje ainda exista, porém com a repudia da maioria das pessoas. O mesmo acontece com o trabalho infantil, com a pedofilia, com o racismo, e agora com a misoginia.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a Natureza tem haver com isso?</h2>



<p>A Natureza é o berço da vida. É o útero que fornece a possibilidade das sementes se tornarem árvores, e das árvores se tornarem florestas. A vida não para. </p>



<p>Se o fogo destrói, pouco tempo depois as primeiras folhas verdes voltam a surgir. Quando uma espécie desaparece, outras surgem em sua lugar, e melhor adaptadas às condições do meio. Quando um alimento desaparece, as espécies se adaptam para sobreviver de outra forma.</p>



<p>A natureza da Natureza é manifestar vida.</p>



<p>O feminino é como a Natureza. É a força e a potência da manifestação da vida. A sabedoria da Natureza é tão imensurável que não há morte que limite a vida. </p>



<p>Perceba que, na floresta, aquilo que perde sua função em vida, em morte vira adubo para gerar mais vida.</p>



<p>A misoginia, assim como todos os demais movimentos de poder e controle, é a tentativa de estagnar, controlar e matar a potência do feminino e, essa crença só serve à Natureza como adubo. Por isso, a cada um covarde que age, muitos e muitas se levantam para contarem outras histórias.</p>



<p>E quando o contraste salta aos olhos do mundo, ou seja, as histórias antigas deixam o patamar da normalidade, significa que as histórias que antigamente eram contadas não cabem mais na sociedade, e que as novas histórias estão construindo uma nova sociedade.</p>



<p>Se por um lado, essa construção e despertar eleva algumas pessoas a uma outra potência, por outro lado, infelizmente, a reação de covardes que não sustentam as novas histórias é violenta e sem limites. </p>



<p>É triste que tantos inocentes paguem com suas vidas porque outros tantos são incapazes de serem apenas humanos. </p>



<p>Então, para aqueles que despertaram, saibam que estamos no caminho certo, no caminho do vida e do que é naturalmente humano. Que sustentemos as novas histórias, e que construamos outras, sempre na direção de uma sociedade que tenha a humildade de olhar para a Natureza como aquela que ensina.</p>



<p>Não é apenas um movimento contra a misoginia, é o começo da construção de uma nova sociedade e <a href="https://blog.humanaterra.com.br/extincao-sera-a-nossa-vez/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="uma nova forma de olhar a Natureza">uma nova forma de olhar a Natureza</a>. Façamos a nossa parte! São as pequenas ações de hoje que contarão a nossa nova história.</p>



<p></p>



<p>Música da vez: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=z3__FCwAwFk&amp;list=RDz3__FCwAwFk&amp;start_radio=1" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Natasha Bedingfield - Unwritten (Tradução)">Natasha Bedingfield &#8211; Unwritten (Tradução)</a></p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais – USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="https://humanaterra.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.humanaterra.com.br</a></p>
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		<title>Extinção, será a nossa vez?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 00:54:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A extinção ocorre quando há o desaparecimento definitivo de todos os indivíduos de uma espécie. Uma espécie está ameaçada, seja de flora ou de fauna, quando sua população se&#160;reduz drasticamente, podendo desaparecer. A principal causa para o risco de extinção de flora e vegetação é a destruição de habitats, caça, pesca ilegal e mudanças climáticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_159" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="159" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="286" height="207" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/veado_2.jpg" alt="Ameaçado de extinção" class="wp-image-160"/><figcaption class="wp-element-caption">Ameaçado de extinção</figcaption></figure>
</div>


<p>A extinção ocorre quando há o desaparecimento definitivo de todos os indivíduos de uma espécie. </p>



<p>Uma espécie está ameaçada, seja de flora ou de fauna, quando sua população se&nbsp;reduz drasticamente,  podendo desaparecer. </p>



<p>A principal causa para o risco de extinção de flora e vegetação é a destruição de habitats, caça, pesca ilegal e mudanças climáticas (de acordo com a IA do Google). </p>



<p>Mas o buraco é mais embaixo, obviamente.</p>



<p>Ainda que o objetivo da legislação ambiental seja buscar o equilíbrio entre o que chamamos de desenvolvimento e a preservação do meio ambiente, meus mais de 20 anos na área de consultoria ambiental me trazem reflexões mais profundas sobre os pesos que são colocados nesta balança.</p>



<p>O objetivo deste artigo não é quantificar a eficácia da legislação. Mas refletir sobre o porque chegamos onde chegamos e qual seria um potencial caminho de retorno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Extinção e os instrumentos legais ambientais</h2>



<p>Toda legislação ambiental é amparada por estudos acadêmicos e monitoramentos ambientais efetuados ao longo dos anos, assim as limitações e as obrigatoriedades determinadas pelos instrumentos legais não são aleatórias.</p>



<p>A legislação e as pessoas que estão envolvidas no processo de desenvolvimento dos instrumentos legais ambientais, sejam estes pesquisadores, legisladores, servidores públicos, empresas que desenvolvem tecnologias limpas ou consultores ambientais, buscam equilibrar a necessidade de mudança de uso do solo com a preservação ambiental. </p>



<p>E isso faz parte de um sistema, onde cada um faz sua parte, e assim atuamos para construir um mundo melhor. Mas será que esse sistema está funcionando?</p>



<p>O aumento das catástrofes ambientais, das mudanças climáticas, e o desaparecimento de  espécies de fauna e de flora de algumas regiões, trazem a tona uma problemática mais profunda, que a própria legislação não pode alcançar.</p>



<p>Enquanto a legislação tenta equilibrar a balança, há  forças contrárias cuja dedicação é exclusiva em desequilibrá-la.  E essas forças são as nossas crenças frente a Natureza. </p>



<p>A Natureza é resiliente e sempre arruma um jeito de voltar à vida. &#8220;Vida não se chama vida a toa&#8221; &#8211; ouvi de uma professora da Geografia da USP.</p>



<p>O sistema natural se ajusta e se reajusta, quantas vezes forem necessárias, e não importa o tempo que leve, porque é isso que Ela (A natureza) nasceu para fazer. Ela nasceu para gerar vida.</p>



<p>Basta observar aquela planta, que chamamos de &#8220;praga&#8221;, que nasce na fenda de uma ponte em meio ao mar de concreto das cidades. Por quantas vezes ela for cortada, serão quantas vezes ela nascerá. E se a fenda for preenchida com cimento, a planta achará outra fenda.</p>



<p>Enquanto a Natureza sustenta a vida, nós reduzimos esta imensidão de conhecimento e sabedoria em &#8220;recurso&#8221;. </p>



<p>O grande problema da concepção de que a Natureza é um recurso, é que os elementos que compõe a nossa Mãe Terra, se tornam produtos como em prateleiras de supermercado.</p>



<p>No site da <a href="https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/prateleira-ambiental/recursos-naturais-ou-recursos-ambientais/#:~:text=Recursos%20naturais%20s%C3%A3o%20quaisquer%20insumos,necessidades%20humanas%20no%20planeta%20Terra." target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored" title="SEMIL do Estado de São Paulo">SEMIL do Estado de São Paulo</a>, está é a definição de Recurso Natural &#8220;<em>Recursos naturais&nbsp;são <strong>quaisquer insumos</strong> (matérias-primas) ou<strong> elementos naturais</strong> (abióticos – que não têm vida ou bióticos – que têm vida) que estão na natureza e <strong>podem atender às necessidades humanas no planeta Terra</strong></em>&#8220;</p>



<p>A definição da SEMIL deixa claro que a Natureza está a nosso serviço.</p>



<p>Na minha opinião, quando algo se torna um recurso para sobrevivência de uma única espécie (e do ego dela), todo o restante é colocado em posição de inferioridade.</p>



<p>A função de tudo que existe, além do ser humano é, especificamente, servi-lo, e assim o seu valor está vinculado a importância da sua subserviência.</p>



<p>Por exemplo, há pouco tempo, fiz um estudo de fauna, e observei a presença de um veado mateiro em uma área. Tive o privilégio de fotografá-lo. Esta espécie, atualmente, consta na <a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2018/decreto-63853-27.11.2018.html" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="lista de espécies de fauna ameaçada de extinção do estado de São Paulo.">lista de espécies de fauna ameaçada de extinção do estado de São Paulo.</a></p>



<p>E por conta da presença desta espécie no local, há restrições para se fazer intervenção no local.</p>



<p>A restrição existe porque o &#8220;recurso&#8221; veado mateiro, está escasso. E, de acordo com as atuais regras, o que está escasso protegemos, e o que temos em abundância, utilizamos ou não damos valor. Afinal são só recursos, não é mesmo?</p>



<p>Convido, então, a refletir sobre o impacto fulminante que tratar a natureza como recurso causa, não apenas no meio ambiente, mas também no comportamento e no emocional das pessoas.</p>



<p>Em primeiro lugar, quando se produtifica algo, ou seja, algo se torna um recurso, limitamos as potencialidades deste algo à nossa necessidade. </p>



<p>Logo, este algo perde seu valor de existência, e somente enxergamos valor nele, se nos servir. A partir daí, perde-se o respeito pela existência e pela vida desse algo. Perde-se a noção de relacionamento, de troca de experiência e conexão com esse algo. </p>



<p>Penso que, quando produtificamos a Natureza, nos tornamos inertes uma vez que nos isolamos do sistema natural. E nada na Natureza é inerte. Assim, essa nossa crença, corre na contramão de tudo que é natural.</p>



<p>Então fica aqui um convite para repensar sua relação com a Natureza.</p>



<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais – USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p></p>



<p>blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="https://humanaterra.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="www.humanaterra.com.br">www.humanaterra.com.br</a></p>
</div>



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