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	<title>Sustentabilidade - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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	<description>Licenciamento Ambiental: mais de  25 anos na área ambiental</description>
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	<title>Sustentabilidade - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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		<title>Empoderamento Feminino e a Natureza: uma nova história!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:03:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Natureza e sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E finalmente chegamos no momento em que o empoderamento feminino e a Mãe Natureza não serão mais caladas. A partir de agora nada os para. Estamos vivendo um momento onde a pauta do feminino, do seu papel e, principalmente, da sua proteção, é protagonista em diversas partes do mundo. E isso é incrível. Uma verdadeira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="337" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/coruja_sabedoria_intuicao.jpg" alt="Natureza e feminino" class="wp-image-226" style="width:302px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/coruja_sabedoria_intuicao.jpg 600w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/coruja_sabedoria_intuicao-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption">Natureza e feminino</figcaption></figure>
</div>


<p>E finalmente chegamos no momento em que o empoderamento feminino e a Mãe Natureza não serão mais caladas. A partir de agora nada os para.</p>



<p>Estamos vivendo um momento onde a pauta do feminino, do seu papel e, principalmente, da sua proteção, é protagonista em diversas partes do mundo. E isso é incrível. Uma verdadeira virada de chave e o início da construção de uma nova história e uma nova sociedade.</p>



<p>De acordo com Harari (2015) as histórias são a base para nossa organização social, visto que constrói e comunica crenças em comum e, “<em>a maneira como as pessoas cooperam pode ser alterada modificando-se os mitos &#8211; contando-se histórias diferentes</em>” (Harari, 2015, p. 41).</p>



<p>O que estamos vivendo atualmente é o começo de uma nova história. E esse manifesto teve início há muitas gerações passadas. Temos que valorizar muito esse momento, que é a manifestação do sonho dos nossos ancestrais.</p>



<p>Este artigo busca discutir esse espetacular movimento com um olhar mais ampliado, de forma a retirar um pouco do foco da mulher, e relacionar o movimento com o feminino e com a Natureza. </p>



<p>Espero ter sucesso nesta empreitada e, com isso, trazer reflexões ao leitor no sentido de que, não se trata apenas da tão necessária criminalização da misoginia e combate ao feminicídio, mas da desconstrução da crença de que é possível se apropriar e controlar o que não é apropriável e nem controlável.</p>



<p>Desde tempos remotos o ser humano alimenta a crença de que ter poder é ter propriedade sobre a Natureza e sobre outros seres humanos. Almas humanas e da Natureza, se tornaram produtos negociáveis em função do capital e do ego.</p>



<p>O desdobramento desta crença, ao longo do tempo, foi a normalização de verdadeiras atrocidades como a escravidão, o racismo, o genocídio, a misoginia, a destruição do meio ambiente e a utilização da Natureza como se a mesma não tivesse alma. Na verdade, tal normalização passou a tratar os seres humanos como se estes não tivessem alma.</p>



<p>Desconstruir essa crença, é desconstruir um sistema gigantesco que vem movimentando a economia e a sociedade, ao longo da história. Como exemplo, em meados do século 18, em diversos lugares do continente africano o mercado de &#8220;cativos&#8221; (pessoas colocadas à venda no mercado de escravos) era a principal fonte econômica dos reinos. Eram transformadas em &#8220;cativas&#8221;  as mulheres que se recusavam a se casar com o pretendente escolhido pelo pai, por exemplo.</p>



<p>Atualmente a crença de poder e propriedade ainda existe, porém vestida com roupas modernas. A proposta da crença de poder é o controle sobre tudo e todos.  E a crença da propriedade é o anexo perfeito para o poder.</p>



<p>A questão é, o que realmente podemos possuir e controlar? E por quanto tempo? </p>



<p>Quando uma sociedade forja sua solidez nos principio de poder e controle sobre tudo e todos, lidar com aquilo que é cíclico (vida &#8211; morte &#8211; vida), é algo que a consciência tem dificuldade de conceber.</p>



<p>Mas podemos observar, que ao longo do tempo, a própria natureza humana se opõe a estes princípios de poder e controle. E ainda que haja aqueles que, com covardia e crueldade, tentem sustentar tais princípios, sempre existem movimentos contrários que, aos poucos retomam os seus postos de ter liberdade de agir, mudar, evoluir e de ser humano e natural.</p>



<p>Como exemplo, vamos citar a escravidão. É um fato que hoje ainda exista, porém com a repudia da maioria das pessoas. O mesmo acontece com o trabalho infantil, com a pedofilia, com o racismo, e agora com a misoginia.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a Natureza tem haver com isso?</h2>



<p>A Natureza é o berço da vida. É o útero que fornece a possibilidade das sementes se tornarem árvores, e das árvores se tornarem florestas. A vida não para. </p>



<p>Se o fogo destrói, pouco tempo depois as primeiras folhas verdes voltam a surgir. Quando uma espécie desaparece, outras surgem em sua lugar, e melhor adaptadas às condições do meio. Quando um alimento desaparece, as espécies se adaptam para sobreviver de outra forma.</p>



<p>A natureza da Natureza é manifestar vida.</p>



<p>O feminino é como a Natureza. É a força e a potência da manifestação da vida. A sabedoria da Natureza é tão imensurável que não há morte que limite a vida. </p>



<p>Perceba que, na floresta, aquilo que perde sua função em vida, em morte vira adubo para gerar mais vida.</p>



<p>A misoginia, assim como todos os demais movimentos de poder e controle, é a tentativa de estagnar, controlar e matar a potência do feminino e, essa crença só serve à Natureza como adubo. Por isso, a cada um covarde que age, muitos e muitas se levantam para contarem outras histórias.</p>



<p>E quando o contraste salta aos olhos do mundo, ou seja, as histórias antigas deixam o patamar da normalidade, significa que as histórias que antigamente eram contadas não cabem mais na sociedade, e que as novas histórias estão construindo uma nova sociedade.</p>



<p>Se por um lado, essa construção e despertar eleva algumas pessoas a uma outra potência, por outro lado, infelizmente, a reação de covardes que não sustentam as novas histórias é violenta e sem limites. </p>



<p>É triste que tantos inocentes paguem com suas vidas porque outros tantos são incapazes de serem apenas humanos. </p>



<p>Então, para aqueles que despertaram, saibam que estamos no caminho certo, no caminho do vida e do que é naturalmente humano. Que sustentemos as novas histórias, e que construamos outras, sempre na direção de uma sociedade que tenha a humildade de olhar para a Natureza como aquela que ensina.</p>



<p>Não é apenas um movimento contra a misoginia, é o começo da construção de uma nova sociedade e <a href="https://blog.humanaterra.com.br/extincao-sera-a-nossa-vez/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="uma nova forma de olhar a Natureza">uma nova forma de olhar a Natureza</a>. Façamos a nossa parte! São as pequenas ações de hoje que contarão a nossa nova história.</p>



<p></p>



<p>Música da vez: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=z3__FCwAwFk&amp;list=RDz3__FCwAwFk&amp;start_radio=1" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Natasha Bedingfield - Unwritten (Tradução)">Natasha Bedingfield &#8211; Unwritten (Tradução)</a></p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais – USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="https://humanaterra.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.humanaterra.com.br</a></p>
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		<title>Extinção, será a nossa vez?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 00:54:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A extinção ocorre quando há o desaparecimento definitivo de todos os indivíduos de uma espécie. Uma espécie está ameaçada, seja de flora ou de fauna, quando sua população se&#160;reduz drasticamente, podendo desaparecer. A principal causa para o risco de extinção de flora e vegetação é a destruição de habitats, caça, pesca ilegal e mudanças climáticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="286" height="207" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/veado_2.jpg" alt="Ameaçado de extinção" class="wp-image-160"/><figcaption class="wp-element-caption">Ameaçado de extinção</figcaption></figure>
</div>


<p>A extinção ocorre quando há o desaparecimento definitivo de todos os indivíduos de uma espécie. </p>



<p>Uma espécie está ameaçada, seja de flora ou de fauna, quando sua população se&nbsp;reduz drasticamente,  podendo desaparecer. </p>



<p>A principal causa para o risco de extinção de flora e vegetação é a destruição de habitats, caça, pesca ilegal e mudanças climáticas (de acordo com a IA do Google). </p>



<p>Mas o buraco é mais embaixo, obviamente.</p>



<p>Ainda que o objetivo da legislação ambiental seja buscar o equilíbrio entre o que chamamos de desenvolvimento e a preservação do meio ambiente, meus mais de 20 anos na área de consultoria ambiental me trazem reflexões mais profundas sobre os pesos que são colocados nesta balança.</p>



<p>O objetivo deste artigo não é quantificar a eficácia da legislação. Mas refletir sobre o porque chegamos onde chegamos e qual seria um potencial caminho de retorno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Extinção e os instrumentos legais ambientais</h2>



<p>Toda legislação ambiental é amparada por estudos acadêmicos e monitoramentos ambientais efetuados ao longo dos anos, assim as limitações e as obrigatoriedades determinadas pelos instrumentos legais não são aleatórias.</p>



<p>A legislação e as pessoas que estão envolvidas no processo de desenvolvimento dos instrumentos legais ambientais, sejam estes pesquisadores, legisladores, servidores públicos, empresas que desenvolvem tecnologias limpas ou consultores ambientais, buscam equilibrar a necessidade de mudança de uso do solo com a preservação ambiental. </p>



<p>E isso faz parte de um sistema, onde cada um faz sua parte, e assim atuamos para construir um mundo melhor. Mas será que esse sistema está funcionando?</p>



<p>O aumento das catástrofes ambientais, das mudanças climáticas, e o desaparecimento de  espécies de fauna e de flora de algumas regiões, trazem a tona uma problemática mais profunda, que a própria legislação não pode alcançar.</p>



<p>Enquanto a legislação tenta equilibrar a balança, há  forças contrárias cuja dedicação é exclusiva em desequilibrá-la.  E essas forças são as nossas crenças frente a Natureza. </p>



<p>A Natureza é resiliente e sempre arruma um jeito de voltar à vida. &#8220;Vida não se chama vida a toa&#8221; &#8211; ouvi de uma professora da Geografia da USP.</p>



<p>O sistema natural se ajusta e se reajusta, quantas vezes forem necessárias, e não importa o tempo que leve, porque é isso que Ela (A natureza) nasceu para fazer. Ela nasceu para gerar vida.</p>



<p>Basta observar aquela planta, que chamamos de &#8220;praga&#8221;, que nasce na fenda de uma ponte em meio ao mar de concreto das cidades. Por quantas vezes ela for cortada, serão quantas vezes ela nascerá. E se a fenda for preenchida com cimento, a planta achará outra fenda.</p>



<p>Enquanto a Natureza sustenta a vida, nós reduzimos esta imensidão de conhecimento e sabedoria em &#8220;recurso&#8221;. </p>



<p>O grande problema da concepção de que a Natureza é um recurso, é que os elementos que compõe a nossa Mãe Terra, se tornam produtos como em prateleiras de supermercado.</p>



<p>No site da <a href="https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/prateleira-ambiental/recursos-naturais-ou-recursos-ambientais/#:~:text=Recursos%20naturais%20s%C3%A3o%20quaisquer%20insumos,necessidades%20humanas%20no%20planeta%20Terra." target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored" title="SEMIL do Estado de São Paulo">SEMIL do Estado de São Paulo</a>, está é a definição de Recurso Natural &#8220;<em>Recursos naturais&nbsp;são <strong>quaisquer insumos</strong> (matérias-primas) ou<strong> elementos naturais</strong> (abióticos – que não têm vida ou bióticos – que têm vida) que estão na natureza e <strong>podem atender às necessidades humanas no planeta Terra</strong></em>&#8220;</p>



<p>A definição da SEMIL deixa claro que a Natureza está a nosso serviço.</p>



<p>Na minha opinião, quando algo se torna um recurso para sobrevivência de uma única espécie (e do ego dela), todo o restante é colocado em posição de inferioridade.</p>



<p>A função de tudo que existe, além do ser humano é, especificamente, servi-lo, e assim o seu valor está vinculado a importância da sua subserviência.</p>



<p>Por exemplo, há pouco tempo, fiz um estudo de fauna, e observei a presença de um veado mateiro em uma área. Tive o privilégio de fotografá-lo. Esta espécie, atualmente, consta na <a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2018/decreto-63853-27.11.2018.html" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="lista de espécies de fauna ameaçada de extinção do estado de São Paulo.">lista de espécies de fauna ameaçada de extinção do estado de São Paulo.</a></p>



<p>E por conta da presença desta espécie no local, há restrições para se fazer intervenção no local.</p>



<p>A restrição existe porque o &#8220;recurso&#8221; veado mateiro, está escasso. E, de acordo com as atuais regras, o que está escasso protegemos, e o que temos em abundância, utilizamos ou não damos valor. Afinal são só recursos, não é mesmo?</p>



<p>Convido, então, a refletir sobre o impacto fulminante que tratar a natureza como recurso causa, não apenas no meio ambiente, mas também no comportamento e no emocional das pessoas.</p>



<p>Em primeiro lugar, quando se produtifica algo, ou seja, algo se torna um recurso, limitamos as potencialidades deste algo à nossa necessidade. </p>



<p>Logo, este algo perde seu valor de existência, e somente enxergamos valor nele, se nos servir. A partir daí, perde-se o respeito pela existência e pela vida desse algo. Perde-se a noção de relacionamento, de troca de experiência e conexão com esse algo. </p>



<p>Penso que, quando produtificamos a Natureza, nos tornamos inertes uma vez que nos isolamos do sistema natural. E nada na Natureza é inerte. Assim, essa nossa crença, corre na contramão de tudo que é natural.</p>



<p>Então fica aqui um convite para repensar sua relação com a Natureza.</p>



<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais – USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p></p>



<p>blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="https://humanaterra.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="www.humanaterra.com.br">www.humanaterra.com.br</a></p>
</div>



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		<title>Estudo de viabilidade X Regularização Ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 12:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A regularização ambiental pode ser necessária em diversos casos. A regularização ambiental é necessária quando o empreendedor faz intervenções sem a devida autorização ambiental, ou quando a autorização ambiental existe, porém a mesma está fora da validade. É importante ressaltar que, o processo de regularização ambiental somente ocorre após uma autuação ambiental. Essa autuação pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="400" height="533" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/regularizacao_ambiental_p.jpg" alt="regularização ambiental" class="wp-image-107" style="width:142px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/regularizacao_ambiental_p.jpg 400w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/regularizacao_ambiental_p-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure>
</div>


<p>A regularização ambiental pode ser necessária em diversos casos. </p>



<p>A regularização ambiental é necessária quando o empreendedor faz intervenções sem a devida autorização ambiental, ou quando a autorização ambiental existe, porém a mesma está fora da validade.</p>



<p>É importante ressaltar que, o processo de regularização ambiental somente ocorre após uma  autuação ambiental.</p>



<p>Essa autuação pode ou não gerar multa, e ela pode ser aplicada pela prefeitura municipal, pelo Estado ou pela Federação.</p>



<p>Toda infração ambiental é baseada em lei ou decreto. Para o Estado de São Paulo, é o <a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2019/decreto-64456-10.09.2019.html" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="DECRETO Nº 64.456, DE 10 DE SETEMBRO DE 2019. ">DECRETO Nº 64.456, DE 10 DE SETEMBRO DE 2019. </a></p>



<p>E ainda que o empreendedor não seja multado, é fundamental a regularização ambiental. Além da multa, outras penalidades são os embargos, a demolição, a restauração da área degradada, entre outras.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Área de proteção de mananciais</h5>



<p>Também é importante destacar que, em determinadas áreas, como em áreas de proteção de mananciais, caso o empreendedor não tenha a documentação ambiental em dia, equipamentos públicos como energia elétrica, não são instalados. </p>



<p>Isso porque a empresa de energia elétrica exige a licença ambiental para a ligação de luz.</p>



<p>Assim, antes de executar intervenções ambientais consulte um profissional da área. </p>



<p>Vale lembrar ainda, que há casos, onde os empreendedores são orientados a fazerem as intervenções e depois correr atrás da regularização. </p>



<p>Isso é um tiro no pé, porque em muitos casos, o empreendedor é obrigada a demolir a construção e ainda restaurar a área.</p>



<p>Em caso de dúvida, indico que o empreendedor faça um estudo de viabilidade. </p>



<p>Neste estudo estará descrito o que pode e o que não pode na área, e quais os caminhos para obter a autorização ambiental, e o empreendedor poderá seguir tranquilo com seu projeto.</p>



<p></p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



<p> </p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/estudo-de-viabilidade-x-regularizacao-ambiental/">Estudo de viabilidade X Regularização Ambiental</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Inventário florestal para crédito de carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 13:29:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inventário Florestal para mercado de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O inventário florestal para o mercado de carbono visa quantificar a a biomassa de um fragmento florestal. É um requisito básico para desenvolver projetos que tenham como objetivo a obtenção de certificados de crédito de carbono. O carbono representa cerca de 50% da biomassa florestal e encontra-se fixado nos diversos &#8220;compartimentos&#8221; de uma floresta. Ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O inventário florestal para o mercado de carbono visa quantificar a a biomassa de um fragmento florestal. É um requisito básico para desenvolver projetos que tenham como objetivo a obtenção de certificados de crédito de carbono.</p>



<p>O carbono representa cerca de 50% da biomassa florestal e encontra-se fixado nos diversos &#8220;compartimentos&#8221; de uma floresta. Ou seja, na biomassa viva (acima e abaixo do solo), na biomassa morta e na matéria orgânica do solo. São estes compartimentos:</p>



<p></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carbono na biomassa viva acima do solo</strong>&nbsp;&#8211; Inclui troncos, galhos, copa, sementes e folhas.</li>



<li><strong>Carbono na biomassa viva abaixo do solo</strong>&nbsp;&#8211; Inclui raízes vivas, excluindo aquelas pequenas (diâmetro &lt; 2 milímetros) porque não podem ser distinguidas da matéria orgânica do solo ou da serapilheira.</li>



<li><strong>Carbono na biomassa morta</strong>&nbsp;&#8211; Carbono de toda a biomassa lenhosa morta que não faz parte da serapilheira. Inclui o que já está caído no solo, as raízes mortas e os galhos com diâmetros superiores a 10 centímetros.</li>



<li><strong>Carbono na serapilheira</strong>&nbsp;&#8211; Carbono de toda a biomassa morta com diâmetro inferior ao diâmetro mínimo exigido pelo Brasil para medir madeira morta, em vários estágios de decomposição por cima do solo mineral ou orgânico.</li>



<li><strong>Carbono do solo</strong> &#8211; Carbono orgânico nos solos minerais e orgânicos a uma profundidade específica e aplicada de maneira coerente em todas as séries cronológicas.</li>
</ul>



<p>A maior parte da biomassa vegetal encontra-se na parte área das árvores de maior diâmetro (80%), exceto no bioma Cerrado, onde a biomassa vegetal concentra-se nas raízes (biomassa subterrânea &#8211; 70%), por isso chamada de &#8220;floresta invertida&#8221;. </p>



<p>Há metodologias específicas para se determinar estas quantidades.</p>



<p>Entre em contato conosco para orçamento ou informações.</p>



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<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



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