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	<title>Sustentabilidade - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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	<description>Licenciamento Ambiental: mais de  25 anos na área ambiental</description>
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	<title>Sustentabilidade - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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		<title>PGRSCC em Santana do Parnaíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 00:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O PGRSCC para Santana do Parnaíba possui novas regras desde setembro de 2025. Com a LEI nº&#160;4.327, DE 7 DE ABRIL DE 2025 e o DECRETO Nº 5.245, DE 2 DE SETEMBRO DE 2025, para obras privadas, passa a ser obrigatória a utilização de agregados reciclados oriundos de resíduos sólidos da construção civil. O percentual [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="225" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/blog_pgrscc_stna.jpeg" alt="PGRSCC" class="wp-image-253" style="width:260px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">PGRSCC</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://blog.humanaterra.com.br/pgrscc-construcao-civil/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="PGRSCC">PGRSCC</a> para Santana do Parnaíba possui novas regras desde setembro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a <a href="https://leis.org/municipais/sp/santana-de-parnaiba/lei/lei-ordinaria/2025/4327/lei-ordinaria-n-4327-2025-institui-a-obrigatoriedade-da-utilizacao-de-agregados-reciclados-oriundos-de-residuos-solidos-da-construcao-civil-em-obras-publicas-e-privadas-no-municipio-de-santana-de" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="LEI nº&nbsp;4.327, DE 7 DE ABRIL DE 2025">LEI nº&nbsp;4.327, DE 7 DE ABRIL DE 2025</a> e o <a href="https://leis.org/municipais/sp/santana-de-parnaiba/lei/decreto/2025/5245/decreto-n-5245-2025-regulamenta-o-art-3-da-lei-n-4327-de-7-de-abril-de-2025-que-instituiu-a-obrigatoriedade-da-utilizacao-de-agregados-reciclados-oriundos-de-residuos-solidos-da-construcao-civil-em-obras-publicas-e-privadas-no-municipio-de-santana-de" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="DECRETO Nº 5.245, DE 2 DE SETEMBRO DE 2025">DECRETO Nº 5.245, DE 2 DE SETEMBRO DE 2025</a>, para obras privadas, passa a ser obrigatória a utilização de agregados reciclados oriundos de resíduos sólidos da construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual mínimo é de 5% (cinco por cento) de todo o material dessa natureza utilizado na obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apresentação de notas fiscais da compra deste materiais à prefeitura é obrigatório para a emissão do Habite-se do empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, a legislação também prevê a possibilidade de empreendimento cuja obra não possua viabilidade para o recebimento do agregado reciclável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ambos os casos, a legislação traz um modelo de declaração onde o (a) profissional da engenharia descreve em qual caso o empreendimento se enquadra, e assina a responsabilidade técnica da escolha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prefeitura de Santana do Parnaíba exige que a informação sobre o recebimento do agregado reciclado esteja descrito do PGRSCC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do agregado reciclado, também é exigido que o Programa de Educação Ambiental contenha o conteúdo programático das temáticas abordadas junto aos colaboradores de obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim, o PGRSCC vem se tornando um estudo bastante criterioso que normatiza o desenvolvimento da obra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PGRSCC &#8211; como desenvolver?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O PGRSCC deve classificar, quantificar e indicar o armazenamento e o destino de todos os resíduos de construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A classificação dos resíduos deve estar de acordo com a <a href="https://www.ibama.gov.br/component/legislacao/?view=legislacao&amp;legislacao=128945" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA Nº 13, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2012">INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA Nº 13, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2012</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As quantidades indicadas no PGRSCC devem ser aproximadas às quantidades que, ao longo da obra, serão apresentadas nos relatório de destinação de resíduos sólidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso as quantidades dos relatórios de destinação superem as que constam no PGRSCC, o empreendedor deve apresentar uma justificativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Programa de Educação Ambiental que acompanha o PGRSCC deve considerar a realidade da obra e do entorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também deve considerar a necessidade de informação sobre a sustentabilidade ambiental do empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo de ajudou? Comente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://wa.me/5511934323848?text=Quero%20informações%20sobre%20licenciamento%20ambiental%20e%20estudos%20ambientaistform." target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Entre em contato conosco pelo WHATS clicando aqui.">Entre em contato conosco pelo WHATS clicando aqui.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats:   <a href="https://wa.me/5511934323848?text=Quero%20informações%20sobre%20licenciamento%20ambiental%20e%20estudos%20ambientaistform." target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">11 93432 3848</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://humanaterra.com.br">https://humanaterra.com.br</a></p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/pgrscc-em-santana-do-parnaiba/">PGRSCC em Santana do Parnaíba</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Economize com o IPTU VERDE em EMBU das ARTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 16:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[IPTU VERDE EMBU DAS ARTES]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de caracterização de vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para você, empreendedor (a), o benefício do IPTU VERDE em Embu das Artes &#8211; SP é uma excelente forma de economia para o empreendimento que possuem áreas verdes em seu site. O  DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014, regulamentou o benefício do IPTU VERDE no município e vem promovendo descontos significativos para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="300" height="300" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog.png" alt="" class="wp-image-133" style="width:144px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog.png 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Para você, empreendedor (a), o benefício do IPTU VERDE em Embu das Artes &#8211; SP é uma excelente forma de economia para  o  empreendimento que possuem áreas verdes em seu site.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O  <a href="https://leismunicipais.com.br/a/sp/e/embu-das-artes/decreto/2014/88/882/decreto-n-882-2014-regulamenta-o-artigo-64-inciso-iii-e-seus-paragrafos-da-lei-complementar-n-101-de-26-de-dezembro-de-2007" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored" title="DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014">DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014</a>, regulamentou o benefício do IPTU VERDE no município e vem promovendo descontos significativos para empresas ou empreendedores que possuem áreas verdes em seus sites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desconto pode variar de 20% a 100% dependendo do enquadramento do imóvel no Decreto Municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para você que quer solicitar o benefício para o ano de 2027, o protocolo da documentação necessária deve ser feito até o dias 30 de junho de 2026. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante lembrar que, no município de Embu das Artes, os profissionais responsáveis pelos estudos técnicos requeridos para o processo do IPTU VERDE devem ser inscritos no CCM do município.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estudos e documentos necessários</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os estudos necessários são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.humanaterra.com.br/laudo-de-vegetacao/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Laudo de Caracterização da Vegetação">Laudo de Caracterização da Vegetação</a>;</li>



<li>Planta Planialtimétrica Cadastral do site;</li>



<li>Memorial descritivo de área verde;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os estudos devem seguir o padrão estabelecido pela prefeitura municipal e devem ser acompanhados de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e CCM dos responsáveis pelo estudo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos documentos técnicos, também são requerido as outros documentos dependendo do ramo da empresa. Dentre estes documentos estão licenças ambientais, certidões negativas, matrícula atualizada, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, uma das etapas é a vistoria dos técnicos da prefeitura ao local para a verificação da veracidade das informações apresentadas nos estudos técnicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Renovação do IPTU VERDE</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fique  atento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parte interessada pode solicitar o beneficio por 1 ano, 5 anos ou 10 anos. Quanto maior o tempo, maior o percentual de desconto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, mesmo que o beneficio seja solicitado por um período superior à 1 ano,  é necessário que o mesmo seja renovado anualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solicitação de renovação também deve respeitar o prazo de de 30 de junho para protocolar o este processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A HUMANA TERRA possui expertise em processos de IPTU VERDE em Embu das Artes e todos os requisitos para o atendimento a legislação vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre em contato conosco para informações e orçamentos.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/economize-com-o-iptu-verde-em-embu-das-artes/">Economize com o IPTU VERDE em EMBU das ARTES</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O terror do empreendedor: a  Legislação Ambiental. Como fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 17:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante meus quase 30 anos na área de licenciamento ambiental e meio ambiente, já ouvi reclamações e desabafos de todos os tipos sobre a Legislação Ambiental. Sempre foi muito comum ouvir de empreendedores o quanto a legislação ambiental atrapalham seus planos. Muitos se aventuravam na irregularidade e mais cedo do que imaginavam, passavam a reclamar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="200" height="150" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/terror_legislacao_ambiental.jpg" alt="Legislação Ambiental" class="wp-image-112"/><figcaption class="wp-element-caption">Legislação Ambiental</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Durante meus quase 30 anos na área de licenciamento ambiental e meio ambiente, já ouvi reclamações  e desabafos de todos os tipos sobre a Legislação Ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre foi muito comum ouvir de empreendedores o quanto a legislação ambiental  atrapalham seus planos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos se aventuravam na irregularidade e mais cedo do que imaginavam, passavam a reclamar mais ainda das multas e da necessidade de regularização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, nos últimos anos, percebo que as reclamações estão diminuindo e o discurso está mudando. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns pelo medo de multas e penalidades, e outros, por consciência ambiental, estão reclamando menos e se adequando mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas porque as leis ambientais são tão complexas e muitas vezes trazem uma boa dose de dor de cabeça ao empreendedor? </p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante esclarecer que toda a legislação ambiental segue os princípios do artigo segundo da  <a href="https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&amp;numero=6938&amp;ano=1981&amp;ato=5b0UTRE50MrRVT15d" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">Lei nº 6.938 de 31 de agosto de 1981</a>, que trata da Política Nacional de Meio Ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, todas as normas ambientais são feitas para preservar, melhorar e recuperar a qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar condições ao desenvolvimento socioeconômico e a proteção da dignidade da vida humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após décadas de destruição do meio ambiente e, com as consequências das mudanças climáticas batendo cada vez mais forte na porta de cada um de nós, não é difícil concluir o quanto é complexo equilibrar desenvolvimento urbano com a manutenção e recuperação da natureza que nos sustenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para dar conta da complexidade de cumprir a missão dada pela Política Nacional de Meio Ambiente, ao longo dos anos, a legislação ambiental vem se adaptando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As adaptações são feitas de diversas formas: por meio da virtualização dos processos e também por meio da descentralização das demandas ambientais.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Processos ambientais digitais</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos órgão ambientais, com exceção de algumas prefeituras, possui sistema próprio para se protocolar os documentos para a abertura de uma processo de licenciamento ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as plataformas digitais, os órgãos ambientais também podem cruzar dados de outras plataformas, como por exemplo, mapas e plantas georefenciadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As plataformas também possibilita que sejam protocolados arquivos georeferenciados como shapefiles. Esse tipo de tecnologia permite maior precisão dos projetos e também das análises ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se, por um lado, há ausência de papel, permite que as análises sejam mais rápidas, além de ser uma prática mais sustentável, por outro lado exige que o empreendedor apresente  documentos e estudos dentro de uma formatação padrão, que requer muito critério técnico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, para a abertura dos processos digitais, no caso da CETESB, faz necessário um técnico, com ART, responsável pelo processo. Antes a ART era necessária apenas para os laudos, plantas e estudos técnicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Descentralização das demandas ambientais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se trata de licenciamento ambiental, há muitos elementos envolvidos, como fauna, vegetação, água, esgotamento sanitário, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como exemplo, osso citar que, para licenciamentos em âmbito estadual, os assuntos de fauna e flora são tratados junto à CETESB. Intervenção em cursos d&#8217;água devem ser tratados no DAEE, e esgotamento sanitário junto à SABESP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, para grande empreendimentos, os licenciamentos são efetuados por meio do GRAPROHAB. Este órgão é como um balcão de distribuição de documentos e estudos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para grandes empreendimentos são necessárias autorizações de diversos órgãos, e o GRAPROHAB centraliza a entrega destes estudos e os distribui entre os órgãos necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por este breve exemplo, é possível ter uma ideia da complexidade das leis ambientais. </p>



<p class="wp-block-paragraph"> Neste artigo não comentei sobre o poder municipal e suas atribuições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é de fundamental importância que o empreendedor consulte um (a) especialista, seja para elaborar os documentos técnicos ou para conduzir os processos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.humanaterra.com.br/wp-admin/post.php?post=111&amp;action=edit" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Clique aqui para acessar um dos artigos que falam sobre o GRAPROHAB">Clique aqui para acessar um dos artigos que falam sobre o GRAPROHAB</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica a dica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">htmeioambiente@gmail.com</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/o-terror-do-empreendedor-a-legislacao-ambiental-como-fazer/">O terror do empreendedor: a  Legislação Ambiental. Como fazer?</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Restauração ecológica com baixo custo</title>
		<link>https://blog.humanaterra.com.br/restauracao-ecologica-com-baixo-custo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=restauracao-ecologica-com-baixo-custo</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 15:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[Nucleação]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de restauração ecológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto de restauração ecológica, em processos de licenciamento ambiental ou regularização ambiental, seja no âmbito estadual ou no âmbito municipal, é uma exigência quando há a necessidade de restauração ecológica de APP’s (Área de Preservação Permanente) e Áreas Verdes, no empreendimento a ser licenciado. A elaboração do Projeto de Restauração Ecológica deve seguir os [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O projeto de restauração ecológica, em processos de licenciamento ambiental ou regularização ambiental, seja no âmbito estadual ou no âmbito municipal, é uma exigência quando há a necessidade de restauração ecológica de APP’s (Área de Preservação Permanente) e Áreas Verdes, no empreendimento a ser licenciado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A elaboração do Projeto de Restauração Ecológica deve seguir os requisitos, no estado de São Paulo, de legislação específica. São elas:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamentoambiental/wp-content/uploads/sites/32/2019/05/Resolu%C3%A7%C3%A3o-SMA-n%C2%BA-32-2014.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="RESOLUÇÃO SMA Nº 32, DE 03 DE ABRIL DE 2014">RESOLUÇÃO SMA Nº 32, DE 03 DE ABRIL DE 2014</a></strong>: Estabelece as orientações, diretrizes e critérios sobre restauração ecológica no Estado de São Paulo, e dá providências correlatas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">e</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://smastr16.blob.core.windows.net/legislacao/2016/12/2015_1_15_Procotolo_monitoramento_restauracao_vfinal.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="">Portaria CBRN 01/2015</a></strong>: Estabelece o Protocolo de Monitoramento de Projetos de Restauração Ecológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambos os instrumentos legais estabelecem requisitos mínimos para os Projetos de Restauração Ecológica, entretanto cabe ao profissional responsável pela elaboração do projeto adequar as especificidades da área a ser restaurada aos instrumentos legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 20 anos de experiência, observo que muitos projetos de restauração seguem critérios de adubação ou preparação de solo utilizados em agricultura. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversos projetos que chegaram em minhas mãos através de cliente descreviam que as medidas iniciais da restauração eram a calagem do solo (aplicação de calcário para a redução do pH do solo) e na sequencia a adução com o adubo mineral NPK. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o projeto não trazia uma análise do solo, demonstrando um pH elevado ou o déficit de nitrogênio, fosforo e potássio (NPK) para demonstrar a necessidade destas aplicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A restauração ecológica NÂO É agricultura. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de um plantio de espécies nativas heterogêneas, ou seja, com significativa diversidade de espécies com necessidades diferentes de nutrientes oriundos do solo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, para se fazer uma restauração ecológica é necessário entender como está o solo, e pensar incialmente em estratégias de restaurar a capacidade do solo de ciclar nutrientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, os projetos de restauração ecológica não são padronizados. Cada local é um local, que requer uma estratégia diferente para restauração o solo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o solo restaurado ou em restauração, este tem capacidade de receber sementes trazidas pela fauna ou pelo vento, por exemplo, e dar condições que que esta semente brote e se torne uma regenerante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto de restauração ecológica deve conter o entendimento de como o local objeto de estudo pode se restaurar, e a partir disso trazer estratégias de manejo que viabilizem com mais velocidade os ciclos ecológicos naturais de uma floresta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há diversas estratégias com custo baixo ao empreendedor que são aceitas pelos órgãos ambientais. Cabe ao profissional responsável pelo projeto conhecer as técnicas e a legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dessas técnicas é A NUCLEAÇÃO.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nucleação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Nucleação é a proposta de criar pequenos habitats (núcleos) dentro da área degradada de forma a induzir uma heterogeneidade ambiental, propiciando ambientes distintos no espaço e no tempo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os núcleos têm o papel de facilitar o processo de recrutamento de novas espécies dos fragmentos vizinhos, do banco de sementes local e também influenciam os novos núcleos formados ao longo do tempo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, são criadas condições para a regeneração natural, como a chegada de espécies vegetais, animais e microrganismos e a formação de uma rede de interações entre eles. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia da nucleação por meio da implantação dos núcleos é disparar gatilhos ecológicos no processo de regeneração natural. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os núcleos são elementos capazes de formar novas populações, novos nichos de regeneração e gerar conectividade na paisagem</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica a dica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono &#8211; UFPR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">htmeioambiente@gmail.com</p>



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		<title>PGRSCC &#8211; Construção civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 23:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento municipal]]></category>
		<category><![CDATA[PGRSCC]]></category>
		<category><![CDATA[SIGOR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O PGRSCC &#8211; Plano de gerenciamento de resíduos sólidos de construção civil é um documento obrigatório desde de o advento do Resolução CONAMA nº 307/2002, para empreendimentos geradores de resíduos de construção civil. Com o avanço da tecnologia em sistemas digitais de informações, no Estado de São Paulo, o gerenciamento de resíduos passou a ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O PGRSCC &#8211; Plano de gerenciamento de resíduos sólidos de construção civil é um documento obrigatório desde de o advento do <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamento/documentos/2002_Res_CONAMA_307.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Resolução CONAMA nº 307/2002">Resolução CONAMA nº 307/2002</a>, para empreendimentos geradores de resíduos de construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço da tecnologia em sistemas digitais de informações, no Estado de São Paulo,  o gerenciamento de resíduos passou a ser monitorado pela CETESB por meio do SIGOR &#8211; SISTEMA ESTADUAL DE GERENCIAMENTO ON LINE DE RESÍDUOS SÓLIDOS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O SIGOR é subdividido em módulos, sendo um deles específico para resíduos de construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modulo do SIGOR para Construção Civil, permite a inserção de dados no sistema, específicos para cada empreendimento, e o envio destes dados diretamente às prefeituras municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe então as prefeituras avaliarem as informações e aprovar ou não o PGRSCC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este sistema está em funcionamento desde de 2023, entretanto nem todas as prefeituras municipais já aderiram ao SIGOR. Assim, cabe ao empreendedor verificar junto a prefeitura municipal qual a forma de envio deste documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas prefeituras também requerem documentos específicos para a aprovação do PGRSCC, então é importante ficar atento à legislação municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PGRSCC é um documento requerido em licenciamento ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">contato@humanaterra.com.br</p>



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