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	<title>Sustentabilidade - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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	<description>Licenciamento Ambiental: mais de  25 anos na área ambiental</description>
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		<title>Economize com o IPTU VERDE em EMBU das ARTES</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 16:22:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para você, empreendedor (a), o benefício do IPTU VERDE em Embu das Artes &#8211; SP é uma excelente forma de economia para o empreendimento que possuem áreas verdes em seu site. O  DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014, regulamentou o benefício do IPTU VERDE no município e vem promovendo descontos significativos para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_130" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="130" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="300" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog.png" alt="" class="wp-image-133" style="width:144px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog.png 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p>Para você, empreendedor (a), o benefício do IPTU VERDE em Embu das Artes &#8211; SP é uma excelente forma de economia para  o  empreendimento que possuem áreas verdes em seu site.</p>



<p>O  <a href="https://leismunicipais.com.br/a/sp/e/embu-das-artes/decreto/2014/88/882/decreto-n-882-2014-regulamenta-o-artigo-64-inciso-iii-e-seus-paragrafos-da-lei-complementar-n-101-de-26-de-dezembro-de-2007" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored" title="DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014">DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014</a>, regulamentou o benefício do IPTU VERDE no município e vem promovendo descontos significativos para empresas ou empreendedores que possuem áreas verdes em seus sites.</p>



<p>O desconto pode variar de 20% a 100% dependendo do enquadramento do imóvel no Decreto Municipal.</p>



<p>Para você que quer solicitar o benefício para o ano de 2027, o protocolo da documentação necessária deve ser feito até o dias 30 de junho de 2026. </p>



<p>Também é importante lembrar que, no município de Embu das Artes, os profissionais responsáveis pelos estudos técnicos requeridos para o processo do IPTU VERDE devem ser inscritos no CCM do município.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estudos e documentos necessários</h2>



<p>Os estudos necessários são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.humanaterra.com.br/laudo-de-vegetacao/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Laudo de Caracterização da Vegetação">Laudo de Caracterização da Vegetação</a>;</li>



<li>Planta Planialtimétrica Cadastral do site;</li>



<li>Memorial descritivo de área verde;</li>
</ul>



<p>Todos os estudos devem seguir o padrão estabelecido pela prefeitura municipal e devem ser acompanhados de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e CCM dos responsáveis pelo estudo. </p>



<p>Além dos documentos técnicos, também são requerido as outros documentos dependendo do ramo da empresa. Dentre estes documentos estão licenças ambientais, certidões negativas, matrícula atualizada, entre outros.</p>



<p>Além disso, uma das etapas é a vistoria dos técnicos da prefeitura ao local para a verificação da veracidade das informações apresentadas nos estudos técnicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Renovação do IPTU VERDE</h2>



<p>Fique  atento.</p>



<p>A parte interessada pode solicitar o beneficio por 1 ano, 5 anos ou 10 anos. Quanto maior o tempo, maior o percentual de desconto.</p>



<p>Entretanto, mesmo que o beneficio seja solicitado por um período superior à 1 ano,  é necessário que o mesmo seja renovado anualmente.</p>



<p>A solicitação de renovação também deve respeitar o prazo de de 30 de junho para protocolar o este processo.</p>



<p>A HUMANA TERRA possui expertise em processos de IPTU VERDE em Embu das Artes e todos os requisitos para o atendimento a legislação vigente.</p>



<p>Entre em contato conosco para informações e orçamentos.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>blanche@humanaterra.com.br</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
</div>



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			</item>
		<item>
		<title>O terror do empreendedor: a  Legislação Ambiental. Como fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 17:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante meus quase 30 anos na área de licenciamento ambiental e meio ambiente, já ouvi reclamações e desabafos de todos os tipos sobre a Legislação Ambiental. Sempre foi muito comum ouvir de empreendedores o quanto a legislação ambiental atrapalham seus planos. Muitos se aventuravam na irregularidade e mais cedo do que imaginavam, passavam a reclamar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_111" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="111" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="200" height="150" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/terror_legislacao_ambiental.jpg" alt="Legislação Ambiental" class="wp-image-112"/><figcaption class="wp-element-caption">Legislação Ambiental</figcaption></figure>
</div>


<p>Durante meus quase 30 anos na área de licenciamento ambiental e meio ambiente, já ouvi reclamações  e desabafos de todos os tipos sobre a Legislação Ambiental.</p>



<p>Sempre foi muito comum ouvir de empreendedores o quanto a legislação ambiental  atrapalham seus planos. </p>



<p>Muitos se aventuravam na irregularidade e mais cedo do que imaginavam, passavam a reclamar mais ainda das multas e da necessidade de regularização.</p>



<p>Porém, nos últimos anos, percebo que as reclamações estão diminuindo e o discurso está mudando. </p>



<p>Alguns pelo medo de multas e penalidades, e outros, por consciência ambiental, estão reclamando menos e se adequando mais.</p>



<p>Mas porque as leis ambientais são tão complexas e muitas vezes trazem uma boa dose de dor de cabeça ao empreendedor? </p>



<p>É importante esclarecer que toda a legislação ambiental segue os princípios do artigo segundo da  <a href="https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&amp;numero=6938&amp;ano=1981&amp;ato=5b0UTRE50MrRVT15d" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">Lei nº 6.938 de 31 de agosto de 1981</a>, que trata da Política Nacional de Meio Ambiente.</p>



<p>Assim, todas as normas ambientais são feitas para preservar, melhorar e recuperar a qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar condições ao desenvolvimento socioeconômico e a proteção da dignidade da vida humana.</p>



<p>Após décadas de destruição do meio ambiente e, com as consequências das mudanças climáticas batendo cada vez mais forte na porta de cada um de nós, não é difícil concluir o quanto é complexo equilibrar desenvolvimento urbano com a manutenção e recuperação da natureza que nos sustenta.</p>



<p>Para dar conta da complexidade de cumprir a missão dada pela Política Nacional de Meio Ambiente, ao longo dos anos, a legislação ambiental vem se adaptando.</p>



<p>As adaptações são feitas de diversas formas: por meio da virtualização dos processos e também por meio da descentralização das demandas ambientais.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Processos ambientais digitais</h5>



<p>A maioria dos órgão ambientais, com exceção de algumas prefeituras, possui sistema próprio para se protocolar os documentos para a abertura de uma processo de licenciamento ambiental.</p>



<p>Com as plataformas digitais, os órgãos ambientais também podem cruzar dados de outras plataformas, como por exemplo, mapas e plantas georefenciadas.</p>



<p>As plataformas também possibilita que sejam protocolados arquivos georeferenciados como shapefiles. Esse tipo de tecnologia permite maior precisão dos projetos e também das análises ambientais.</p>



<p>Se, por um lado, há ausência de papel, permite que as análises sejam mais rápidas, além de ser uma prática mais sustentável, por outro lado exige que o empreendedor apresente  documentos e estudos dentro de uma formatação padrão, que requer muito critério técnico.</p>



<p>Além disso, para a abertura dos processos digitais, no caso da CETESB, faz necessário um técnico, com ART, responsável pelo processo. Antes a ART era necessária apenas para os laudos, plantas e estudos técnicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Descentralização das demandas ambientais</h4>



<p>Quando se trata de licenciamento ambiental, há muitos elementos envolvidos, como fauna, vegetação, água, esgotamento sanitário, entre outros.</p>



<p>Como exemplo, osso citar que, para licenciamentos em âmbito estadual, os assuntos de fauna e flora são tratados junto à CETESB. Intervenção em cursos d&#8217;água devem ser tratados no DAEE, e esgotamento sanitário junto à SABESP.</p>



<p>Por isso, para grande empreendimentos, os licenciamentos são efetuados por meio do GRAPROHAB. Este órgão é como um balcão de distribuição de documentos e estudos.</p>



<p>Para grandes empreendimentos são necessárias autorizações de diversos órgãos, e o GRAPROHAB centraliza a entrega destes estudos e os distribui entre os órgãos necessários.</p>



<p>Por este breve exemplo, é possível ter uma ideia da complexidade das leis ambientais. </p>



<p> Neste artigo não comentei sobre o poder municipal e suas atribuições.</p>



<p>Por isso, é de fundamental importância que o empreendedor consulte um (a) especialista, seja para elaborar os documentos técnicos ou para conduzir os processos ambientais.</p>



<p><a href="https://blog.humanaterra.com.br/wp-admin/post.php?post=111&amp;action=edit" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Clique aqui para acessar um dos artigos que falam sobre o GRAPROHAB">Clique aqui para acessar um dos artigos que falam sobre o GRAPROHAB</a></p>



<p>Fica a dica.</p>



<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



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		<title>Restauração ecológica com baixo custo</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 15:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[Nucleação]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de restauração ecológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto de restauração ecológica, em processos de licenciamento ambiental ou regularização ambiental, seja no âmbito estadual ou no âmbito municipal, é uma exigência quando há a necessidade de restauração ecológica de APP’s (Área de Preservação Permanente) e Áreas Verdes, no empreendimento a ser licenciado. A elaboração do Projeto de Restauração Ecológica deve seguir os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_95" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="95" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-96" style="width:197px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo-768x1024.jpeg 768w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo-225x300.jpeg 225w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo.jpeg 960w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
</div>


<p>O projeto de restauração ecológica, em processos de licenciamento ambiental ou regularização ambiental, seja no âmbito estadual ou no âmbito municipal, é uma exigência quando há a necessidade de restauração ecológica de APP’s (Área de Preservação Permanente) e Áreas Verdes, no empreendimento a ser licenciado.</p>



<p>A elaboração do Projeto de Restauração Ecológica deve seguir os requisitos, no estado de São Paulo, de legislação específica. São elas:</p>



<p><strong><a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamentoambiental/wp-content/uploads/sites/32/2019/05/Resolu%C3%A7%C3%A3o-SMA-n%C2%BA-32-2014.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="RESOLUÇÃO SMA Nº 32, DE 03 DE ABRIL DE 2014">RESOLUÇÃO SMA Nº 32, DE 03 DE ABRIL DE 2014</a></strong>: Estabelece as orientações, diretrizes e critérios sobre restauração ecológica no Estado de São Paulo, e dá providências correlatas;</p>



<p>e</p>



<p><strong><a href="https://smastr16.blob.core.windows.net/legislacao/2016/12/2015_1_15_Procotolo_monitoramento_restauracao_vfinal.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="">Portaria CBRN 01/2015</a></strong>: Estabelece o Protocolo de Monitoramento de Projetos de Restauração Ecológica.</p>



<p>Ambos os instrumentos legais estabelecem requisitos mínimos para os Projetos de Restauração Ecológica, entretanto cabe ao profissional responsável pela elaboração do projeto adequar as especificidades da área a ser restaurada aos instrumentos legais.</p>



<p>Em 20 anos de experiência, observo que muitos projetos de restauração seguem critérios de adubação ou preparação de solo utilizados em agricultura. </p>



<p>Diversos projetos que chegaram em minhas mãos através de cliente descreviam que as medidas iniciais da restauração eram a calagem do solo (aplicação de calcário para a redução do pH do solo) e na sequencia a adução com o adubo mineral NPK. </p>



<p>Porém, o projeto não trazia uma análise do solo, demonstrando um pH elevado ou o déficit de nitrogênio, fosforo e potássio (NPK) para demonstrar a necessidade destas aplicações.</p>



<p>A restauração ecológica NÂO É agricultura. </p>



<p>Trata-se de um plantio de espécies nativas heterogêneas, ou seja, com significativa diversidade de espécies com necessidades diferentes de nutrientes oriundos do solo.</p>



<p>Assim, para se fazer uma restauração ecológica é necessário entender como está o solo, e pensar incialmente em estratégias de restaurar a capacidade do solo de ciclar nutrientes.</p>



<p>Assim, os projetos de restauração ecológica não são padronizados. Cada local é um local, que requer uma estratégia diferente para restauração o solo.</p>



<p>Com o solo restaurado ou em restauração, este tem capacidade de receber sementes trazidas pela fauna ou pelo vento, por exemplo, e dar condições que que esta semente brote e se torne uma regenerante.</p>



<p>O projeto de restauração ecológica deve conter o entendimento de como o local objeto de estudo pode se restaurar, e a partir disso trazer estratégias de manejo que viabilizem com mais velocidade os ciclos ecológicos naturais de uma floresta.</p>



<p>Há diversas estratégias com custo baixo ao empreendedor que são aceitas pelos órgãos ambientais. Cabe ao profissional responsável pelo projeto conhecer as técnicas e a legislação.</p>



<p>Uma dessas técnicas é A NUCLEAÇÃO.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nucleação</h2>



<p>A Nucleação é a proposta de criar pequenos habitats (núcleos) dentro da área degradada de forma a induzir uma heterogeneidade ambiental, propiciando ambientes distintos no espaço e no tempo. </p>



<p>Os núcleos têm o papel de facilitar o processo de recrutamento de novas espécies dos fragmentos vizinhos, do banco de sementes local e também influenciam os novos núcleos formados ao longo do tempo. </p>



<p>Dessa forma, são criadas condições para a regeneração natural, como a chegada de espécies vegetais, animais e microrganismos e a formação de uma rede de interações entre eles. </p>



<p>A ideia da nucleação por meio da implantação dos núcleos é disparar gatilhos ecológicos no processo de regeneração natural. </p>



<p>Os núcleos são elementos capazes de formar novas populações, novos nichos de regeneração e gerar conectividade na paisagem</p>



<p>Fica a dica.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono &#8211; UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
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		<title>PGRSCC &#8211; Construção civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 23:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[Licenciamento municipal]]></category>
		<category><![CDATA[PGRSCC]]></category>
		<category><![CDATA[SIGOR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PGRSCC &#8211; Plano de gerenciamento de resíduos sólidos de construção civil é um documento obrigatório desde de o advento do Resolução CONAMA nº 307/2002, para empreendimentos geradores de resíduos de construção civil. Com o avanço da tecnologia em sistemas digitais de informações, no Estado de São Paulo, o gerenciamento de resíduos passou a ser monitorado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_89" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="89" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div>
<p>PGRSCC &#8211; Plano de gerenciamento de resíduos sólidos de construção civil é um documento obrigatório desde de o advento do <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamento/documentos/2002_Res_CONAMA_307.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Resolução CONAMA nº 307/2002">Resolução CONAMA nº 307/2002</a>, para empreendimentos geradores de resíduos de construção civil.</p>



<p>Com o avanço da tecnologia em sistemas digitais de informações, no Estado de São Paulo,  o gerenciamento de resíduos passou a ser monitorado pela CETESB por meio do SIGOR &#8211; SISTEMA ESTADUAL DE GERENCIAMENTO ON LINE DE RESÍDUOS SÓLIDOS. </p>



<p>O SIGOR é subdividido em módulos, sendo um deles específico para resíduos de construção civil.</p>



<p>O modulo do SIGOR para Construção Civil, permite a inserção de dados no sistema, específicos para cada empreendimento, e o envio destes dados diretamente às prefeituras municipais.</p>



<p>Cabe então as prefeituras avaliarem as informações e aprovar ou não o PGRSCC.</p>



<p>Este sistema está em funcionamento desde de 2023, entretanto nem todas as prefeituras municipais já aderiram ao SIGOR. Assim, cabe ao empreendedor verificar junto a prefeitura municipal qual a forma de envio deste documento.</p>



<p>Algumas prefeituras também requerem documentos específicos para a aprovação do PGRSCC, então é importante ficar atento à legislação municipal.</p>



<p>O PGRSCC é um documento requerido em licenciamento ambiental.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>contato@humanaterra.com.br</p>



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		<title>Inventário Florestal &#8211; Mercado de Carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 00:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para você que é proprietário de áreas verdes, em breve suas áreas poderão ser convertidas em créditos de carbono. Em 2023 a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) 2.148/2015. Este projeto prevê a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), e estabelece tetos para emissões. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_82" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="82" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div>
<p>Para você que é proprietário de áreas verdes, em breve suas áreas poderão ser convertidas em créditos de carbono.</p>



<p>Em 2023 a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei <a href="https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/1548579" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(PL) 2.148/2015</a>. Este projeto prevê a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), e estabelece tetos para emissões. Também prevê regras para a venda de títulos de compensação.</p>



<p><em>&#8220;O PL 2.148/2015 elenca uma série de ações que podem gerar créditos de carbono. Entre elas:</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>recomposição, manutenção e conservação de áreas de preservação permanente (APPs), de reserva legal ou de uso restrito e de unidades de conservação;</em></li>



<li><em>unidades de conservação integral ou de uso sustentável com plano de manejo; e</em></li>



<li><em>projetos de assentamentos da reforma agrária.</em></li>
</ul>



<p><em>Povos indígenas e comunidades tradicionais ficam autorizados a entrar no mercado por meio de associações. O mesmo vale para assentados da reforma agrária&#8221;.</em> Fonte: Agência Senado</p>



<p><em>O Senado volta a discutir em 2024 a regulamentação do mercado de carbono. A Casa aguarda a chegada do Projeto de Lei <a href="https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/1548579" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(PL) 2.148/2015</a>, que cria o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), estabelece tetos para emissões e prevê regras para a venda de títulos de compensação. O texto foi aprovado em dezembro de 2023 pela Câmara dos Deputados.</em> Fonte: Agência Senado</p>



<p>Esta é uma grande oportunidade para que proprietários de áreas florestadas possam reverter suas propriedades em créditos de carbono negociáveis.</p>



<p>Para que estas áreas sejam elegíveis, deve ser elaborado um inventário para determinar a estimativa de carbono fixado no fragmento florestal. Dependendo do tipo e estágio da vegetação, o método é diferente.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>contato@humanaterra.com.br</p>



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<p></p>



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		<title>Inventário de GEE &#8211; CETESB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 12:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A DECISÃO DE DIRETORIA Nº 035/2021/P, de 13 de abril de 2021, dispõe sobre os critérios para a elaboração do inventário de emissões de gases de efeito estufa que deverão enviar o inventário de emissões para a CETESB no Estado de São Paulo. Diversas atividades dos setores da indústria e de serviços devem elaborar seus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_77" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="77" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div>
<p>A <a href="https://cetesb.sp.gov.br/inventario-gee-empreendimentos/wp-content/uploads/sites/35/2021/04/DD-035-2021-P-2.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="DECISÃO DE DIRETORIA Nº 035/2021/P, de 13 de abril de 2021">DECISÃO DE DIRETORIA Nº 035/2021/P, de 13 de abril de 2021</a>, dispõe sobre os critérios para a elaboração do inventário de emissões de gases de efeito estufa que deverão enviar o inventário de emissões para a CETESB no Estado de São Paulo.</p>



<p>Diversas atividades dos setores da indústria e de serviços devem elaborar seus respectivos inventários e enviá-los à CETESB de acordo com a legislação vigente. Dentre estas atividades estão a produção de produtos químicos diversos, termoelétricas, indústria de papel e celulose, aterros sanitários, entre outras atividades. A lista completa detalhada está  no link acima.</p>



<p>O inventário deve atender os requisitos da Norma ABNT NBR ISO 14064 ou a metodologia do GHG Protocol.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



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		<title>Inventário florestal para crédito de carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 13:29:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inventário Florestal para mercado de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O inventário florestal para o mercado de carbono visa quantificar a a biomassa de um fragmento florestal. É um requisito básico para desenvolver projetos que tenham como objetivo a obtenção de certificados de crédito de carbono. O carbono representa cerca de 50% da biomassa florestal e encontra-se fixado nos diversos &#8220;compartimentos&#8221; de uma floresta. Ou [&#8230;]</p>
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<p>O inventário florestal para o mercado de carbono visa quantificar a a biomassa de um fragmento florestal. É um requisito básico para desenvolver projetos que tenham como objetivo a obtenção de certificados de crédito de carbono.</p>



<p>O carbono representa cerca de 50% da biomassa florestal e encontra-se fixado nos diversos &#8220;compartimentos&#8221; de uma floresta. Ou seja, na biomassa viva (acima e abaixo do solo), na biomassa morta e na matéria orgânica do solo. São estes compartimentos:</p>



<p></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carbono na biomassa viva acima do solo</strong>&nbsp;&#8211; Inclui troncos, galhos, copa, sementes e folhas.</li>



<li><strong>Carbono na biomassa viva abaixo do solo</strong>&nbsp;&#8211; Inclui raízes vivas, excluindo aquelas pequenas (diâmetro &lt; 2 milímetros) porque não podem ser distinguidas da matéria orgânica do solo ou da serapilheira.</li>



<li><strong>Carbono na biomassa morta</strong>&nbsp;&#8211; Carbono de toda a biomassa lenhosa morta que não faz parte da serapilheira. Inclui o que já está caído no solo, as raízes mortas e os galhos com diâmetros superiores a 10 centímetros.</li>



<li><strong>Carbono na serapilheira</strong>&nbsp;&#8211; Carbono de toda a biomassa morta com diâmetro inferior ao diâmetro mínimo exigido pelo Brasil para medir madeira morta, em vários estágios de decomposição por cima do solo mineral ou orgânico.</li>



<li><strong>Carbono do solo</strong> &#8211; Carbono orgânico nos solos minerais e orgânicos a uma profundidade específica e aplicada de maneira coerente em todas as séries cronológicas.</li>
</ul>



<p>A maior parte da biomassa vegetal encontra-se na parte área das árvores de maior diâmetro (80%), exceto no bioma Cerrado, onde a biomassa vegetal concentra-se nas raízes (biomassa subterrânea &#8211; 70%), por isso chamada de &#8220;floresta invertida&#8221;. </p>



<p>Há metodologias específicas para se determinar estas quantidades.</p>



<p>Entre em contato conosco para orçamento ou informações.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>contato@humanaterra.com.br</p>



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