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	<title>Licenciamento ambiental - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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	<description>Licenciamento Ambiental: mais de  25 anos na área ambiental</description>
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	<title>Licenciamento ambiental - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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	<item>
		<title>Laudo de vegetação em Barueri</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:07:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação em Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento municipal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O laudo de vegetação em Barueri deve atender os requisitos da RESOLUÇÃO SEMA Nº 04, DE 25 DE MAIO DE 2026. Esta Resolução que traz o detalhamento das informações que devem constar no laudo de vegetação no seu Anexo 1. De maneira geral o laudo de vegetação, independentemente do órgão licenciador, requer algumas informações que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="666" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog.jpg" alt="Laudo de vegetação" class="wp-image-102" style="aspect-ratio:0.7507670095650605;width:243px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog.jpg 500w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption class="wp-element-caption">Laudo de vegetação</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O laudo de vegetação em Barueri deve atender os requisitos da <a href="https://portal.barueri.sp.gov.br/arquivos/sites/sm/2026/RESOLUCAO_SEMA_004_2026_PODA%20E_CORTE_ARVORES_101800_2026.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="RESOLUÇÃO SEMA Nº 04, DE 25 DE MAIO DE 2026">RESOLUÇÃO SEMA Nº 04, DE 25 DE MAIO DE 2026</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta Resolução que traz o detalhamento das informações que devem constar no laudo de vegetação no seu Anexo 1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De maneira geral o <a href="https://blog.humanaterra.com.br/laudo-de-vegetacao-2/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="laudo de vegetação">laudo de vegetação</a>, independentemente do órgão licenciador, requer algumas informações que são comuns a todos os órgãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o município de Barueri, passou a exigir um grande detalhamento sobre a análise fitossanitária individual das árvores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre as informações requeridas, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Grau de inclinação: No caso de árvores inclinadas, será determinado o lado para o qual pende o tronco e o ângulo de inclinação, determinado com um clinômetro de pêndulo.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Copa D1 e D2 (m): A copa será medida no sentido vertical (D1) deverá ser medida com hipsômetro e registrada em metros com uma casa decimal e no sentido horizontal (D2) deverá ser medida com a trena sempre em metros sempre com uma casa decimal</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Faixa interna doente: Seguimento radial do tronco, em centímetros, onde se inicia o processo de biodeterioração.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A Resolução ainda exige que o laudo de vegetação analise a copa das árvores e seus elementos, incluindo presença de ninhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de todos os detalhamentos, a Resolução exige uma análise de risco: </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<em>Escala de risco: A avaliação do risco de acidentes com árvores exige experiência e bom senso. Esta avaliação visual é subjetiva, embora orientada por critérios objetivos. Para qualificar o risco será adotado um sistema de pontuação. Cada item que eventualmente possa oferecer risco, por exemplo, a presença de galhos secos sobre a rede, será avaliado quanto ao seu grau de risco que oferece. Esta pontuação será registrada na ficha de avaliação na escala de 1 a 5 para o item avaliação da copa</em>.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda há a necessidade de descrição do tronco, base do tronco e raízes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta avaliação detalhada permite verificar o efetivo estado fitossanitário da árvore e identificar a necessidade de supressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Resolução ainda traz um formulário estruturado para o preenchimento das informações.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://wa.me/5511934323848?text=Quero%20informa%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20licenciamento%20ambiental%20e%20estudos%20ambientaistform." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Entre em contato conosco pelo WHATS clicando aqui.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: <a href="https://wa.me/5511934323848?text=Quero%20informa%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20licenciamento%20ambiental%20e%20estudos%20ambientais" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored" title="">11 93432 3848</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://humanaterra.com.br">https://humanaterra.com.br</a></p>



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		<title>RAS do SEMASA Santo André</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 01:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[RAS]]></category>
		<category><![CDATA[SEMASA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O RAS (Relatório ambiental simplificado) do SEMASA da Prefeitura de Santo André, é um documento técnico ambiental definido pela Resolução Federal 279, de 27 de junho de 2001, em seu artigo segundo item primeiro: &#8220;I &#8211; Relatório Ambiental Simplificado RAS: os estudos relativos aos aspectos ambientais relacionados à localização, instalação, operação e ampliação de uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="769" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2-1024x769.jpeg" alt="RAS SEMASA" class="wp-image-247" style="aspect-ratio:1.3316159714653721;width:323px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2-1024x769.jpeg 1024w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2-300x225.jpeg 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2-768x576.jpeg 768w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2-1536x1153.jpeg 1536w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">RAS SEMASA</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O RAS (Relatório ambiental simplificado) do <a href="https://portais.santoandre.sp.gov.br/semasa/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="SEMASA da Prefeitura de Santo André">SEMASA da Prefeitura de Santo André</a>, é um documento técnico ambiental  definido pela <a href="https://www.ibama.gov.br/component/legislacao/?view=legislacao&amp;force=1&amp;legislacao=139361">Resolução Federal 279, de 27 de junho de 2001</a>, em seu artigo segundo item primeiro: </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<em>I &#8211; Relatório Ambiental Simplificado RAS: os estudos relativos aos aspectos ambientais relacionados à localização, instalação, operação e ampliação de uma atividade ou empreendimento, apresentados como subsídio para a concessão da licença prévia requerida</em>&#8220;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para obter o <a href="https://blog.humanaterra.com.br/o-terror-do-empreendedor-a-legislacao-ambiental-como-fazer/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="licenciamento ambiental">licenciamento ambiental</a>,  os empreendimento das atividades industriais de pequeno e médio porte, construção civil  dos ramos de loteamentos residenciais, condomínios e distritos industriais, infraestruturas como obras de saneamento e pequenas centrais de energia e comércios e serviços que geram efluentes, fumaça ou resíduos que precisam de controle, o RAS é requerido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Relatório Ambiental Simplificado deve ser elaborado atendendo as especificidades de acordo com o tipo da atividade. E deve conter, no mínimo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caracterização do empreendimento:</strong>  um descrição detalhada da atividade, produtos, processos, insumos, equipamentos que envolvem o funcionamento do empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diagnóstico ambiental:</strong> deve conter uma análise detalhada dos recursos naturais do local, do entorno direto e indireto, e um cruzamento de informações sobre as potenciais influências do empreendimento nos recursos naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impactos ambientais:</strong> deve conter uma descrição detalhada dos possíveis danos à água, ao ar, solo e demais recursos naturais existentes no local, bem como potenciais impactos ambientais à vizinhança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medidas mitigadoras:</strong> descrição detalhada das medidas preventivas e corretivas frente aos potenciais impactos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O RAS deve ser elaborado por profissionais capacitados como biólogos ou engenheiros ambientais com registro em conselho profissional, e o documento deve ser encaminhado ao SEMASA com a ART.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Roteiros de RAS</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O SEMASA oferece roteiros com as diretrizes e exigências mínimas para a elaboração do Relatório Ambiental Simplificado. Dependendo do seu tipo de empreendimento, há um roteiro específico:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.semasa.sp.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Roteiro-para-elabora%C3%A7%C3%A3o-do-RAS-Atividades-Industriais.doc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Roteiro de Atividades Industriais</a> para fábricas e produções.</li>



<li><a href="https://portais.santoandre.sp.gov.br/semasa/wp-content/uploads/sites/13/2024/06/Roteiro-para-elaboracao-do-RAS-Atividades-NAO-Industriais-e-APRM-V.17.11.21.doc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Roteiro de Atividades Não Industriais</a> para comércios ou serviços.</li>



<li><a href="https://www.semasa.sp.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/ROTEIRO-RAS-vers%C3%A3o-dez-14.doc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Roteiro Geral do Semasa</a> para orientações gerais.</li>
</ul>



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<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações e orçamentos, entre em contato conosco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://humanaterra.com.br">https://humanaterra.com.br</a></p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/ras-do-semasa-santo-andre/">RAS do SEMASA Santo André</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Laudo de vegetação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 17:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como fazer o laudo de vegetação e colocar a lei na prática? E essa é uma pergunta muito recorrente entre os profissionais ambientais. E este artigo tem o objetivo de ajudar a responder esta pergunta. Cada órgão fiscalizador ou cada município possui exigência próprias para o laudo de vegetação. Assim, é natural que não exista [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="500" height="375" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/17.jpg" alt="Laudo de vegetação" class="wp-image-237" style="width:296px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/17.jpg 500w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/17-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fragmento florestal</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Como fazer o laudo de vegetação e colocar a lei na prática?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E essa é uma pergunta  muito recorrente entre os profissionais ambientais.  E este artigo tem o objetivo de ajudar a responder esta pergunta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada órgão fiscalizador ou cada município possui exigência próprias para o laudo de vegetação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, é natural que não exista um modelo especifico e geral que oriente a elaboração deste laudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, existem alguns estudos iniciais que sempre serão a base para a elaboração do laudo de vegetação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, caberá ao profissional da área de meio ambiente, executar estes estudos iniciais e, a partir deles, elaborar o laudo atendendo a exigência do órgão ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, como devo começar? Pelo estudo fitossocilógico. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Estudo fitossociológico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos começar com o  <strong><a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%206.660-2008?OpenDocument" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">DECRETO Nº 6.660, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008</a></strong>, em seu artigo vinte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o decreto, para se requerer a supressão de vegetação deve -se apresentar o inventário sociológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;V &#8211; inventário fitossociológico da área a ser cortada ou suprimida, com vistas a determinar o estágio de regeneração da vegetação e a indicação da fitofisionomia original, elaborado com metodologia e suficiência amostral adequadas&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro instrumento legal, a <strong><a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2011.428-2006?OpenDocument" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">LEI Nº 11.428, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006</a></strong>, em seu artigo quarto, define quais são parâmetros básicos para se elaborar um estudo fitossociológico. São eles:</p>



<p class="wp-block-paragraph"> I- fisionomia;</p>



<p class="wp-block-paragraph">II &#8211; estratos predominantes;</p>



<p class="wp-block-paragraph">III &#8211; distribuição diamétrica e altura;</p>



<p class="wp-block-paragraph">IV &#8211; existência, diversidade e quantidade de epífitas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">V &#8211; existência, diversidade e quantidade de trepadeiras;</p>



<p class="wp-block-paragraph">VI &#8211; presença, ausência e características da serapilheira;</p>



<p class="wp-block-paragraph">VII &#8211; sub-bosque;</p>



<p class="wp-block-paragraph">VIII &#8211; diversidade e dominância de espécies;</p>



<p class="wp-block-paragraph">IX &#8211; espécies vegetais indicadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A metodologia para a coleta destes dados deve ser determinada pelo (a) profissional de meio ambiente que executará o laudo de vegetação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dos dados coletados do inventário fitossociológico, utilizamos outra legislação, a <a href="https://conama.mma.gov.br/?option=com_sisconama&amp;task=arquivo.download&amp;id=142" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">Resolução CONAMA nº01/94</a>. Esta Resolução define as características da vegetação quanto ao seu estágio sucessional, ou seja, se ela é estágio secundário inicial, médio ou avançado, ou se é uma vegetação em estágio primário de desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante lembrar que as legislações descritas neste artigo, são específicas para a Mata Atlântica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mapeamento do laudo de vegetação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com a análise dos dados fitossociológico e a classificação da vegetação em mãos, é hora de plotar em planta as áreas de cada estágio de vegetação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, temos o mapeamento base do laudo de vegetação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez que, este documento será de extrema importância para decidir como implantar um empreendimento no local, é fundamental que ele reflita a realidade local e atenda a legislação ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além  disso,  é importante lembrar que o<a href="https://blog.humanaterra.com.br/laudo-de-fauna-cetesb/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title=" estudo de fauna"> estudo de fauna</a> também tem um papel decisivo no planejamento da implantação do empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações e orçamentos, entre em contato conosco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://humanaterra.com.br">https://humanaterra.com.br</a></p>



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		<title>Extinção, será a nossa vez?</title>
		<link>https://blog.humanaterra.com.br/extincao-sera-a-nossa-vez/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=extincao-sera-a-nossa-vez</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 00:54:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A extinção ocorre quando há o desaparecimento definitivo de todos os indivíduos de uma espécie. Uma espécie está ameaçada, seja de flora ou de fauna, quando sua população se&#160;reduz drasticamente, podendo desaparecer. A principal causa para o risco de extinção de flora e vegetação é a destruição de habitats, caça, pesca ilegal e mudanças climáticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="286" height="207" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/veado_2.jpg" alt="Ameaçado de extinção" class="wp-image-160"/><figcaption class="wp-element-caption">Ameaçado de extinção</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A extinção ocorre quando há o desaparecimento definitivo de todos os indivíduos de uma espécie. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma espécie está ameaçada, seja de flora ou de fauna, quando sua população se&nbsp;reduz drasticamente,  podendo desaparecer. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal causa para o risco de extinção de flora e vegetação é a destruição de habitats, caça, pesca ilegal e mudanças climáticas (de acordo com a IA do Google). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o buraco é mais embaixo, obviamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que o objetivo da legislação ambiental seja buscar o equilíbrio entre o que chamamos de desenvolvimento e a preservação do meio ambiente, meus mais de 20 anos na área de consultoria ambiental me trazem reflexões mais profundas sobre os pesos que são colocados nesta balança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo deste artigo não é quantificar a eficácia da legislação. Mas refletir sobre o porque chegamos onde chegamos e qual seria um potencial caminho de retorno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Extinção e os instrumentos legais ambientais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Toda legislação ambiental é amparada por estudos acadêmicos e monitoramentos ambientais efetuados ao longo dos anos, assim as limitações e as obrigatoriedades determinadas pelos instrumentos legais não são aleatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação e as pessoas que estão envolvidas no processo de desenvolvimento dos instrumentos legais ambientais, sejam estes pesquisadores, legisladores, servidores públicos, empresas que desenvolvem tecnologias limpas ou consultores ambientais, buscam equilibrar a necessidade de mudança de uso do solo com a preservação ambiental. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E isso faz parte de um sistema, onde cada um faz sua parte, e assim atuamos para construir um mundo melhor. Mas será que esse sistema está funcionando?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento das catástrofes ambientais, das mudanças climáticas, e o desaparecimento de  espécies de fauna e de flora de algumas regiões, trazem a tona uma problemática mais profunda, que a própria legislação não pode alcançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a legislação tenta equilibrar a balança, há  forças contrárias cuja dedicação é exclusiva em desequilibrá-la.  E essas forças são as nossas crenças frente a Natureza. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Natureza é resiliente e sempre arruma um jeito de voltar à vida. &#8220;Vida não se chama vida a toa&#8221; &#8211; ouvi de uma professora da Geografia da USP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema natural se ajusta e se reajusta, quantas vezes forem necessárias, e não importa o tempo que leve, porque é isso que Ela (A natureza) nasceu para fazer. Ela nasceu para gerar vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Basta observar aquela planta, que chamamos de &#8220;praga&#8221;, que nasce na fenda de uma ponte em meio ao mar de concreto das cidades. Por quantas vezes ela for cortada, serão quantas vezes ela nascerá. E se a fenda for preenchida com cimento, a planta achará outra fenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a Natureza sustenta a vida, nós reduzimos esta imensidão de conhecimento e sabedoria em &#8220;recurso&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande problema da concepção de que a Natureza é um recurso, é que os elementos que compõe a nossa Mãe Terra, se tornam produtos como em prateleiras de supermercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No site da <a href="https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/prateleira-ambiental/recursos-naturais-ou-recursos-ambientais/#:~:text=Recursos%20naturais%20s%C3%A3o%20quaisquer%20insumos,necessidades%20humanas%20no%20planeta%20Terra." target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored" title="SEMIL do Estado de São Paulo">SEMIL do Estado de São Paulo</a>, está é a definição de Recurso Natural &#8220;<em>Recursos naturais&nbsp;são <strong>quaisquer insumos</strong> (matérias-primas) ou<strong> elementos naturais</strong> (abióticos – que não têm vida ou bióticos – que têm vida) que estão na natureza e <strong>podem atender às necessidades humanas no planeta Terra</strong></em>&#8220;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição da SEMIL deixa claro que a Natureza está a nosso serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na minha opinião, quando algo se torna um recurso para sobrevivência de uma única espécie (e do ego dela), todo o restante é colocado em posição de inferioridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A função de tudo que existe, além do ser humano é, especificamente, servi-lo, e assim o seu valor está vinculado a importância da sua subserviência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, há pouco tempo, fiz um estudo de fauna, e observei a presença de um veado mateiro em uma área. Tive o privilégio de fotografá-lo. Esta espécie, atualmente, consta na <a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2018/decreto-63853-27.11.2018.html" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="lista de espécies de fauna ameaçada de extinção do estado de São Paulo.">lista de espécies de fauna ameaçada de extinção do estado de São Paulo.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">E por conta da presença desta espécie no local, há restrições para se fazer intervenção no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A restrição existe porque o &#8220;recurso&#8221; veado mateiro, está escasso. E, de acordo com as atuais regras, o que está escasso protegemos, e o que temos em abundância, utilizamos ou não damos valor. Afinal são só recursos, não é mesmo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Convido, então, a refletir sobre o impacto fulminante que tratar a natureza como recurso causa, não apenas no meio ambiente, mas também no comportamento e no emocional das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeiro lugar, quando se produtifica algo, ou seja, algo se torna um recurso, limitamos as potencialidades deste algo à nossa necessidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, este algo perde seu valor de existência, e somente enxergamos valor nele, se nos servir. A partir daí, perde-se o respeito pela existência e pela vida desse algo. Perde-se a noção de relacionamento, de troca de experiência e conexão com esse algo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Penso que, quando produtificamos a Natureza, nos tornamos inertes uma vez que nos isolamos do sistema natural. E nada na Natureza é inerte. Assim, essa nossa crença, corre na contramão de tudo que é natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então fica aqui um convite para repensar sua relação com a Natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doutora em Turismo em Áreas Naturais – USP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://humanaterra.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="www.humanaterra.com.br">www.humanaterra.com.br</a></p>
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		<title>Levantamento Cadastral Arbóreo, quando fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 13:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Compensação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[DCRA/GTMAPP (antigo DEPAVE)]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[Levantamento cadastral arbóreo]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de compensação ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O levantamento cadastral arbóreo é um estudo técnico exigido em processos de licenciamento ambiental de empreendimentos que requeiram o manejo de árvores. Como manejo, entende-se o corte, a poda, o transplantio e o plantio de árvores. Este estudo deve ser executado por profissional habilitado, com formação na biologia, engenharia florestal ou agronomia, e o profissional [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="400" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/numero_arvore.jpeg" alt="Levantamento cadastral arbóreo" class="wp-image-156" style="width:203px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/numero_arvore.jpeg 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/numero_arvore-225x300.jpeg 225w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption class="wp-element-caption">Levantamento cadastral arbóreo</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O levantamento cadastral arbóreo é um estudo técnico exigido em processos de licenciamento ambiental de empreendimentos que requeiram o manejo de árvores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como manejo, entende-se o corte, a poda, o transplantio e o plantio de árvores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este estudo deve ser executado por profissional habilitado, com formação na biologia, engenharia florestal ou agronomia, e o profissional deve emitir a ART (Anotação e responsabilidade técnica).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Requisitos mínimos para um levantamento cadastral arbóreo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A base do levantamento cadastral arbóreo é a planialtimetrica cadastral do empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O planialtimétrico cadastral é um mapeamento do terreno que demonstra graficamente, com alta precisão, os limites da área, os desníveis do relevo e a localização  das estruturas e elementos do terreno (construções, árvores, ruas, redes elétricas, cercas etc).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta planta deve ser elaborada por profissional habilitada em topografia ou agrimensura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a planta cadastral em mãos, é hora de ir a campo para identificar as espécies das árvores e coletar seus dados dendométricos (DAP, altura, estado fitossanitário, origem, status de conservação, por exemplo). </p>



<p class="wp-block-paragraph">É fundamental identificar as árvores na planta e no local, com um código numérico. Para efetuar essa identificação no local, pode-se utilizar uma placa amarrada em cada uma das árvores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que esse procedimento facilita o processo de vistoria  por parte dos órgãos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo <a href="https://blog.humanaterra.com.br/psa-psp-e-pca-dcra-gtmapp-antigo-depave/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="PSA, PSP e PCA – DCRA/GTMAPP (antigo DEPAVE)">PSA, PSP e PCA – DCRA/GTMAPP (antigo DEPAVE)</a> apresenta como este levantamento cadastral arbóreo é utilizada em estudos técnicos para a Prefeitura de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o município de São Paulo a Portaria SVMA 105/24 (<a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/portaria-secretaria-municipal-do-verde-e-do-meio-ambiente-svma-105-de-14-de-novembro-de-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portaria SVMA Nº 105 DE 14 DE NOVEMBRO DE 2024</a>), traz com detalhes as exigências para o Levantamento Cadastral Arbóreo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resultado, o produto final de um levantamento cadastral arbóreo é a planta planialtimétrica com as árvores do terreno demarcadas com um número, e uma planilha com os dados dendométricos de cada uma das árvores que constam na planta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como utilizar o levantamento cadastra arbóreo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, com o levantamento cadastral arbóreo em mãos é possível planejar o empreendimento, para que este seja o mais sustentável possível. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, com este estudo, também é possível verificar os espaços que existem no terreno e que poderiam ser utilizados para eventuais novos plantios, e quais as espécies nativas seriam mais adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doutora em Turismo em Áreas Naturais &#8211; USP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Importante &#8211; APP e perda de função</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 19:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[APP]]></category>
		<category><![CDATA[Descaracterização de APP]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de perda de função]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A perda de função de APP é uma situação, infelizmente, comum, em muitos locais do estado de São Paulo. No município de São Paulo, com a PORTARIA SVMA Nº 105 de 14 de Novembro de 2024, é possível regularizar empreendimentos que estejam nesta situação. Esta legislação traz os critérios e procedimentos para a regularização de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="225" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/post_blog.jpeg" alt="" class="wp-image-148" style="width:236px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A perda de função de APP é uma situação, infelizmente, comum, em muitos locais do estado de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No município de São Paulo, com a <a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/portaria-secretaria-municipal-do-verde-e-do-meio-ambiente-svma-105-de-14-de-novembro-de-2024/consolidado" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="PORTARIA SVMA Nº 105 de 14 de Novembro de 2024">PORTARIA SVMA Nº 105 de 14 de Novembro de 2024</a>,  é possível  regularizar empreendimentos que estejam nesta situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta legislação traz os critérios e procedimentos para a  regularização de empreendimentos que estejam em APP, e que se enquadram em perda de função ou descaracterização de APP.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> A portaria municipal acompanha a legislação federal e a estadual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perda de função de APP</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A perda de função de APP acontece quando A APP do entorno do local, considerando 1000,00 m à montante e 1000,00 m à jusante da área do empreendimento, perdeu suas funções ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o artigo terceiro, inciso segundo da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/L12651compilado.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Lei Federal nº 12.651, de 25 de maio de 2012">Lei Federal nº 12.651, de 25 de maio de 2012</a>, as funções ambientais de uma APP são preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, quando a paisagem da APP não atende esses critérios ela perdeu sua função. Em áreas muito urbanizadas é comum edificações, ruas públicas e outras estruturas urbanas como iluminação, água e esgoto encanados em APP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste locais a APP perdeu sua função.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, é IMPORTANTE, ressaltar que, ainda que a APP tenha perdido sua função, ainda há a necessidade de compensação ou restauração da APP do próprio empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://blog.humanaterra.com.br/novos-criterios-para-a-compensacao-ambiental/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="cálculo de compensação ambiental">cálculo de compensação ambiental</a> segue os critérios da <a href="https://www.imprensaoficial.com.br/DO/BuscaDO2001Documento_11_4.aspx?link=%2f2024%2fexecutivo+secao+i%2fjaneiro%2f03%2fpag_0030_5a94a2cf7ba746ccd88fafc5c6b64aff.pdf&amp;pagina=30&amp;data=03/01/2024&amp;caderno=Executivo%20I&amp;paginaordenacao=100030">RESOLUÇÃO SEMIL nº 02/2024, DE 02 DE JANEIRO DE 2024</a>, assim, quando a compensação ambiental  for externa ao empreendimento, é necessário consultar esta resolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso o empreendedor opte por restaurar sua própria área, o plantio por ter caráter paisagístico ou de <a href="https://blog.humanaterra.com.br/restauracao-ecologica-com-baixo-custo/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="restauração ecológica">restauração ecológica</a>. As ambos os casos, devem ser seguidos os critérios da <a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/portaria-secretaria-municipal-do-verde-e-do-meio-ambiente-svma-105-de-14-de-novembro-de-2024/consolidado" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="PORTARIA SVMA Nº 105 de 14 de Novembro de 2024">PORTARIA SVMA Nº 105 de 14 de Novembro de 2024</a>,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre em contato conosco para informações e orçamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"> </p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/importante-app-e-perda-de-funcao/">Importante – APP e perda de função</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Laudo de caracterização de vegetação para ASV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 15:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Compensação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[GRAPROHAB]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[regularização ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Laudo de caracterização de vegetação para ASV (Autorização para supressão de vegetação), para a CETESB, é o documento emitido em processos de licenciamento ambiental para a Supressão de Vegetação Nativa. Um estudo obrigatório para o protocolo deste tipo de processo junto à CETESB, é o Laudo de Caracterização de Vegetação. Diversos empreendedores entram em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="666" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog.jpg" alt="" class="wp-image-102" style="width:173px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog.jpg 500w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O Laudo de caracterização de vegetação para ASV (Autorização para supressão de vegetação), para a CETESB, é o documento emitido em processos de licenciamento ambiental para a Supressão de Vegetação Nativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo obrigatório para o protocolo deste tipo de processo junto à CETESB, é o Laudo de Caracterização de Vegetação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversos empreendedores entram em contato comigo buscando informações sobre esse laudo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Também há casos  em que buscam informações sobre o conteúdo do Comunique-se enviado pela CETESB após a análise da documentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É muito comum que alguns profissionais elaborem o laudo de caracterização se baseando apenas na <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamento/documentos/1994_Res_CONAMA_1.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">Resolução CONAMA nº 01/94</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos é comum o laudo conter apenas a característica fisionômica da vegetação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empreendedor, é importante que você saiba que o laudo de caracterização de vegetação é um documento mais complexo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, exige um estudo fitossociológico, em especial nas áreas propostas para a supressão (ou corte) da vegetação nativa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estudo fitossociológico</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O laudo fitossociológico&nbsp;é um estudo que identifica e, avalia, quantitativamente e qualitativamente, a diversidade vegetal de uma área, bem como a estrutura e distribuição dos espécimes vegetais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do objetivo, este estudo preconiza diversos tipos de dados sobre o fragmento florestal estudado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo fitossociológico&nbsp;detalhado identifica a riqueza e diversidade vegetal, além de quantificar o volume de madeira existente em um determinado fragmento florestal, com as medidas e densidades dos indivíduos arbóreos presentes a partir das variáveis de altura e diâmetro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco deste estudo também pode ser para indivíduos regenerantes, ou espécies especificas com o objetivo de identificar a distribuição de determinadas espécies no fragmento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 40 do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6660.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">DECRETO FEDERAL Nº 6.660, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008</a><a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%206.660-2008?OpenDocument">,</a> que regulamenta dispositivos da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11428.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow ugc" title="">Lei no&nbsp;11.428, de 22 de dezembro de 2006</a>, determina que, para a supressão de vegetação, deve ser apresentado um estudo fitossociológico das área propostas para a supressão de vegetação:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>V&nbsp;&#8211;&nbsp;inventário fitossociológico da área a ser cortada ou suprimida, com vistas a determinar o estágio de regeneração da vegetação e a indicação da fitofisionomia original, elaborado com metodologia e suficiência amostral adequadas, observados os parâmetros estabelecidos no&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11428.htm#art4%C2%A72">art. 4o, § 2o, da Lei no&nbsp;11.428, de 2006</a>, e as definições constantes das resoluções do CONAMA de que trata o&nbsp;caput&nbsp;do referido artigo</em>”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo quarto da LEI 11.428 de 2006, parágrafo segundo define os parâmetros mínimos de um estudo fitossociológicos para a definição do estágio de desenvolvimento de um fragmento florestal:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Art. 4º A definição de vegetação primária e de vegetação secundária nos estágios avançado, médio e inicial de regeneração do Bioma Mata Atlântica, nas hipóteses de vegetação nativa localizada, será de iniciativa do Conselho Nacional do Meio Ambiente.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>§ 1º O Conselho Nacional do Meio Ambiente terá prazo de 180 (cento e oitenta) dias para estabelecer o que dispõe o caput deste artigo, sendo que qualquer intervenção na vegetação primária ou secundária nos estágios avançado e médio de regeneração somente poderá ocorrer após atendido o disposto neste artigo.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a></a><em>§ 2º Na definição referida no caput deste artigo, serão observados os seguintes parâmetros básicos:</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>I &#8211; fisionomia;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>II &#8211; estratos predominantes;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>III &#8211; distribuição diamétrica e altura;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>IV &#8211; existência, diversidade e quantidade de epífitas;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>V &#8211; existência, diversidade e quantidade de trepadeiras;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>VI &#8211; presença, ausência e características da serapilheira;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>VII &#8211; sub-bosque;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>VIII &#8211; diversidade e dominância de espécies;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>IX &#8211; espécies vegetais indicadoras</em>.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica a dica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">htmeioambiente@gmail.com</p>



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