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	<title>Licenciamento CETESB - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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	<description>Licenciamento Ambiental: mais de  25 anos na área ambiental</description>
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	<title>Licenciamento CETESB - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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		<title>GRAPROHAB &#8211; Laudo de Recursos Naturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 00:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Anexo 19 do Manual GRAPROHAB &#8211; Laudo técnico de recursos naturais é um dos estudos que define o desenvolvimento do empreendimento. Este artigo é a segunda parte do post GRAPROHAB – Estudos e projetos ambientais, que trata das primeiras averiguações para a implantação de um loteamento em conformidade com o GRAPROHAB. Após as averiguações, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/graprohab-laudo-de-recursos-naturais/">GRAPROHAB – Laudo de Recursos Naturais</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="769" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46-1024x769.jpeg" alt="" class="wp-image-127" style="width:210px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46-1024x769.jpeg 1024w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46-300x225.jpeg 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46-768x576.jpeg 768w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46-1536x1153.jpeg 1536w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p>O Anexo 19 do Manual GRAPROHAB &#8211; Laudo técnico de recursos naturais é um dos estudos que define o desenvolvimento do empreendimento.</p>



<p>Este artigo é a segunda parte do post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/graprohab-estudos-e-projetos-ambientais/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="GRAPROHAB – Estudos e projetos ambientai">GRAPROHAB – Estudos e projetos ambientai</a>s, que trata das primeiras averiguações para a implantação de um loteamento em conformidade com o GRAPROHAB.</p>



<p>Após as averiguações, são necessários diversos estudos ambientais e de engenharia. Dentre os ambientais estão: o laudo de fauna, o laudo técnico de recursos naturais, estudos geológicos, estudos hidrológicos, estudos arqueológicos, entre outros.</p>



<p>Este post aborda, especificamente, o ANEXO 19 &#8211; LAUDO TÉCNICO DE RECURSOS NATURAIS, conforme requerido no <a href="https://www.habitacao.sp.gov.br/habitacao/institucional/a-secretaria/manual_aprovacao_projetos_habitacionais_graprohab" target="_blank" rel="noopener" title="Manual GRAPROHAB de 2023">Manual GRAPROHAB de 2023</a>.</p>



<p>O Laudo técnico deve ser elaborado por profissional habilitado com a devida Anotação de Responsabilidade Técnica &#8211; ART.</p>



<p>Deve conter a caracterização detalhada, o mapeamento e a quantificação de toda a vegetação existente na área. Devem ser descritos, mapeados e quantificados os fragmentos florestais, as árvores isoladas nativas e exóticas, inclusive os espécimes mortos. </p>



<p>Também são mapeadas, descritas e quantificadas áreas de pasto, cultivo, APP (Área de Preservação Permanente) com e sem vegetação, edificações, acessos, e áreas de brejo ou várzea.</p>



<p>Após o levantamento das informações sobre a vegetação e os recursos naturais da áreas, cabe ao profissional elaborar uma análise técnica refinada apontando a importância da vegetação da área frente a outros fragmentos do entorno, visando a identificação de corredores ecológicos, e de medidas de preservação.</p>



<p>Um ponto importantíssimo neste laudo é a pesquisa sobre os usos pretéritos da área, bem como sobre o histórico de eventos como processos erosivos, inundação, entre outros.</p>



<p>O laudo deve conter um relatório fotográfico de todos os elementos identificados na área. E este relatório fotográfico deve ser acompanhado de uma imagem área que identifique a visada de cada uma das fotos.</p>



<p>Assim, ao avaliar o laudo, o corpo técnico do órgão ambiental  terá como verificar a veracidade das imagens, durante a vistoria técnica de campo.</p>



<p>O resultado gráfico final  destes levantamentos é denominado Planta da Situação Atual ou PSA.</p>



<p>Com a PSA finalizada, o empreendedor pode dar início a uma nova etapa que a elaboração da Planta Urbanística Ambiental. </p>



<p>O Laudo Técnico de Recursos Naturais ainda identifica o bioma cuja vegetação da área está classificada. E este é um fator imprescindível para o desenvolvimento da Planta Urbanística Ambiental, uma vez que para cada bioma, as regras para supressão de vegetação são diferentes.</p>



<p>Também é o Laudo Técnico de Recursos Naturais que identifica a compensação ambiental necessária para as supressões propostas na Planta Urbanística Ambiental, bem como a localização destas compensações.</p>



<p>No próximo artigo darei mais detalhes sobre o Laudo Técnico de Recursos Naturais.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



<p></p>
</div>



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		<title>Estudo de viabilidade X Regularização Ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 12:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento municipal]]></category>
		<category><![CDATA[regularização ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A regularização ambiental pode ser necessária em diversos casos. A regularização ambiental é necessária quando o empreendedor faz intervenções sem a devida autorização ambiental, ou quando a autorização ambiental existe, porém a mesma está fora da validade. É importante ressaltar que, o processo de regularização ambiental somente ocorre após uma autuação ambiental. Essa autuação pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="400" height="533" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/regularizacao_ambiental_p.jpg" alt="regularização ambiental" class="wp-image-107" style="width:142px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/regularizacao_ambiental_p.jpg 400w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/regularizacao_ambiental_p-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure>
</div>


<p>A regularização ambiental pode ser necessária em diversos casos. </p>



<p>A regularização ambiental é necessária quando o empreendedor faz intervenções sem a devida autorização ambiental, ou quando a autorização ambiental existe, porém a mesma está fora da validade.</p>



<p>É importante ressaltar que, o processo de regularização ambiental somente ocorre após uma  autuação ambiental.</p>



<p>Essa autuação pode ou não gerar multa, e ela pode ser aplicada pela prefeitura municipal, pelo Estado ou pela Federação.</p>



<p>Toda infração ambiental é baseada em lei ou decreto. Para o Estado de São Paulo, é o <a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2019/decreto-64456-10.09.2019.html" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="DECRETO Nº 64.456, DE 10 DE SETEMBRO DE 2019. ">DECRETO Nº 64.456, DE 10 DE SETEMBRO DE 2019. </a></p>



<p>E ainda que o empreendedor não seja multado, é fundamental a regularização ambiental. Além da multa, outras penalidades são os embargos, a demolição, a restauração da área degradada, entre outras.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Área de proteção de mananciais</h5>



<p>Também é importante destacar que, em determinadas áreas, como em áreas de proteção de mananciais, caso o empreendedor não tenha a documentação ambiental em dia, equipamentos públicos como energia elétrica, não são instalados. </p>



<p>Isso porque a empresa de energia elétrica exige a licença ambiental para a ligação de luz.</p>



<p>Assim, antes de executar intervenções ambientais consulte um profissional da área. </p>



<p>Vale lembrar ainda, que há casos, onde os empreendedores são orientados a fazerem as intervenções e depois correr atrás da regularização. </p>



<p>Isso é um tiro no pé, porque em muitos casos, o empreendedor é obrigada a demolir a construção e ainda restaurar a área.</p>



<p>Em caso de dúvida, indico que o empreendedor faça um estudo de viabilidade. </p>



<p>Neste estudo estará descrito o que pode e o que não pode na área, e quais os caminhos para obter a autorização ambiental, e o empreendedor poderá seguir tranquilo com seu projeto.</p>



<p></p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



<p> </p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/estudo-de-viabilidade-x-regularizacao-ambiental/">Estudo de viabilidade X Regularização Ambiental</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Laudo de caracterização de vegetação para ASV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 15:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Compensação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[GRAPROHAB]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[regularização ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Laudo de caracterização de vegetação para ASV (Autorização para supressão de vegetação), para a CETESB, é o documento emitido em processos de licenciamento ambiental para a Supressão de Vegetação Nativa. Um estudo obrigatório para o protocolo deste tipo de processo junto à CETESB, é o Laudo de Caracterização de Vegetação. Diversos empreendedores entram em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="500" height="666" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog.jpg" alt="" class="wp-image-102" style="width:173px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog.jpg 500w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>
</div>


<p>O Laudo de caracterização de vegetação para ASV (Autorização para supressão de vegetação), para a CETESB, é o documento emitido em processos de licenciamento ambiental para a Supressão de Vegetação Nativa.</p>



<p>Um estudo obrigatório para o protocolo deste tipo de processo junto à CETESB, é o Laudo de Caracterização de Vegetação.</p>



<p>Diversos empreendedores entram em contato comigo buscando informações sobre esse laudo. </p>



<p>Também há casos  em que buscam informações sobre o conteúdo do Comunique-se enviado pela CETESB após a análise da documentação.</p>



<p>É muito comum que alguns profissionais elaborem o laudo de caracterização se baseando apenas na <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamento/documentos/1994_Res_CONAMA_1.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">Resolução CONAMA nº 01/94</a>.</p>



<p>Nestes casos é comum o laudo conter apenas a característica fisionômica da vegetação.</p>



<p>Empreendedor, é importante que você saiba que o laudo de caracterização de vegetação é um documento mais complexo.</p>



<p>Ou seja, exige um estudo fitossociológico, em especial nas áreas propostas para a supressão (ou corte) da vegetação nativa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estudo fitossociológico</h4>



<p>O laudo fitossociológico&nbsp;é um estudo que identifica e, avalia, quantitativamente e qualitativamente, a diversidade vegetal de uma área, bem como a estrutura e distribuição dos espécimes vegetais.</p>



<p>Dependendo do objetivo, este estudo preconiza diversos tipos de dados sobre o fragmento florestal estudado. </p>



<p>Um estudo fitossociológico&nbsp;detalhado identifica a riqueza e diversidade vegetal, além de quantificar o volume de madeira existente em um determinado fragmento florestal, com as medidas e densidades dos indivíduos arbóreos presentes a partir das variáveis de altura e diâmetro.</p>



<p>O foco deste estudo também pode ser para indivíduos regenerantes, ou espécies especificas com o objetivo de identificar a distribuição de determinadas espécies no fragmento.</p>



<p>O artigo 40 do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6660.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">DECRETO FEDERAL Nº 6.660, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008</a><a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%206.660-2008?OpenDocument">,</a> que regulamenta dispositivos da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11428.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow ugc" title="">Lei no&nbsp;11.428, de 22 de dezembro de 2006</a>, determina que, para a supressão de vegetação, deve ser apresentado um estudo fitossociológico das área propostas para a supressão de vegetação:</p>



<p>“<em>V&nbsp;&#8211;&nbsp;inventário fitossociológico da área a ser cortada ou suprimida, com vistas a determinar o estágio de regeneração da vegetação e a indicação da fitofisionomia original, elaborado com metodologia e suficiência amostral adequadas, observados os parâmetros estabelecidos no&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11428.htm#art4%C2%A72">art. 4o, § 2o, da Lei no&nbsp;11.428, de 2006</a>, e as definições constantes das resoluções do CONAMA de que trata o&nbsp;caput&nbsp;do referido artigo</em>”</p>



<p></p>



<p>O artigo quarto da LEI 11.428 de 2006, parágrafo segundo define os parâmetros mínimos de um estudo fitossociológicos para a definição do estágio de desenvolvimento de um fragmento florestal:</p>



<p>“<em>Art. 4º A definição de vegetação primária e de vegetação secundária nos estágios avançado, médio e inicial de regeneração do Bioma Mata Atlântica, nas hipóteses de vegetação nativa localizada, será de iniciativa do Conselho Nacional do Meio Ambiente.</em></p>



<p><em>§ 1º O Conselho Nacional do Meio Ambiente terá prazo de 180 (cento e oitenta) dias para estabelecer o que dispõe o caput deste artigo, sendo que qualquer intervenção na vegetação primária ou secundária nos estágios avançado e médio de regeneração somente poderá ocorrer após atendido o disposto neste artigo.</em></p>



<p><a></a><em>§ 2º Na definição referida no caput deste artigo, serão observados os seguintes parâmetros básicos:</em></p>



<p><em>I &#8211; fisionomia;</em></p>



<p><em>II &#8211; estratos predominantes;</em></p>



<p><em>III &#8211; distribuição diamétrica e altura;</em></p>



<p><em>IV &#8211; existência, diversidade e quantidade de epífitas;</em></p>



<p><em>V &#8211; existência, diversidade e quantidade de trepadeiras;</em></p>



<p><em>VI &#8211; presença, ausência e características da serapilheira;</em></p>



<p><em>VII &#8211; sub-bosque;</em></p>



<p><em>VIII &#8211; diversidade e dominância de espécies;</em></p>



<p><em>IX &#8211; espécies vegetais indicadoras</em>.”</p>



<p>Fica a dica.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Restauração ecológica com baixo custo</title>
		<link>https://blog.humanaterra.com.br/restauracao-ecologica-com-baixo-custo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=restauracao-ecologica-com-baixo-custo</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 15:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[Nucleação]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de restauração ecológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto de restauração ecológica, em processos de licenciamento ambiental ou regularização ambiental, seja no âmbito estadual ou no âmbito municipal, é uma exigência quando há a necessidade de restauração ecológica de APP’s (Área de Preservação Permanente) e Áreas Verdes, no empreendimento a ser licenciado. A elaboração do Projeto de Restauração Ecológica deve seguir os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-96" style="width:197px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo-768x1024.jpeg 768w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo-225x300.jpeg 225w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo.jpeg 960w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
</div>


<p>O projeto de restauração ecológica, em processos de licenciamento ambiental ou regularização ambiental, seja no âmbito estadual ou no âmbito municipal, é uma exigência quando há a necessidade de restauração ecológica de APP’s (Área de Preservação Permanente) e Áreas Verdes, no empreendimento a ser licenciado.</p>



<p>A elaboração do Projeto de Restauração Ecológica deve seguir os requisitos, no estado de São Paulo, de legislação específica. São elas:</p>



<p><strong><a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamentoambiental/wp-content/uploads/sites/32/2019/05/Resolu%C3%A7%C3%A3o-SMA-n%C2%BA-32-2014.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="RESOLUÇÃO SMA Nº 32, DE 03 DE ABRIL DE 2014">RESOLUÇÃO SMA Nº 32, DE 03 DE ABRIL DE 2014</a></strong>: Estabelece as orientações, diretrizes e critérios sobre restauração ecológica no Estado de São Paulo, e dá providências correlatas;</p>



<p>e</p>



<p><strong><a href="https://smastr16.blob.core.windows.net/legislacao/2016/12/2015_1_15_Procotolo_monitoramento_restauracao_vfinal.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="">Portaria CBRN 01/2015</a></strong>: Estabelece o Protocolo de Monitoramento de Projetos de Restauração Ecológica.</p>



<p>Ambos os instrumentos legais estabelecem requisitos mínimos para os Projetos de Restauração Ecológica, entretanto cabe ao profissional responsável pela elaboração do projeto adequar as especificidades da área a ser restaurada aos instrumentos legais.</p>



<p>Em 20 anos de experiência, observo que muitos projetos de restauração seguem critérios de adubação ou preparação de solo utilizados em agricultura. </p>



<p>Diversos projetos que chegaram em minhas mãos através de cliente descreviam que as medidas iniciais da restauração eram a calagem do solo (aplicação de calcário para a redução do pH do solo) e na sequencia a adução com o adubo mineral NPK. </p>



<p>Porém, o projeto não trazia uma análise do solo, demonstrando um pH elevado ou o déficit de nitrogênio, fosforo e potássio (NPK) para demonstrar a necessidade destas aplicações.</p>



<p>A restauração ecológica NÂO É agricultura. </p>



<p>Trata-se de um plantio de espécies nativas heterogêneas, ou seja, com significativa diversidade de espécies com necessidades diferentes de nutrientes oriundos do solo.</p>



<p>Assim, para se fazer uma restauração ecológica é necessário entender como está o solo, e pensar incialmente em estratégias de restaurar a capacidade do solo de ciclar nutrientes.</p>



<p>Assim, os projetos de restauração ecológica não são padronizados. Cada local é um local, que requer uma estratégia diferente para restauração o solo.</p>



<p>Com o solo restaurado ou em restauração, este tem capacidade de receber sementes trazidas pela fauna ou pelo vento, por exemplo, e dar condições que que esta semente brote e se torne uma regenerante.</p>



<p>O projeto de restauração ecológica deve conter o entendimento de como o local objeto de estudo pode se restaurar, e a partir disso trazer estratégias de manejo que viabilizem com mais velocidade os ciclos ecológicos naturais de uma floresta.</p>



<p>Há diversas estratégias com custo baixo ao empreendedor que são aceitas pelos órgãos ambientais. Cabe ao profissional responsável pelo projeto conhecer as técnicas e a legislação.</p>



<p>Uma dessas técnicas é A NUCLEAÇÃO.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nucleação</h2>



<p>A Nucleação é a proposta de criar pequenos habitats (núcleos) dentro da área degradada de forma a induzir uma heterogeneidade ambiental, propiciando ambientes distintos no espaço e no tempo. </p>



<p>Os núcleos têm o papel de facilitar o processo de recrutamento de novas espécies dos fragmentos vizinhos, do banco de sementes local e também influenciam os novos núcleos formados ao longo do tempo. </p>



<p>Dessa forma, são criadas condições para a regeneração natural, como a chegada de espécies vegetais, animais e microrganismos e a formação de uma rede de interações entre eles. </p>



<p>A ideia da nucleação por meio da implantação dos núcleos é disparar gatilhos ecológicos no processo de regeneração natural. </p>



<p>Os núcleos são elementos capazes de formar novas populações, novos nichos de regeneração e gerar conectividade na paisagem</p>



<p>Fica a dica.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono &#8211; UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>PGRSCC &#8211; Construção civil</title>
		<link>https://blog.humanaterra.com.br/pgrscc-construcao-civil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pgrscc-construcao-civil</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 23:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento municipal]]></category>
		<category><![CDATA[PGRSCC]]></category>
		<category><![CDATA[SIGOR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PGRSCC &#8211; Plano de gerenciamento de resíduos sólidos de construção civil é um documento obrigatório desde de o advento do Resolução CONAMA nº 307/2002, para empreendimentos geradores de resíduos de construção civil. Com o avanço da tecnologia em sistemas digitais de informações, no Estado de São Paulo, o gerenciamento de resíduos passou a ser monitorado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>PGRSCC &#8211; Plano de gerenciamento de resíduos sólidos de construção civil é um documento obrigatório desde de o advento do <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamento/documentos/2002_Res_CONAMA_307.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Resolução CONAMA nº 307/2002">Resolução CONAMA nº 307/2002</a>, para empreendimentos geradores de resíduos de construção civil.</p>



<p>Com o avanço da tecnologia em sistemas digitais de informações, no Estado de São Paulo,  o gerenciamento de resíduos passou a ser monitorado pela CETESB por meio do SIGOR &#8211; SISTEMA ESTADUAL DE GERENCIAMENTO ON LINE DE RESÍDUOS SÓLIDOS. </p>



<p>O SIGOR é subdividido em módulos, sendo um deles específico para resíduos de construção civil.</p>



<p>O modulo do SIGOR para Construção Civil, permite a inserção de dados no sistema, específicos para cada empreendimento, e o envio destes dados diretamente às prefeituras municipais.</p>



<p>Cabe então as prefeituras avaliarem as informações e aprovar ou não o PGRSCC.</p>



<p>Este sistema está em funcionamento desde de 2023, entretanto nem todas as prefeituras municipais já aderiram ao SIGOR. Assim, cabe ao empreendedor verificar junto a prefeitura municipal qual a forma de envio deste documento.</p>



<p>Algumas prefeituras também requerem documentos específicos para a aprovação do PGRSCC, então é importante ficar atento à legislação municipal.</p>



<p>O PGRSCC é um documento requerido em licenciamento ambiental.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>contato@humanaterra.com.br</p>



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		<item>
		<title>Licenciamento ambiental &#8211; empreendimento com potencial  de degradação ambiental</title>
		<link>https://blog.humanaterra.com.br/licenciamento-e-regularizacao-ambiental/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=licenciamento-e-regularizacao-ambiental</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 11:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[EAS (Estudo Ambiental Simplificado)]]></category>
		<category><![CDATA[EIA]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo de impacto ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[RAP (Relatório Ambiental Preliminar)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O licenciamento ambiental é uma exigência legal para diversos empreendimentos. A complexidade do processo do licenciamento varia de acordo com muitos fatores. Entre eles estão: o tipo de atividade, a localização onde o a atividade será instalada, o porte do empreendimento. Para empreendimentos com potencial para causar degradação ambiental, a CETESB exige a licença prévia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O licenciamento ambiental é uma exigência legal para diversos empreendimentos. A complexidade do processo do licenciamento varia de acordo com muitos fatores. Entre eles estão: o tipo de atividade, a localização onde o a atividade será instalada, o porte do empreendimento.</p>



<p>Para empreendimentos com potencial para causar degradação ambiental, a CETESB exige a licença prévia baseada em estudos ambientais como (<a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamentoambiental/licenca-previa-documentacao-nescessaria/requerimento-de-licenca-previa-lp/">EIA, RAP ou EAS</a>), definidos pelas <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamentoambiental/legislacao-federal/resolucoes-federal/">Resoluções CONAMA 01/86</a>, <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamentoambiental/legislacao-federal/resolucoes-federal/">237/1997</a>, <a href="https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/legislacao/2022/07/resolucao-sma-049-14/">Resolução SMA 49/2014</a> e <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamentoambiental/wp-content/uploads/sites/32/2014/09/DD-153-2014-I-Procedimentos-para-Licenciamento-AIA.pdf">Decisão de Diretoria nº 153/2014/I</a>.</p>



<p>Dentre estas atividades estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sistema de captação, adução e tratamento de água, Estação de Tratamento de Água – ETA, transposição de bacias, adutora, sistema produtor de água</li>



<li>Aeródromo, heliporto</li>



<li>Usina de açúcar e álcool, áreas de plantios agroindustriais</li>



<li>Aterro sanitário, aterro de resíduos industriais, aterro de co-disposição, transbordo de resíduo sólido</li>



<li>Barragem de controle de cheias, hidrovia, hidrelétrica (CGH, PCH, UHE), barragem para irrigação, barragem de aproveitamento múltiplo, barragem para abastecimento</li>



<li>Sistema de drenagem urbana, canalização, retificação, dragagem (inclusive para hidrovia ou marinas) e desassoreamento, abertura de barras e embocaduras, sistema de controle de cheias (p.ex. piscinão)</li>



<li>Gasoduto, oleoduto, adutora</li>



<li>Unidade de recuperação energética, usina termelétrica, incinerador, sistema térmico de tratamento de resíduos sólidos</li>



<li>Estação de Tratamento de Esgoto – ETE, emissário</li>



<li>Linhas, estações, pátios e outras instalações associadas a trens de passageiros ou cargas</li>



<li>Instalações e plantas industriais em geral</li>



<li>Parque temático, campus universitário, complexo turístico, estruturas de lazer</li>



<li>Linha de transmissão, recabeamento, repotenciação, ramal, sistema elétrico, usina fotovoltaica, usina solar, usina eólica</li>



<li>Linhas, estações, pátios e outras instalações de Metrô convencional, Veículo Leve sobre Trilhos e monotrilho</li>



<li>Atividades e instalações de extração mineral</li>



<li>Loteamento residencial, loteamento misto, distrito industrial, conjunto habitacional</li>



<li>Rodovia, corredor de ônibus, dispositivo/obra de arte rodoviária (alça de acesso, ponte, viaduto, retorno)</li>



<li>Instalações logísticas, terminal portuário, porto, terminal de carga, terminal intermodal, estrutura de apoio a embarcações</li>



<li>Presídio, penitenciária</li>
</ul>



<p>Temos equipe técnica especializada na elaboração dos estudos técnicos ambientais e de engenharia, além da assessoria e consultoria junto à CETESB.</p>



<p>Entre em contato conosco para orçamento ou informações.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>contato@humanaterra.com.br</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Novas regras para o PGRS &#8211; CETESB</title>
		<link>https://blog.humanaterra.com.br/novas-regras-para-o-pgrs-cetesb/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=novas-regras-para-o-pgrs-cetesb</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[PGRS]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a publicação da DECISÃO DE DIRETORIA Nº 130/2022/P, de 15 de dezembro de 2022, a CETESB aprova o  Termo de Referência para elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) no âmbito do licenciamento ambiental do estado de São Paulo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a publicação da <a href="https://cetesb.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/DD-130-2022-P-Termo-de-Referencia-para-Planos-de-Gerenciamento-de-Residuos-CA-Setor-de-Residuos.pdf" data-type="link" data-id="https://cetesb.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/DD-130-2022-P-Termo-de-Referencia-para-Planos-de-Gerenciamento-de-Residuos-CA-Setor-de-Residuos.pdf">DECISÃO DE DIRETORIA Nº 130/2022/P, de 15 de dezembro de 2022</a>, a CETESB aprova o  Termo de Referência para elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) no âmbito do licenciamento ambiental do estado de São Paulo.</p>



<p>Este termo determina como deve ser apresentado os PGRS&#8217;s. Além de trazer o regramento sobre quais empreendimentos devem apresentar o PGRS, há novas exigências que devem ser apresentadas no SIGOR.</p>



<p>Dentre elas,  o PGRS deve contemplar uma planta com o layout das áreas de armazenamento dos resíduos (identificados e classificados) e a a indicação dos sistemas de proteção ambiental (impermeabilização, drenagens, fechamento, cobertura, contenção, etc).</p>



<p>O PGRS também devem conter a meta de redução, suas estratégias de ação e um plano de monitoramento anual.</p>



<p>Para mais informações e orçamentos, entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>contato@humanaterra.com.br</p>
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<p> </p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/novas-regras-para-o-pgrs-cetesb/">Novas regras para o PGRS – CETESB</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Novos critérios para a compensação ambiental</title>
		<link>https://blog.humanaterra.com.br/novos-criterios-para-a-compensacao-ambiental/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=novos-criterios-para-a-compensacao-ambiental</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 13:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Compensação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de compensação ambiental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.humanaterra.com.br/?p=42</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a publicação da RESOLUÇÃO SEMIL nº 02/2024, DE 02 DE JANEIRO DE 2024, os critérios para a compensação ambiental foram atualizados. A Semil trabalhou no refinamento dos critérios técnicos que são utilizados para priorizar as áreas mais relevantes com vegetação nativa, pois a Cetesb utiliza-se desse instrumento para exigir a devida compensação ambiental, a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/novos-criterios-para-a-compensacao-ambiental/">Novos critérios para a compensação ambiental</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a publicação da<a href="https://www.imprensaoficial.com.br/DO/BuscaDO2001Documento_11_4.aspx?link=%2f2024%2fexecutivo+secao+i%2fjaneiro%2f03%2fpag_0030_5a94a2cf7ba746ccd88fafc5c6b64aff.pdf&amp;pagina=30&amp;data=03/01/2024&amp;caderno=Executivo%20I&amp;paginaordenacao=100030" data-type="link" data-id="https://www.imprensaoficial.com.br/DO/BuscaDO2001Documento_11_4.aspx?link=%2f2024%2fexecutivo+secao+i%2fjaneiro%2f03%2fpag_0030_5a94a2cf7ba746ccd88fafc5c6b64aff.pdf&amp;pagina=30&amp;data=03/01/2024&amp;caderno=Executivo%20I&amp;paginaordenacao=100030"> RESOLUÇÃO SEMIL nº 02/2024, DE 02 DE JANEIRO DE 2024</a>, os critérios para a compensação ambiental foram atualizados.</p>



<p>A Semil trabalhou no refinamento dos critérios técnicos que são utilizados para priorizar as áreas mais relevantes com vegetação nativa, pois a Cetesb utiliza-se desse instrumento para exigir a devida compensação ambiental, a partir da restauração da vegetação, em decorrência dessa supressão.</p>



<p>Assim, houveram alterações nos índices de prioridades para restauração. Este fator influencia o processo de licenciamento de supressão de vegetação nativa no que tange à quantidade de área a compensar e o local de compensação.</p>



<p>Entre em contato conosco para orçamento ou informações.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>contato@humanaterra.com.br</p>



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<p></p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/novos-criterios-para-a-compensacao-ambiental/">Novos critérios para a compensação ambiental</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Laudo de fauna para o licenciamento CETESB</title>
		<link>https://blog.humanaterra.com.br/laudo-de-fauna-cetesb/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=laudo-de-fauna-cetesb</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 12:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de fauna]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://humanaterra.com.br/Blog/?p=28</guid>

					<description><![CDATA[<p>O laudo de fauna para CETESB deve ser feito quando o área do empreendimento objeto do licenciamento ambiental for superior a 2 hectares (2.000,00 m²) de vegetação em qualquer estágio de desenvolvimento. Assim, mesmo que boa parte da área objeto do licenciamento ambiental seja composta por pasto ou eucaliptal (por exemplo), o laudo de fauna [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="257" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/veado_blog.jpg" alt="" class="wp-image-140" style="width:224px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Laudo de fauna &#8211; veado mateiro</figcaption></figure>
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<p>O laudo de fauna para CETESB deve ser feito quando o área do empreendimento objeto do licenciamento ambiental for superior a 2 hectares (2.000,00 m²) de vegetação em qualquer estágio de desenvolvimento.</p>



<p>Assim, mesmo que boa parte da área objeto do licenciamento ambiental seja composta por pasto ou eucaliptal (por exemplo), o laudo de fauna é obrigatório.</p>



<p>Este estudo deve ser efetuado por profissional habilitado com ART,  sendo que a formação mais indicadas para desenvolver este estudo é o profissional da biologia.</p>



<p>O  estudo de fauna deve seguir os critérios da <a href="https://cetesb.sp.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/ DD-167-2015-C.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="DECISÃO DE DIRETORIA Nº 167/2015/C, de 13 de julho de 2015">DECISÃO DE DIRETORIA Nº 167/2015/C, de 13 de julho de 2015</a>. E o relatório deve ser desenvolvido de acordo com os critérios  de formatação da CETESB.</p>



<p>Algumas práticas são obrigatórias para o laudo de fauna, como por exemplo, o uso de câmeras TRAP&#8217;s (câmeras fotográficas com sensor de presença).</p>



<p>Outra prática obrigatória é a identificação de presença de fauna por vocalização (canto dos pássaros, por exemplo) e identificação de vestígio, como pegadas e fezes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">IBAMA também é necessário para o laudo de fauna?</h2>



<p>É importante destacar que, além dos requisitos exigidos pela Decisão de Diretoria, para empreendimentos cuja a supressão for acima de 3 ha em área urbana ou acima de 50 ha em área rural de vegetação de mata atlântica, os laudos de fauna deverão atender também as normativas do IBAMA.</p>



<p>Entre estas está a <strong><a href="https://www.ibama.gov.br/component/legislacao/?view=legislacao&amp;legislacao=113065" title="IN IBAMA nº 146/2007">IN IBAMA nº 146/2007</a></strong>, que &#8220;<em>Estabelece os critérios para procedimentos relativos ao manejo de fauna silvestre (levantamento, monitoramento, salvamento, resgate e destinação) em áreas de influencia de empreendimentos e atividades consideradas efetiva ou potencialmente causadoras de impactos à fauna sujeitas ao licenciamento ambiental, como definido pela Lei n° 6938/81 e pelas Resoluções Conama n° 001/86 e n° 237/97</em>.&#8221;</p>



<p>Para a identificação do tipo de vegetação é necessário fazer o <a href="https://blog.humanaterra.com.br/laudo-de-caracterizacao-de-vegetacao-para-asv/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Laudo de Caracterização de Vegetação">Laudo de Caracterização de Vegetação</a>.</p>



<p>Elaboramos o laudo de fauna para o licenciamento CETESB com profissionais especializados e câmeras trap&#8217;s , e atendemos todos os requisitos da legislação vigente.</p>



<p>Para mais informações e orçamentos, entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>blanche@humanaterra.com.br</p>



<p>https://humanaterra.com.br/</p>
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