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	<title>Dicas de licenciamento - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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	<description>Licenciamento Ambiental: mais de  25 anos na área ambiental</description>
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	<title>Dicas de licenciamento - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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		<title>RAS do SEMASA Santo André</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 01:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O RAS (Relatório ambiental simplificado) do SEMASA da Prefeitura de Santo André, é um documento técnico ambiental definido pela Resolução Federal 279, de 27 de junho de 2001, em seu artigo segundo item primeiro: &#8220;I &#8211; Relatório Ambiental Simplificado RAS: os estudos relativos aos aspectos ambientais relacionados à localização, instalação, operação e ampliação de uma [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/ras-do-semasa-santo-andre/">RAS do SEMASA Santo André</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="769" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2-1024x769.jpeg" alt="RAS SEMASA" class="wp-image-247" style="aspect-ratio:1.3316159714653721;width:323px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2-1024x769.jpeg 1024w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2-300x225.jpeg 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2-768x576.jpeg 768w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2-1536x1153.jpeg 1536w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-12-03-at-14.11.02-2.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">RAS SEMASA</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O RAS (Relatório ambiental simplificado) do <a href="https://portais.santoandre.sp.gov.br/semasa/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="SEMASA da Prefeitura de Santo André">SEMASA da Prefeitura de Santo André</a>, é um documento técnico ambiental  definido pela <a href="https://www.ibama.gov.br/component/legislacao/?view=legislacao&amp;force=1&amp;legislacao=139361">Resolução Federal 279, de 27 de junho de 2001</a>, em seu artigo segundo item primeiro: </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<em>I &#8211; Relatório Ambiental Simplificado RAS: os estudos relativos aos aspectos ambientais relacionados à localização, instalação, operação e ampliação de uma atividade ou empreendimento, apresentados como subsídio para a concessão da licença prévia requerida</em>&#8220;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para obter o <a href="https://blog.humanaterra.com.br/o-terror-do-empreendedor-a-legislacao-ambiental-como-fazer/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="licenciamento ambiental">licenciamento ambiental</a>,  os empreendimento das atividades industriais de pequeno e médio porte, construção civil  dos ramos de loteamentos residenciais, condomínios e distritos industriais, infraestruturas como obras de saneamento e pequenas centrais de energia e comércios e serviços que geram efluentes, fumaça ou resíduos que precisam de controle, o RAS é requerido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Relatório Ambiental Simplificado deve ser elaborado atendendo as especificidades de acordo com o tipo da atividade. E deve conter, no mínimo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caracterização do empreendimento:</strong>  um descrição detalhada da atividade, produtos, processos, insumos, equipamentos que envolvem o funcionamento do empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diagnóstico ambiental:</strong> deve conter uma análise detalhada dos recursos naturais do local, do entorno direto e indireto, e um cruzamento de informações sobre as potenciais influências do empreendimento nos recursos naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impactos ambientais:</strong> deve conter uma descrição detalhada dos possíveis danos à água, ao ar, solo e demais recursos naturais existentes no local, bem como potenciais impactos ambientais à vizinhança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medidas mitigadoras:</strong> descrição detalhada das medidas preventivas e corretivas frente aos potenciais impactos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O RAS deve ser elaborado por profissionais capacitados como biólogos ou engenheiros ambientais com registro em conselho profissional, e o documento deve ser encaminhado ao SEMASA com a ART.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Roteiros de RAS</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O SEMASA oferece roteiros com as diretrizes e exigências mínimas para a elaboração do Relatório Ambiental Simplificado. Dependendo do seu tipo de empreendimento, há um roteiro específico:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.semasa.sp.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Roteiro-para-elabora%C3%A7%C3%A3o-do-RAS-Atividades-Industriais.doc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Roteiro de Atividades Industriais</a> para fábricas e produções.</li>



<li><a href="https://portais.santoandre.sp.gov.br/semasa/wp-content/uploads/sites/13/2024/06/Roteiro-para-elaboracao-do-RAS-Atividades-NAO-Industriais-e-APRM-V.17.11.21.doc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Roteiro de Atividades Não Industriais</a> para comércios ou serviços.</li>



<li><a href="https://www.semasa.sp.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/ROTEIRO-RAS-vers%C3%A3o-dez-14.doc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Roteiro Geral do Semasa</a> para orientações gerais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo de ajudou? Comente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações e orçamentos, entre em contato conosco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://humanaterra.com.br">https://humanaterra.com.br</a></p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/ras-do-semasa-santo-andre/">RAS do SEMASA Santo André</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Economize com o IPTU VERDE em EMBU das ARTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 16:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[IPTU VERDE EMBU DAS ARTES]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de caracterização de vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para você, empreendedor (a), o benefício do IPTU VERDE em Embu das Artes &#8211; SP é uma excelente forma de economia para o empreendimento que possuem áreas verdes em seu site. O  DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014, regulamentou o benefício do IPTU VERDE no município e vem promovendo descontos significativos para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="300" height="300" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog.png" alt="" class="wp-image-133" style="width:144px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog.png 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Para você, empreendedor (a), o benefício do IPTU VERDE em Embu das Artes &#8211; SP é uma excelente forma de economia para  o  empreendimento que possuem áreas verdes em seu site.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O  <a href="https://leismunicipais.com.br/a/sp/e/embu-das-artes/decreto/2014/88/882/decreto-n-882-2014-regulamenta-o-artigo-64-inciso-iii-e-seus-paragrafos-da-lei-complementar-n-101-de-26-de-dezembro-de-2007" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored" title="DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014">DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014</a>, regulamentou o benefício do IPTU VERDE no município e vem promovendo descontos significativos para empresas ou empreendedores que possuem áreas verdes em seus sites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desconto pode variar de 20% a 100% dependendo do enquadramento do imóvel no Decreto Municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para você que quer solicitar o benefício para o ano de 2027, o protocolo da documentação necessária deve ser feito até o dias 30 de junho de 2026. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante lembrar que, no município de Embu das Artes, os profissionais responsáveis pelos estudos técnicos requeridos para o processo do IPTU VERDE devem ser inscritos no CCM do município.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estudos e documentos necessários</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os estudos necessários são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.humanaterra.com.br/laudo-de-vegetacao/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Laudo de Caracterização da Vegetação">Laudo de Caracterização da Vegetação</a>;</li>



<li>Planta Planialtimétrica Cadastral do site;</li>



<li>Memorial descritivo de área verde;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os estudos devem seguir o padrão estabelecido pela prefeitura municipal e devem ser acompanhados de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e CCM dos responsáveis pelo estudo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos documentos técnicos, também são requerido as outros documentos dependendo do ramo da empresa. Dentre estes documentos estão licenças ambientais, certidões negativas, matrícula atualizada, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, uma das etapas é a vistoria dos técnicos da prefeitura ao local para a verificação da veracidade das informações apresentadas nos estudos técnicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Renovação do IPTU VERDE</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fique  atento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parte interessada pode solicitar o beneficio por 1 ano, 5 anos ou 10 anos. Quanto maior o tempo, maior o percentual de desconto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, mesmo que o beneficio seja solicitado por um período superior à 1 ano,  é necessário que o mesmo seja renovado anualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solicitação de renovação também deve respeitar o prazo de de 30 de junho para protocolar o este processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A HUMANA TERRA possui expertise em processos de IPTU VERDE em Embu das Artes e todos os requisitos para o atendimento a legislação vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre em contato conosco para informações e orçamentos.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/economize-com-o-iptu-verde-em-embu-das-artes/">Economize com o IPTU VERDE em EMBU das ARTES</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Portaria SVMA 105/24 &#8211; o que mudou em São Paulo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 15:44:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Portaria SVMA 105/24]]></category>
		<category><![CDATA[SVMA São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No município de São Paulo, a Portaria SVMA 105/24 (Portaria SVMA Nº 105 DE 14 DE NOVEMBRO DE 2024), traz novidades sobre o estudo de vegetação necessário para processos de licenciamento ambiental para corte de vegetação. E o que muda nos estudos necessários para os processos de licenciamento ambiental? Em nosso artigo PSA, PSP e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/portaria-svma-105-24-o-que-mudou-em-sao-paulo/">Portaria SVMA 105/24 – o que mudou em São Paulo?</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No município de São Paulo, a Portaria SVMA 105/24 (<a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/portaria-secretaria-municipal-do-verde-e-do-meio-ambiente-svma-105-de-14-de-novembro-de-2024" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">Portaria SVMA Nº 105 DE 14 DE NOVEMBRO DE 2024</a>), traz novidades sobre o estudo de vegetação necessário para processos de licenciamento ambiental para corte de vegetação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E o que muda nos estudos necessários para os processos de licenciamento ambiental?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nosso artigo <a href="https://blog.humanaterra.com.br/psa-psp-e-pca-dcra-gtmapp-antigo-depave/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="PSA, PSP e PCA – DCRA/GTMAPP (antigo DEPAVE)">PSA, PSP e PCA – DCRA/GTMAPP (antigo DEPAVE)</a>, de 2023 explicamos o que deveria constar  nas plantas técnicas que devem compor os processos de licenciamento ambiental no município de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de novembro de 2024, as exigências são maiores. Falaremos à seguir, dos principais pontos</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"> Fragmentos florestais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de novembro de 2024, com a Portaria SVMA 105/24, o município de São Paulo passa a ser o responsável pela autorização de supressão de vegetação nativa em fragmento florestal em estágio médio em áreas urbanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim,  a Portaria 105/24 traz os requisitos para a elaboração do laudo de vegetação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PSA, PSP e PCA</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As plantas técnicas ambientais também mudam de formato a partir da Portaria SVMA 105/24. Atualmente são requeridas informações sobre as árvores isoladas e sobre os fragmentos florestais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o cálculo de compensação ambiental, a nova Portaria exige um tabela comparativa entre  compensação baseada na legislação municipal e a baseada na legislação estadual. A compensação que for maior é a que estará em vigor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as árvores isoladas , também é exigido um relatório fotográfico de todos os espécimes do lote.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ficar atento  as novas regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
</div><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/portaria-svma-105-24-o-que-mudou-em-sao-paulo/">Portaria SVMA 105/24 – o que mudou em São Paulo?</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>GRAPROHAB &#8211; Estudos ambientais</title>
		<link>https://blog.humanaterra.com.br/graprohab-estudos-e-projetos-ambientais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=graprohab-estudos-e-projetos-ambientais</link>
					<comments>https://blog.humanaterra.com.br/graprohab-estudos-e-projetos-ambientais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 01:50:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[GRAPROHAB]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para você empreendedor(a) que busca investir em loteamentos residenciais ou industriais, esta série de artigos traz informações importantes sobre os estudos técnicos e ambientais para o Processo GRAPROHAB. Cada artigo trará informações sobre as etapas e os estudos e projetos requeridos pelo GRAPROHAB. Etapa 1 &#8211; Verificar o zoneamento e a regularidade da área O [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/graprohab-estudos-e-projetos-ambientais/">GRAPROHAB – Estudos ambientais</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para você empreendedor(a) que busca investir em loteamentos residenciais ou industriais, esta série de artigos traz informações importantes sobre os estudos técnicos e ambientais para o Processo GRAPROHAB. Cada artigo trará informações sobre as etapas e os estudos e projetos requeridos pelo GRAPROHAB.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Etapa 1 &#8211; Verificar o zoneamento </em>e a regularidade da área</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é verificar o zoneamento da área proposta para o empreendimento. Normalmente o empreendedor (a) adquire uma área rural e durante o processo de licenciamento do loteamento transforma a área em urbana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que isso aconteça, antes de adquirir a área, é importante verificar junto ao poder municipal se o zoneamento da área é urbano, ainda que a área em questão esteja cadastrada no INCRA. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A legislação não permite loteamentos em áreas rurais. Fique atento a isso.</strong> A <small><strong><a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%206.766-1979?OpenDocument" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6766compilado.htm">LEI N<sup>o</sup>&nbsp;6.766, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1979</a></strong></small>, define as regras para o parcelamento de solo urbano</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez verificado o zoneamento, o segundo passo é a análise da regularidade da dominialidade da área. Ou seja, se a área está regular frente ao INCRA, em caso de área rural, e se os confrontantes da área estão em conformidade com a matricula do imóvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para tanto, é fundamental a elaboração do primeiro estudo e projeto técnico &#8211; a planta planialtimétrica cadastral georeferenciada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A planialtimétrica é um mapa detalhado que representa a área tanto em sua dimensão horizontal (plani) quanto vertical (altimétrica), onde constam dados precisos de localização (georreferenciamento) e informações cadastrais, como limites, construções, curvas de nível, relevo, hidrografia e vegetação. Ela deve ser elaborada por um profissional da topografia ou agrimensura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo artigo falaremos sobre outros estudos necessários para o processo junto ao GRAPROHAB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos acompanhe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"> </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>O terror do empreendedor: a  Legislação Ambiental. Como fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 17:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante meus quase 30 anos na área de licenciamento ambiental e meio ambiente, já ouvi reclamações e desabafos de todos os tipos sobre a Legislação Ambiental. Sempre foi muito comum ouvir de empreendedores o quanto a legislação ambiental atrapalham seus planos. Muitos se aventuravam na irregularidade e mais cedo do que imaginavam, passavam a reclamar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="200" height="150" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/terror_legislacao_ambiental.jpg" alt="Legislação Ambiental" class="wp-image-112"/><figcaption class="wp-element-caption">Legislação Ambiental</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Durante meus quase 30 anos na área de licenciamento ambiental e meio ambiente, já ouvi reclamações  e desabafos de todos os tipos sobre a Legislação Ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre foi muito comum ouvir de empreendedores o quanto a legislação ambiental  atrapalham seus planos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos se aventuravam na irregularidade e mais cedo do que imaginavam, passavam a reclamar mais ainda das multas e da necessidade de regularização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, nos últimos anos, percebo que as reclamações estão diminuindo e o discurso está mudando. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns pelo medo de multas e penalidades, e outros, por consciência ambiental, estão reclamando menos e se adequando mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas porque as leis ambientais são tão complexas e muitas vezes trazem uma boa dose de dor de cabeça ao empreendedor? </p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante esclarecer que toda a legislação ambiental segue os princípios do artigo segundo da  <a href="https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&amp;numero=6938&amp;ano=1981&amp;ato=5b0UTRE50MrRVT15d" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">Lei nº 6.938 de 31 de agosto de 1981</a>, que trata da Política Nacional de Meio Ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, todas as normas ambientais são feitas para preservar, melhorar e recuperar a qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar condições ao desenvolvimento socioeconômico e a proteção da dignidade da vida humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após décadas de destruição do meio ambiente e, com as consequências das mudanças climáticas batendo cada vez mais forte na porta de cada um de nós, não é difícil concluir o quanto é complexo equilibrar desenvolvimento urbano com a manutenção e recuperação da natureza que nos sustenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para dar conta da complexidade de cumprir a missão dada pela Política Nacional de Meio Ambiente, ao longo dos anos, a legislação ambiental vem se adaptando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As adaptações são feitas de diversas formas: por meio da virtualização dos processos e também por meio da descentralização das demandas ambientais.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Processos ambientais digitais</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos órgão ambientais, com exceção de algumas prefeituras, possui sistema próprio para se protocolar os documentos para a abertura de uma processo de licenciamento ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as plataformas digitais, os órgãos ambientais também podem cruzar dados de outras plataformas, como por exemplo, mapas e plantas georefenciadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As plataformas também possibilita que sejam protocolados arquivos georeferenciados como shapefiles. Esse tipo de tecnologia permite maior precisão dos projetos e também das análises ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se, por um lado, há ausência de papel, permite que as análises sejam mais rápidas, além de ser uma prática mais sustentável, por outro lado exige que o empreendedor apresente  documentos e estudos dentro de uma formatação padrão, que requer muito critério técnico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, para a abertura dos processos digitais, no caso da CETESB, faz necessário um técnico, com ART, responsável pelo processo. Antes a ART era necessária apenas para os laudos, plantas e estudos técnicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Descentralização das demandas ambientais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se trata de licenciamento ambiental, há muitos elementos envolvidos, como fauna, vegetação, água, esgotamento sanitário, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como exemplo, osso citar que, para licenciamentos em âmbito estadual, os assuntos de fauna e flora são tratados junto à CETESB. Intervenção em cursos d&#8217;água devem ser tratados no DAEE, e esgotamento sanitário junto à SABESP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, para grande empreendimentos, os licenciamentos são efetuados por meio do GRAPROHAB. Este órgão é como um balcão de distribuição de documentos e estudos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para grandes empreendimentos são necessárias autorizações de diversos órgãos, e o GRAPROHAB centraliza a entrega destes estudos e os distribui entre os órgãos necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por este breve exemplo, é possível ter uma ideia da complexidade das leis ambientais. </p>



<p class="wp-block-paragraph"> Neste artigo não comentei sobre o poder municipal e suas atribuições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é de fundamental importância que o empreendedor consulte um (a) especialista, seja para elaborar os documentos técnicos ou para conduzir os processos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://blog.humanaterra.com.br/wp-admin/post.php?post=111&amp;action=edit" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Clique aqui para acessar um dos artigos que falam sobre o GRAPROHAB">Clique aqui para acessar um dos artigos que falam sobre o GRAPROHAB</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica a dica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">htmeioambiente@gmail.com</p>



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		<title>Laudo de caracterização de vegetação para ASV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 15:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Compensação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[GRAPROHAB]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[regularização ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Laudo de caracterização de vegetação para ASV (Autorização para supressão de vegetação), para a CETESB, é o documento emitido em processos de licenciamento ambiental para a Supressão de Vegetação Nativa. Um estudo obrigatório para o protocolo deste tipo de processo junto à CETESB, é o Laudo de Caracterização de Vegetação. Diversos empreendedores entram em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="666" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog.jpg" alt="" class="wp-image-102" style="width:173px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog.jpg 500w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O Laudo de caracterização de vegetação para ASV (Autorização para supressão de vegetação), para a CETESB, é o documento emitido em processos de licenciamento ambiental para a Supressão de Vegetação Nativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo obrigatório para o protocolo deste tipo de processo junto à CETESB, é o Laudo de Caracterização de Vegetação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversos empreendedores entram em contato comigo buscando informações sobre esse laudo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Também há casos  em que buscam informações sobre o conteúdo do Comunique-se enviado pela CETESB após a análise da documentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É muito comum que alguns profissionais elaborem o laudo de caracterização se baseando apenas na <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamento/documentos/1994_Res_CONAMA_1.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">Resolução CONAMA nº 01/94</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos é comum o laudo conter apenas a característica fisionômica da vegetação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empreendedor, é importante que você saiba que o laudo de caracterização de vegetação é um documento mais complexo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, exige um estudo fitossociológico, em especial nas áreas propostas para a supressão (ou corte) da vegetação nativa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estudo fitossociológico</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O laudo fitossociológico&nbsp;é um estudo que identifica e, avalia, quantitativamente e qualitativamente, a diversidade vegetal de uma área, bem como a estrutura e distribuição dos espécimes vegetais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do objetivo, este estudo preconiza diversos tipos de dados sobre o fragmento florestal estudado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo fitossociológico&nbsp;detalhado identifica a riqueza e diversidade vegetal, além de quantificar o volume de madeira existente em um determinado fragmento florestal, com as medidas e densidades dos indivíduos arbóreos presentes a partir das variáveis de altura e diâmetro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco deste estudo também pode ser para indivíduos regenerantes, ou espécies especificas com o objetivo de identificar a distribuição de determinadas espécies no fragmento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 40 do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6660.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">DECRETO FEDERAL Nº 6.660, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008</a><a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%206.660-2008?OpenDocument">,</a> que regulamenta dispositivos da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11428.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow ugc" title="">Lei no&nbsp;11.428, de 22 de dezembro de 2006</a>, determina que, para a supressão de vegetação, deve ser apresentado um estudo fitossociológico das área propostas para a supressão de vegetação:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>V&nbsp;&#8211;&nbsp;inventário fitossociológico da área a ser cortada ou suprimida, com vistas a determinar o estágio de regeneração da vegetação e a indicação da fitofisionomia original, elaborado com metodologia e suficiência amostral adequadas, observados os parâmetros estabelecidos no&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11428.htm#art4%C2%A72">art. 4o, § 2o, da Lei no&nbsp;11.428, de 2006</a>, e as definições constantes das resoluções do CONAMA de que trata o&nbsp;caput&nbsp;do referido artigo</em>”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo quarto da LEI 11.428 de 2006, parágrafo segundo define os parâmetros mínimos de um estudo fitossociológicos para a definição do estágio de desenvolvimento de um fragmento florestal:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Art. 4º A definição de vegetação primária e de vegetação secundária nos estágios avançado, médio e inicial de regeneração do Bioma Mata Atlântica, nas hipóteses de vegetação nativa localizada, será de iniciativa do Conselho Nacional do Meio Ambiente.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>§ 1º O Conselho Nacional do Meio Ambiente terá prazo de 180 (cento e oitenta) dias para estabelecer o que dispõe o caput deste artigo, sendo que qualquer intervenção na vegetação primária ou secundária nos estágios avançado e médio de regeneração somente poderá ocorrer após atendido o disposto neste artigo.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a></a><em>§ 2º Na definição referida no caput deste artigo, serão observados os seguintes parâmetros básicos:</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>I &#8211; fisionomia;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>II &#8211; estratos predominantes;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>III &#8211; distribuição diamétrica e altura;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>IV &#8211; existência, diversidade e quantidade de epífitas;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>V &#8211; existência, diversidade e quantidade de trepadeiras;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>VI &#8211; presença, ausência e características da serapilheira;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>VII &#8211; sub-bosque;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>VIII &#8211; diversidade e dominância de espécies;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>IX &#8211; espécies vegetais indicadoras</em>.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica a dica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">htmeioambiente@gmail.com</p>



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		<item>
		<title>PGRSCC &#8211; Construção civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 23:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento municipal]]></category>
		<category><![CDATA[PGRSCC]]></category>
		<category><![CDATA[SIGOR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O PGRSCC &#8211; Plano de gerenciamento de resíduos sólidos de construção civil é um documento obrigatório desde de o advento do Resolução CONAMA nº 307/2002, para empreendimentos geradores de resíduos de construção civil. Com o avanço da tecnologia em sistemas digitais de informações, no Estado de São Paulo, o gerenciamento de resíduos passou a ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O PGRSCC &#8211; Plano de gerenciamento de resíduos sólidos de construção civil é um documento obrigatório desde de o advento do <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamento/documentos/2002_Res_CONAMA_307.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Resolução CONAMA nº 307/2002">Resolução CONAMA nº 307/2002</a>, para empreendimentos geradores de resíduos de construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço da tecnologia em sistemas digitais de informações, no Estado de São Paulo,  o gerenciamento de resíduos passou a ser monitorado pela CETESB por meio do SIGOR &#8211; SISTEMA ESTADUAL DE GERENCIAMENTO ON LINE DE RESÍDUOS SÓLIDOS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O SIGOR é subdividido em módulos, sendo um deles específico para resíduos de construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modulo do SIGOR para Construção Civil, permite a inserção de dados no sistema, específicos para cada empreendimento, e o envio destes dados diretamente às prefeituras municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe então as prefeituras avaliarem as informações e aprovar ou não o PGRSCC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este sistema está em funcionamento desde de 2023, entretanto nem todas as prefeituras municipais já aderiram ao SIGOR. Assim, cabe ao empreendedor verificar junto a prefeitura municipal qual a forma de envio deste documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas prefeituras também requerem documentos específicos para a aprovação do PGRSCC, então é importante ficar atento à legislação municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PGRSCC é um documento requerido em licenciamento ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">contato@humanaterra.com.br</p>



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</div>



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			</item>
		<item>
		<title>Licenciamento &#8211; Dica para Outorga DAEE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 12:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[INSTRUÇÃO TÉCNICA DR Nº 09]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Outorga DAEE]]></category>
		<category><![CDATA[regularização ambiental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.humanaterra.com.br/?p=73</guid>

					<description><![CDATA[<p>Licenciamento &#8211; Dica para Outorga DAEE: para empreendimentos residenciais, industriais ou mistos que pretendem se instalar em locais próximos a córregos e rios (fora da APP) e farão o encaminhamento dos seus efluentes tratados ou as águas pluviais para estes córregos ou rios, é necessária a autorização do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-cover" style="min-height:77px;aspect-ratio:unset;"><span aria-hidden="true" class="wp-block-cover__background has-background-dim"></span><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" class="wp-block-cover__image-background wp-image-74" alt="Outorga DAEE" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-10-at-09.24.20-1024x768.jpeg" data-object-fit="cover" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-10-at-09.24.20-1024x768.jpeg 1024w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-10-at-09.24.20-300x225.jpeg 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-10-at-09.24.20-768x576.jpeg 768w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-10-at-09.24.20-1536x1152.jpeg 1536w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-10-at-09.24.20.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center has-large-font-size wp-block-paragraph">Outorga DAEE</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Licenciamento &#8211; Dica para Outorga DAEE</strong>: para empreendimentos residenciais, industriais ou mistos que pretendem se instalar em locais próximos a córregos e rios (fora da APP) e farão o encaminhamento dos seus efluentes tratados ou as águas pluviais para estes córregos ou rios, é necessária a autorização do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) por meio da obtenção de Outorga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024 o DAEE atualizou algumas Instruções Técnicas que tratam de lançamentos superficiais, como é o caso da <a href="http://www.daee.sp.gov.br/site/wp-content/uploads/2024/04/IT-09-_-FORMATACAO-FINAL-_-2024-04-22.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="INSTRUÇÃO TÉCNICA DR Nº 09, DE 30/05/2017">INSTRUÇÃO TÉCNICA DR Nº 09, DE 30/05/2017</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, é importante que o empreendedor fique atento as atualizações das legislações para elaborar seu planejamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Humana Terra tem equipe especializada que pode te ajudar no planejamento do seu empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">htmeioambiente@gmail.com</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você gostou deste post ou queira informações sobre outros assuntos ambientais deixe seu comentário.</p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/licenciamento-dica-para-outorga-daee/">Licenciamento – Dica para Outorga DAEE</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>Processo e estudos técnicos para GRAPROHAB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2024 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[empreendimento imobilíário]]></category>
		<category><![CDATA[GRAPROHAB]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns empreendimentos imobiliários requerem a análise e aprovação do GRAPROHAB. De acordo com DECRETO Nº 66.960, DE 08 DE JULHO DE 2022, devem ser aprovados por este colegiado os empreendimentos com as seguintes características: Temos equipe técnica especializada na elaboração dos projetos técnicos ambientais e de engenharia, além da assessoria e consultoria junto aos órgãos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Alguns empreendimentos imobiliários requerem a análise e aprovação do GRAPROHAB. De acordo com <strong><a data-type="link" data-id="https://app.habitacao.sp.gov.br/ManualGraprohab/Decreto6669008-07-2022.html" href="https://app.habitacao.sp.gov.br/ManualGraprohab/Decreto6669008-07-2022.html">DECRETO Nº 66.960, DE 08 DE JULHO DE 2022</a></strong>, devem ser aprovados por este colegiado os empreendimentos com as seguintes características:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>desmembramentos</strong>&nbsp;para fins habitacionais que resultem em mais de 10 (dez) lotes não servidos por equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, iluminação pública, esgotamento sanitário, abastecimento de água potável e energia elétrica pública;</li>



<li><strong>loteamentos</strong>&nbsp;para fins habitacionais;</li>



<li><strong>condomínios</strong>&nbsp;que se enquadrem em uma das seguintes situações:<br>a) condomínios horizontais com mais de 200 unidades ou com área de terreno superior a 50.000,00 m<sup>2</sup>&nbsp;;<br>b) condomínios verticais com mais de 800 unidades ou com área de terreno superior a 50.000,00 m<sup>2</sup>;<br>c) condomínios mistos (horizontais e verticais) com mais de 350 unidades ou com área de terreno superior a 50.000,00 m<sup>2</sup>;<br>d) condomínios horizontais, verticais ou mistos localizados em área especialmente protegida pela legislação ambiental com área de terreno igual ou superior a 10.000,00 m<sup>2</sup>;<br>e) condomínios horizontais, verticais ou mistos a serem implantados em áreas não servidas por equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, iluminação pública, esgotamento sanitário, abastecimento de água potável e energia elétrica pública.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Temos equipe técnica especializada na elaboração dos projetos técnicos ambientais e de engenharia, além da assessoria e consultoria junto aos órgãos vinculados ao colegiado da GRAPROHAB (CETESB, SABESP, DAEE, IPHAN, prefeituras municipais, DER, entre outros).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você quer entender quais os primeiros passos e estudos para o processo junto ao GRAPROHAB, <a href="https://blog.humanaterra.com.br/graprohab-estudos-e-projetos-ambientais/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="clique aqui.">clique aqui.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre em contato conosco para orçamento ou informações.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
</div><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/processo-e-estudos-tecnicos-para-graprohab/">Processo e estudos técnicos para GRAPROHAB</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>PGRS &#8211; novas regras</title>
		<link>https://blog.humanaterra.com.br/novas-regras-para-o-pgrs-cetesb/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=novas-regras-para-o-pgrs-cetesb</link>
					<comments>https://blog.humanaterra.com.br/novas-regras-para-o-pgrs-cetesb/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[PGRS]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.humanaterra.com.br/?p=52</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a publicação da DECISÃO DE DIRETORIA Nº 130/2022/P, de 15 de dezembro de 2022, a CETESB aprova o  Termo de Referência para elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) no âmbito do licenciamento ambiental do estado de São Paulo.</p>
<p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/novas-regras-para-o-pgrs-cetesb/">PGRS – novas regras</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O PGRS (<strong>Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos) </strong>descreve e planeja as ações de manejo dos resíduos gerados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">São ações de separação, armazenamento, transporte, tratamento e destinação final. Cada uma destas etapas deve estar descrita no PGRS, contendo, inclusive as quantidades médias e a indicações das empresas vinculadas ao processo do PGRS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a publicação da <a data-type="link" data-id="https://cetesb.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/DD-130-2022-P-Termo-de-Referencia-para-Planos-de-Gerenciamento-de-Residuos-CA-Setor-de-Residuos.pdf" href="https://cetesb.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/DD-130-2022-P-Termo-de-Referencia-para-Planos-de-Gerenciamento-de-Residuos-CA-Setor-de-Residuos.pdf">DECISÃO DE DIRETORIA Nº 130/2022/P, de 15 de dezembro de 2022</a>, a CETESB aprova o Termo de Referência para elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos  no âmbito do licenciamento ambiental do estado de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este termo determina como deve ser apresentado o PGRS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de trazer o regramento sobre quais empreendimentos devem apresentar o Plano, há novas exigências que devem ser apresentadas no SIGOR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre elas, o Plano deve contemplar uma planta com o layout das áreas de armazenamento dos resíduos (identificados e classificados) e a a indicação dos sistemas de proteção ambiental (impermeabilização, drenagens, fechamento, cobertura, contenção, etc).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano também devem conter a meta de redução, suas estratégias de ação e um plano de monitoramento anual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações e orçamentos, entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4fc3f8e1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p class="wp-block-paragraph">Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p class="wp-block-paragraph">blanche@humanaterra.com.br</p>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/novas-regras-para-o-pgrs-cetesb/">PGRS – novas regras</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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