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	<title>Licenciamento Ambiental - HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</title>
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	<description>Licenciamento Ambiental: mais de  25 anos na área ambiental</description>
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		<title>Extinção, será a nossa vez?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 00:54:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A extinção ocorre quando há o desaparecimento definitivo de todos os indivíduos de uma espécie. Uma espécie está ameaçada, seja de flora ou de fauna, quando sua população se&#160;reduz drasticamente, podendo desaparecer. A principal causa para o risco de extinção de flora e vegetação é a destruição de habitats, caça, pesca ilegal e mudanças climáticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_159" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="159" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="286" height="207" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/veado_2.jpg" alt="Ameaçado de extinção" class="wp-image-160"/><figcaption class="wp-element-caption">Ameaçado de extinção</figcaption></figure>
</div>


<p>A extinção ocorre quando há o desaparecimento definitivo de todos os indivíduos de uma espécie. </p>



<p>Uma espécie está ameaçada, seja de flora ou de fauna, quando sua população se&nbsp;reduz drasticamente,  podendo desaparecer. </p>



<p>A principal causa para o risco de extinção de flora e vegetação é a destruição de habitats, caça, pesca ilegal e mudanças climáticas (de acordo com a IA do Google). </p>



<p>Mas o buraco é mais embaixo, obviamente.</p>



<p>Ainda que o objetivo da legislação ambiental seja buscar o equilíbrio entre o que chamamos de desenvolvimento e a preservação do meio ambiente, meus mais de 20 anos na área de consultoria ambiental me trazem reflexões mais profundas sobre os pesos que são colocados nesta balança.</p>



<p>O objetivo deste artigo não é quantificar a eficácia da legislação. Mas refletir sobre o porque chegamos onde chegamos e qual seria um potencial caminho de retorno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Extinção e os instrumentos legais ambientais</h2>



<p>Toda legislação ambiental é amparada por estudos acadêmicos e monitoramentos ambientais efetuados ao longo dos anos, assim as limitações e as obrigatoriedades determinadas pelos instrumentos legais não são aleatórias.</p>



<p>A legislação e as pessoas que estão envolvidas no processo de desenvolvimento dos instrumentos legais ambientais, sejam estes pesquisadores, legisladores, servidores públicos, empresas que desenvolvem tecnologias limpas ou consultores ambientais, buscam equilibrar a necessidade de mudança de uso do solo com a preservação ambiental. </p>



<p>E isso faz parte de um sistema, onde cada um faz sua parte, e assim atuamos para construir um mundo melhor. Mas será que esse sistema está funcionando?</p>



<p>O aumento das catástrofes ambientais, das mudanças climáticas, e o desaparecimento de  espécies de fauna e de flora de algumas regiões, trazem a tona uma problemática mais profunda, que a própria legislação não pode alcançar.</p>



<p>Enquanto a legislação tenta equilibrar a balança, há  forças contrárias cuja dedicação é exclusiva em desequilibrá-la.  E essas forças são as nossas crenças frente a Natureza. </p>



<p>A Natureza é resiliente e sempre arruma um jeito de voltar à vida. &#8220;Vida não se chama vida a toa&#8221; &#8211; ouvi de uma professora da Geografia da USP.</p>



<p>O sistema natural se ajusta e se reajusta, quantas vezes forem necessárias, e não importa o tempo que leve, porque é isso que Ela (A natureza) nasceu para fazer. Ela nasceu para gerar vida.</p>



<p>Basta observar aquela planta, que chamamos de &#8220;praga&#8221;, que nasce na fenda de uma ponte em meio ao mar de concreto das cidades. Por quantas vezes ela for cortada, serão quantas vezes ela nascerá. E se a fenda for preenchida com cimento, a planta achará outra fenda.</p>



<p>Enquanto a Natureza sustenta a vida, nós reduzimos esta imensidão de conhecimento e sabedoria em &#8220;recurso&#8221;. </p>



<p>O grande problema da concepção de que a Natureza é um recurso, é que os elementos que compõe a nossa Mãe Terra, se tornam produtos como em prateleiras de supermercado.</p>



<p>No site da <a href="https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/prateleira-ambiental/recursos-naturais-ou-recursos-ambientais/#:~:text=Recursos%20naturais%20s%C3%A3o%20quaisquer%20insumos,necessidades%20humanas%20no%20planeta%20Terra." target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored" title="SEMIL do Estado de São Paulo">SEMIL do Estado de São Paulo</a>, está é a definição de Recurso Natural &#8220;<em>Recursos naturais&nbsp;são <strong>quaisquer insumos</strong> (matérias-primas) ou<strong> elementos naturais</strong> (abióticos – que não têm vida ou bióticos – que têm vida) que estão na natureza e <strong>podem atender às necessidades humanas no planeta Terra</strong></em>&#8220;</p>



<p>A definição da SEMIL deixa claro que a Natureza está a nosso serviço.</p>



<p>Na minha opinião, quando algo se torna um recurso para sobrevivência de uma única espécie (e do ego dela), todo o restante é colocado em posição de inferioridade.</p>



<p>A função de tudo que existe, além do ser humano é, especificamente, servi-lo, e assim o seu valor está vinculado a importância da sua subserviência.</p>



<p>Por exemplo, há pouco tempo, fiz um estudo de fauna, e observei a presença de um veado mateiro em uma área. Tive o privilégio de fotografá-lo. Esta espécie, atualmente, consta na <a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2018/decreto-63853-27.11.2018.html" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="lista de espécies de fauna ameaçada de extinção do estado de São Paulo.">lista de espécies de fauna ameaçada de extinção do estado de São Paulo.</a></p>



<p>E por conta da presença desta espécie no local, há restrições para se fazer intervenção no local.</p>



<p>A restrição existe porque o &#8220;recurso&#8221; veado mateiro, está escasso. E, de acordo com as atuais regras, o que está escasso protegemos, e o que temos em abundância, utilizamos ou não damos valor. Afinal são só recursos, não é mesmo?</p>



<p>Convido, então, a refletir sobre o impacto fulminante que tratar a natureza como recurso causa, não apenas no meio ambiente, mas também no comportamento e no emocional das pessoas.</p>



<p>Em primeiro lugar, quando se produtifica algo, ou seja, algo se torna um recurso, limitamos as potencialidades deste algo à nossa necessidade. </p>



<p>Logo, este algo perde seu valor de existência, e somente enxergamos valor nele, se nos servir. A partir daí, perde-se o respeito pela existência e pela vida desse algo. Perde-se a noção de relacionamento, de troca de experiência e conexão com esse algo. </p>



<p>Penso que, quando produtificamos a Natureza, nos tornamos inertes uma vez que nos isolamos do sistema natural. E nada na Natureza é inerte. Assim, essa nossa crença, corre na contramão de tudo que é natural.</p>



<p>Então fica aqui um convite para repensar sua relação com a Natureza.</p>



<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais – USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p></p>



<p>blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="https://humanaterra.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="www.humanaterra.com.br">www.humanaterra.com.br</a></p>
</div>



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		<title>Levantamento Cadastral Arbóreo, quando fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 13:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Compensação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[DCRA/GTMAPP (antigo DEPAVE)]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[Levantamento cadastral arbóreo]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de compensação ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O levantamento cadastral arbóreo é um estudo técnico exigido em processos de licenciamento ambiental de empreendimentos que requeiram o manejo de árvores. Como manejo, entende-se o corte, a poda, o transplantio e o plantio de árvores. Este estudo deve ser executado por profissional habilitado, com formação na biologia, engenharia florestal ou agronomia, e o profissional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_155" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="155" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="400" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/numero_arvore.jpeg" alt="Levantamento cadastral arbóreo" class="wp-image-156" style="width:203px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/numero_arvore.jpeg 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/03/numero_arvore-225x300.jpeg 225w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption class="wp-element-caption">Levantamento cadastral arbóreo</figcaption></figure>
</div>


<p>O levantamento cadastral arbóreo é um estudo técnico exigido em processos de licenciamento ambiental de empreendimentos que requeiram o manejo de árvores.</p>



<p>Como manejo, entende-se o corte, a poda, o transplantio e o plantio de árvores.</p>



<p>Este estudo deve ser executado por profissional habilitado, com formação na biologia, engenharia florestal ou agronomia, e o profissional deve emitir a ART (Anotação e responsabilidade técnica).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Requisitos mínimos para um levantamento cadastral arbóreo</h2>



<p>A base do levantamento cadastral arbóreo é a planialtimetrica cadastral do empreendimento.</p>



<p>O planialtimétrico cadastral é um mapeamento do terreno que demonstra graficamente, com alta precisão, os limites da área, os desníveis do relevo e a localização  das estruturas e elementos do terreno (construções, árvores, ruas, redes elétricas, cercas etc).</p>



<p>Esta planta deve ser elaborada por profissional habilitada em topografia ou agrimensura.</p>



<p>Com a planta cadastral em mãos, é hora de ir a campo para identificar as espécies das árvores e coletar seus dados dendométricos (DAP, altura, estado fitossanitário, origem, status de conservação, por exemplo). </p>



<p>É fundamental identificar as árvores na planta e no local, com um código numérico. Para efetuar essa identificação no local, pode-se utilizar uma placa amarrada em cada uma das árvores.</p>



<p>É importante destacar que esse procedimento facilita o processo de vistoria  por parte dos órgãos ambientais.</p>



<p>O artigo <a href="https://blog.humanaterra.com.br/psa-psp-e-pca-dcra-gtmapp-antigo-depave/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="PSA, PSP e PCA – DCRA/GTMAPP (antigo DEPAVE)">PSA, PSP e PCA – DCRA/GTMAPP (antigo DEPAVE)</a> apresenta como este levantamento cadastral arbóreo é utilizada em estudos técnicos para a Prefeitura de São Paulo.</p>



<p>Para o município de São Paulo a Portaria SVMA 105/24 (<a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/portaria-secretaria-municipal-do-verde-e-do-meio-ambiente-svma-105-de-14-de-novembro-de-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portaria SVMA Nº 105 DE 14 DE NOVEMBRO DE 2024</a>), traz com detalhes as exigências para o Levantamento Cadastral Arbóreo.</p>



<p>Como resultado, o produto final de um levantamento cadastral arbóreo é a planta planialtimétrica com as árvores do terreno demarcadas com um número, e uma planilha com os dados dendométricos de cada uma das árvores que constam na planta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como utilizar o levantamento cadastra arbóreo?</h2>



<p>Em resumo, com o levantamento cadastral arbóreo em mãos é possível planejar o empreendimento, para que este seja o mais sustentável possível. </p>



<p>Por exemplo, com este estudo, também é possível verificar os espaços que existem no terreno e que poderiam ser utilizados para eventuais novos plantios, e quais as espécies nativas seriam mais adequadas.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais &#8211; USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
</div>



<p></p>



<p> </p>



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		<title>Importante &#8211; APP e perda de função</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 19:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[APP]]></category>
		<category><![CDATA[Descaracterização de APP]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de perda de função]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A perda de função de APP é uma situação, infelizmente, comum, em muitos locais do estado de São Paulo. No município de São Paulo, com a PORTARIA SVMA Nº 105 de 14 de Novembro de 2024, é possível regularizar empreendimentos que estejam nesta situação. Esta legislação traz os critérios e procedimentos para a regularização de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_145" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="145" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="225" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/post_blog.jpeg" alt="" class="wp-image-148" style="width:236px;height:auto"/></figure>
</div>


<p>A perda de função de APP é uma situação, infelizmente, comum, em muitos locais do estado de São Paulo.</p>



<p>No município de São Paulo, com a <a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/portaria-secretaria-municipal-do-verde-e-do-meio-ambiente-svma-105-de-14-de-novembro-de-2024/consolidado" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="PORTARIA SVMA Nº 105 de 14 de Novembro de 2024">PORTARIA SVMA Nº 105 de 14 de Novembro de 2024</a>,  é possível  regularizar empreendimentos que estejam nesta situação.</p>



<p>Esta legislação traz os critérios e procedimentos para a  regularização de empreendimentos que estejam em APP, e que se enquadram em perda de função ou descaracterização de APP.</p>



<p> A portaria municipal acompanha a legislação federal e a estadual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perda de função de APP</h2>



<p>A perda de função de APP acontece quando A APP do entorno do local, considerando 1000,00 m à montante e 1000,00 m à jusante da área do empreendimento, perdeu suas funções ambientais.</p>



<p>De acordo com o artigo terceiro, inciso segundo da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/L12651compilado.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Lei Federal nº 12.651, de 25 de maio de 2012">Lei Federal nº 12.651, de 25 de maio de 2012</a>, as funções ambientais de uma APP são preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas.</p>



<p>Assim, quando a paisagem da APP não atende esses critérios ela perdeu sua função. Em áreas muito urbanizadas é comum edificações, ruas públicas e outras estruturas urbanas como iluminação, água e esgoto encanados em APP.</p>



<p>Neste locais a APP perdeu sua função.</p>



<p>Porém, é IMPORTANTE, ressaltar que, ainda que a APP tenha perdido sua função, ainda há a necessidade de compensação ou restauração da APP do próprio empreendimento.</p>



<p>O <a href="https://blog.humanaterra.com.br/novos-criterios-para-a-compensacao-ambiental/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="cálculo de compensação ambiental">cálculo de compensação ambiental</a> segue os critérios da <a href="https://www.imprensaoficial.com.br/DO/BuscaDO2001Documento_11_4.aspx?link=%2f2024%2fexecutivo+secao+i%2fjaneiro%2f03%2fpag_0030_5a94a2cf7ba746ccd88fafc5c6b64aff.pdf&amp;pagina=30&amp;data=03/01/2024&amp;caderno=Executivo%20I&amp;paginaordenacao=100030">RESOLUÇÃO SEMIL nº 02/2024, DE 02 DE JANEIRO DE 2024</a>, assim, quando a compensação ambiental  for externa ao empreendimento, é necessário consultar esta resolução.</p>



<p>Caso o empreendedor opte por restaurar sua própria área, o plantio por ter caráter paisagístico ou de <a href="https://blog.humanaterra.com.br/restauracao-ecologica-com-baixo-custo/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="restauração ecológica">restauração ecológica</a>. As ambos os casos, devem ser seguidos os critérios da <a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/portaria-secretaria-municipal-do-verde-e-do-meio-ambiente-svma-105-de-14-de-novembro-de-2024/consolidado" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="PORTARIA SVMA Nº 105 de 14 de Novembro de 2024">PORTARIA SVMA Nº 105 de 14 de Novembro de 2024</a>,</p>



<p>Entre em contato conosco para informações e orçamentos.</p>



<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>blanche@humanaterra.com.br</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



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		<title>Economize com o IPTU VERDE em EMBU das ARTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 16:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[IPTU VERDE EMBU DAS ARTES]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de caracterização de vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para você, empreendedor (a), o benefício do IPTU VERDE em Embu das Artes &#8211; SP é uma excelente forma de economia para o empreendimento que possuem áreas verdes em seu site. O  DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014, regulamentou o benefício do IPTU VERDE no município e vem promovendo descontos significativos para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_130" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="130" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog.png" alt="" class="wp-image-133" style="width:144px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog.png 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/arvore_blog-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>


<p>Para você, empreendedor (a), o benefício do IPTU VERDE em Embu das Artes &#8211; SP é uma excelente forma de economia para  o  empreendimento que possuem áreas verdes em seu site.</p>



<p>O  <a href="https://leismunicipais.com.br/a/sp/e/embu-das-artes/decreto/2014/88/882/decreto-n-882-2014-regulamenta-o-artigo-64-inciso-iii-e-seus-paragrafos-da-lei-complementar-n-101-de-26-de-dezembro-de-2007" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored" title="DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014">DECRETO Nº 882 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2014</a>, regulamentou o benefício do IPTU VERDE no município e vem promovendo descontos significativos para empresas ou empreendedores que possuem áreas verdes em seus sites.</p>



<p>O desconto pode variar de 20% a 100% dependendo do enquadramento do imóvel no Decreto Municipal.</p>



<p>Para você que quer solicitar o benefício para o ano de 2027, o protocolo da documentação necessária deve ser feito até o dias 30 de junho de 2026. </p>



<p>Também é importante lembrar que, no município de Embu das Artes, os profissionais responsáveis pelos estudos técnicos requeridos para o processo do IPTU VERDE devem ser inscritos no CCM do município.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estudos e documentos necessários</h2>



<p>Os estudos necessários são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://blog.humanaterra.com.br/laudo-de-vegetacao/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Laudo de Caracterização da Vegetação">Laudo de Caracterização da Vegetação</a>;</li>



<li>Planta Planialtimétrica Cadastral do site;</li>



<li>Memorial descritivo de área verde;</li>
</ul>



<p>Todos os estudos devem seguir o padrão estabelecido pela prefeitura municipal e devem ser acompanhados de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e CCM dos responsáveis pelo estudo. </p>



<p>Além dos documentos técnicos, também são requerido as outros documentos dependendo do ramo da empresa. Dentre estes documentos estão licenças ambientais, certidões negativas, matrícula atualizada, entre outros.</p>



<p>Além disso, uma das etapas é a vistoria dos técnicos da prefeitura ao local para a verificação da veracidade das informações apresentadas nos estudos técnicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Renovação do IPTU VERDE</h2>



<p>Fique  atento.</p>



<p>A parte interessada pode solicitar o beneficio por 1 ano, 5 anos ou 10 anos. Quanto maior o tempo, maior o percentual de desconto.</p>



<p>Entretanto, mesmo que o beneficio seja solicitado por um período superior à 1 ano,  é necessário que o mesmo seja renovado anualmente.</p>



<p>A solicitação de renovação também deve respeitar o prazo de de 30 de junho para protocolar o este processo.</p>



<p>A HUMANA TERRA possui expertise em processos de IPTU VERDE em Embu das Artes e todos os requisitos para o atendimento a legislação vigente.</p>



<p>Entre em contato conosco para informações e orçamentos.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>blanche@humanaterra.com.br</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
</div>



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		<title>GRAPROHAB &#8211; Laudo de Recursos Naturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 00:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[GRAPROHAB]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Anexo 19 do Manual GRAPROHAB &#8211; Laudo técnico de recursos naturais é um dos estudos que define o desenvolvimento do empreendimento. Este artigo é a segunda parte do post GRAPROHAB – Estudos e projetos ambientais, que trata das primeiras averiguações para a implantação de um loteamento em conformidade com o GRAPROHAB. Após as averiguações, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_126" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="126" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="769" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46-1024x769.jpeg" alt="" class="wp-image-127" style="width:210px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46-1024x769.jpeg 1024w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46-300x225.jpeg 300w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46-768x576.jpeg 768w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46-1536x1153.jpeg 1536w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-21.21.46.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p>O Anexo 19 do Manual GRAPROHAB &#8211; Laudo técnico de recursos naturais é um dos estudos que define o desenvolvimento do empreendimento.</p>



<p>Este artigo é a segunda parte do post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/graprohab-estudos-e-projetos-ambientais/" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="GRAPROHAB – Estudos e projetos ambientai">GRAPROHAB – Estudos e projetos ambientai</a>s, que trata das primeiras averiguações para a implantação de um loteamento em conformidade com o GRAPROHAB.</p>



<p>Após as averiguações, são necessários diversos estudos ambientais e de engenharia. Dentre os ambientais estão: o laudo de fauna, o laudo técnico de recursos naturais, estudos geológicos, estudos hidrológicos, estudos arqueológicos, entre outros.</p>



<p>Este post aborda, especificamente, o ANEXO 19 &#8211; LAUDO TÉCNICO DE RECURSOS NATURAIS, conforme requerido no <a href="https://www.habitacao.sp.gov.br/habitacao/institucional/a-secretaria/manual_aprovacao_projetos_habitacionais_graprohab" target="_blank" rel="noopener" title="Manual GRAPROHAB de 2023">Manual GRAPROHAB de 2023</a>.</p>



<p>O Laudo técnico deve ser elaborado por profissional habilitado com a devida Anotação de Responsabilidade Técnica &#8211; ART.</p>



<p>Deve conter a caracterização detalhada, o mapeamento e a quantificação de toda a vegetação existente na área. Devem ser descritos, mapeados e quantificados os fragmentos florestais, as árvores isoladas nativas e exóticas, inclusive os espécimes mortos. </p>



<p>Também são mapeadas, descritas e quantificadas áreas de pasto, cultivo, APP (Área de Preservação Permanente) com e sem vegetação, edificações, acessos, e áreas de brejo ou várzea.</p>



<p>Após o levantamento das informações sobre a vegetação e os recursos naturais da áreas, cabe ao profissional elaborar uma análise técnica refinada apontando a importância da vegetação da área frente a outros fragmentos do entorno, visando a identificação de corredores ecológicos, e de medidas de preservação.</p>



<p>Um ponto importantíssimo neste laudo é a pesquisa sobre os usos pretéritos da área, bem como sobre o histórico de eventos como processos erosivos, inundação, entre outros.</p>



<p>O laudo deve conter um relatório fotográfico de todos os elementos identificados na área. E este relatório fotográfico deve ser acompanhado de uma imagem área que identifique a visada de cada uma das fotos.</p>



<p>Assim, ao avaliar o laudo, o corpo técnico do órgão ambiental  terá como verificar a veracidade das imagens, durante a vistoria técnica de campo.</p>



<p>O resultado gráfico final  destes levantamentos é denominado Planta da Situação Atual ou PSA.</p>



<p>Com a PSA finalizada, o empreendedor pode dar início a uma nova etapa que a elaboração da Planta Urbanística Ambiental. </p>



<p>O Laudo Técnico de Recursos Naturais ainda identifica o bioma cuja vegetação da área está classificada. E este é um fator imprescindível para o desenvolvimento da Planta Urbanística Ambiental, uma vez que para cada bioma, as regras para supressão de vegetação são diferentes.</p>



<p>Também é o Laudo Técnico de Recursos Naturais que identifica a compensação ambiental necessária para as supressões propostas na Planta Urbanística Ambiental, bem como a localização destas compensações.</p>



<p>No próximo artigo darei mais detalhes sobre o Laudo Técnico de Recursos Naturais.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



<p></p>
</div>



<p></p><p>The post <a href="https://blog.humanaterra.com.br/graprohab-laudo-de-recursos-naturais/">GRAPROHAB – Laudo de Recursos Naturais</a> first appeared on <a href="https://blog.humanaterra.com.br">HUMANA TERRA Consultoria Ambiental</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>GRAPROHAB &#8211; Estudos e projetos ambientais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 01:50:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[GRAPROHAB]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para você empreendedor(a) que busca investir em loteamentos residenciais ou industriais, esta série de artigos traz informações importantes sobre os estudos técnicos e ambientais para o Processo GRAPROHAB. Cada artigo trará informações sobre as etapas e os estudos e projetos requeridos pelo GRAPROHAB. Etapa 1 &#8211; Verificar o zoneamento e a regularidade da área O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_117" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="117" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div>
<p>Para você empreendedor(a) que busca investir em loteamentos residenciais ou industriais, esta série de artigos traz informações importantes sobre os estudos técnicos e ambientais para o Processo GRAPROHAB. Cada artigo trará informações sobre as etapas e os estudos e projetos requeridos pelo GRAPROHAB.</p>



<p><em>Etapa 1 &#8211; Verificar o zoneamento </em>e a regularidade da área</p>



<p>O primeiro passo é verificar o zoneamento da área proposta para o empreendimento. Normalmente o empreendedor (a) adquire uma área rural e durante o processo de licenciamento do loteamento transforma a área em urbana.</p>



<p>Para que isso aconteça, antes de adquirir a área, é importante verificar junto ao poder municipal se o zoneamento da área é urbano, ainda que a área em questão esteja cadastrada no INCRA. </p>



<p><strong>A legislação não permite loteamentos em áreas rurais. Fique atento a isso.</strong> A <small><strong><a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%206.766-1979?OpenDocument" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6766compilado.htm">LEI N<sup>o</sup>&nbsp;6.766, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1979</a></strong></small>, define as regras para o parcelamento de solo urbano</p>



<p>Uma vez verificado o zoneamento, o segundo passo é a análise da regularidade da dominialidade da área. Ou seja, se a área está regular frente ao INCRA, em caso de área rural, e se os confrontantes da área estão em conformidade com a matricula do imóvel.</p>



<p>Para tanto, é fundamental a elaboração do primeiro estudo e projeto técnico &#8211; a planta planialtimétrica cadastral georeferenciada.</p>



<p>A planialtimétrica é um mapa detalhado que representa a área tanto em sua dimensão horizontal (plani) quanto vertical (altimétrica), onde constam dados precisos de localização (georreferenciamento) e informações cadastrais, como limites, construções, curvas de nível, relevo, hidrografia e vegetação. Ela deve ser elaborada por um profissional da topografia ou agrimensura.</p>



<p>No próximo artigo falaremos sobre outros estudos necessários para o processo junto ao GRAPROHAB.</p>



<p>Nos acompanhe.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>blanche@humanaterra.com.br / htmeioambiente@gmail.com</p>



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</div>



<p> </p>



<p></p>



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		<item>
		<title>O terror do empreendedor: a  Legislação Ambiental. Como fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 17:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante meus quase 30 anos na área de licenciamento ambiental e meio ambiente, já ouvi reclamações e desabafos de todos os tipos sobre a Legislação Ambiental. Sempre foi muito comum ouvir de empreendedores o quanto a legislação ambiental atrapalham seus planos. Muitos se aventuravam na irregularidade e mais cedo do que imaginavam, passavam a reclamar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_111" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="111" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="200" height="150" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/terror_legislacao_ambiental.jpg" alt="Legislação Ambiental" class="wp-image-112"/><figcaption class="wp-element-caption">Legislação Ambiental</figcaption></figure>
</div>


<p>Durante meus quase 30 anos na área de licenciamento ambiental e meio ambiente, já ouvi reclamações  e desabafos de todos os tipos sobre a Legislação Ambiental.</p>



<p>Sempre foi muito comum ouvir de empreendedores o quanto a legislação ambiental  atrapalham seus planos. </p>



<p>Muitos se aventuravam na irregularidade e mais cedo do que imaginavam, passavam a reclamar mais ainda das multas e da necessidade de regularização.</p>



<p>Porém, nos últimos anos, percebo que as reclamações estão diminuindo e o discurso está mudando. </p>



<p>Alguns pelo medo de multas e penalidades, e outros, por consciência ambiental, estão reclamando menos e se adequando mais.</p>



<p>Mas porque as leis ambientais são tão complexas e muitas vezes trazem uma boa dose de dor de cabeça ao empreendedor? </p>



<p>É importante esclarecer que toda a legislação ambiental segue os princípios do artigo segundo da  <a href="https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&amp;numero=6938&amp;ano=1981&amp;ato=5b0UTRE50MrRVT15d" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">Lei nº 6.938 de 31 de agosto de 1981</a>, que trata da Política Nacional de Meio Ambiente.</p>



<p>Assim, todas as normas ambientais são feitas para preservar, melhorar e recuperar a qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar condições ao desenvolvimento socioeconômico e a proteção da dignidade da vida humana.</p>



<p>Após décadas de destruição do meio ambiente e, com as consequências das mudanças climáticas batendo cada vez mais forte na porta de cada um de nós, não é difícil concluir o quanto é complexo equilibrar desenvolvimento urbano com a manutenção e recuperação da natureza que nos sustenta.</p>



<p>Para dar conta da complexidade de cumprir a missão dada pela Política Nacional de Meio Ambiente, ao longo dos anos, a legislação ambiental vem se adaptando.</p>



<p>As adaptações são feitas de diversas formas: por meio da virtualização dos processos e também por meio da descentralização das demandas ambientais.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Processos ambientais digitais</h5>



<p>A maioria dos órgão ambientais, com exceção de algumas prefeituras, possui sistema próprio para se protocolar os documentos para a abertura de uma processo de licenciamento ambiental.</p>



<p>Com as plataformas digitais, os órgãos ambientais também podem cruzar dados de outras plataformas, como por exemplo, mapas e plantas georefenciadas.</p>



<p>As plataformas também possibilita que sejam protocolados arquivos georeferenciados como shapefiles. Esse tipo de tecnologia permite maior precisão dos projetos e também das análises ambientais.</p>



<p>Se, por um lado, há ausência de papel, permite que as análises sejam mais rápidas, além de ser uma prática mais sustentável, por outro lado exige que o empreendedor apresente  documentos e estudos dentro de uma formatação padrão, que requer muito critério técnico.</p>



<p>Além disso, para a abertura dos processos digitais, no caso da CETESB, faz necessário um técnico, com ART, responsável pelo processo. Antes a ART era necessária apenas para os laudos, plantas e estudos técnicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Descentralização das demandas ambientais</h4>



<p>Quando se trata de licenciamento ambiental, há muitos elementos envolvidos, como fauna, vegetação, água, esgotamento sanitário, entre outros.</p>



<p>Como exemplo, osso citar que, para licenciamentos em âmbito estadual, os assuntos de fauna e flora são tratados junto à CETESB. Intervenção em cursos d&#8217;água devem ser tratados no DAEE, e esgotamento sanitário junto à SABESP.</p>



<p>Por isso, para grande empreendimentos, os licenciamentos são efetuados por meio do GRAPROHAB. Este órgão é como um balcão de distribuição de documentos e estudos.</p>



<p>Para grandes empreendimentos são necessárias autorizações de diversos órgãos, e o GRAPROHAB centraliza a entrega destes estudos e os distribui entre os órgãos necessários.</p>



<p>Por este breve exemplo, é possível ter uma ideia da complexidade das leis ambientais. </p>



<p> Neste artigo não comentei sobre o poder municipal e suas atribuições.</p>



<p>Por isso, é de fundamental importância que o empreendedor consulte um (a) especialista, seja para elaborar os documentos técnicos ou para conduzir os processos ambientais.</p>



<p><a href="https://blog.humanaterra.com.br/wp-admin/post.php?post=111&amp;action=edit" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="Clique aqui para acessar um dos artigos que falam sobre o GRAPROHAB">Clique aqui para acessar um dos artigos que falam sobre o GRAPROHAB</a></p>



<p>Fica a dica.</p>



<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



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		<title>Estudo de viabilidade X Regularização Ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 12:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento municipal]]></category>
		<category><![CDATA[regularização ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A regularização ambiental pode ser necessária em diversos casos. A regularização ambiental é necessária quando o empreendedor faz intervenções sem a devida autorização ambiental, ou quando a autorização ambiental existe, porém a mesma está fora da validade. É importante ressaltar que, o processo de regularização ambiental somente ocorre após uma autuação ambiental. Essa autuação pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_106" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="106" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="533" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/regularizacao_ambiental_p.jpg" alt="regularização ambiental" class="wp-image-107" style="width:142px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/regularizacao_ambiental_p.jpg 400w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/02/regularizacao_ambiental_p-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure>
</div>


<p>A regularização ambiental pode ser necessária em diversos casos. </p>



<p>A regularização ambiental é necessária quando o empreendedor faz intervenções sem a devida autorização ambiental, ou quando a autorização ambiental existe, porém a mesma está fora da validade.</p>



<p>É importante ressaltar que, o processo de regularização ambiental somente ocorre após uma  autuação ambiental.</p>



<p>Essa autuação pode ou não gerar multa, e ela pode ser aplicada pela prefeitura municipal, pelo Estado ou pela Federação.</p>



<p>Toda infração ambiental é baseada em lei ou decreto. Para o Estado de São Paulo, é o <a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2019/decreto-64456-10.09.2019.html" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="DECRETO Nº 64.456, DE 10 DE SETEMBRO DE 2019. ">DECRETO Nº 64.456, DE 10 DE SETEMBRO DE 2019. </a></p>



<p>E ainda que o empreendedor não seja multado, é fundamental a regularização ambiental. Além da multa, outras penalidades são os embargos, a demolição, a restauração da área degradada, entre outras.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Área de proteção de mananciais</h5>



<p>Também é importante destacar que, em determinadas áreas, como em áreas de proteção de mananciais, caso o empreendedor não tenha a documentação ambiental em dia, equipamentos públicos como energia elétrica, não são instalados. </p>



<p>Isso porque a empresa de energia elétrica exige a licença ambiental para a ligação de luz.</p>



<p>Assim, antes de executar intervenções ambientais consulte um profissional da área. </p>



<p>Vale lembrar ainda, que há casos, onde os empreendedores são orientados a fazerem as intervenções e depois correr atrás da regularização. </p>



<p>Isso é um tiro no pé, porque em muitos casos, o empreendedor é obrigada a demolir a construção e ainda restaurar a área.</p>



<p>Em caso de dúvida, indico que o empreendedor faça um estudo de viabilidade. </p>



<p>Neste estudo estará descrito o que pode e o que não pode na área, e quais os caminhos para obter a autorização ambiental, e o empreendedor poderá seguir tranquilo com seu projeto.</p>



<p></p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>



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		<title>Laudo de caracterização de vegetação para ASV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 15:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Compensação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[GRAPROHAB]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[regularização ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Laudo de caracterização de vegetação para ASV (Autorização para supressão de vegetação), para a CETESB, é o documento emitido em processos de licenciamento ambiental para a Supressão de Vegetação Nativa. Um estudo obrigatório para o protocolo deste tipo de processo junto à CETESB, é o Laudo de Caracterização de Vegetação. Diversos empreendedores entram em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_101" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="101" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="666" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog.jpg" alt="" class="wp-image-102" style="width:173px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog.jpg 500w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagen_blog-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>
</div>


<p>O Laudo de caracterização de vegetação para ASV (Autorização para supressão de vegetação), para a CETESB, é o documento emitido em processos de licenciamento ambiental para a Supressão de Vegetação Nativa.</p>



<p>Um estudo obrigatório para o protocolo deste tipo de processo junto à CETESB, é o Laudo de Caracterização de Vegetação.</p>



<p>Diversos empreendedores entram em contato comigo buscando informações sobre esse laudo. </p>



<p>Também há casos  em que buscam informações sobre o conteúdo do Comunique-se enviado pela CETESB após a análise da documentação.</p>



<p>É muito comum que alguns profissionais elaborem o laudo de caracterização se baseando apenas na <a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamento/documentos/1994_Res_CONAMA_1.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">Resolução CONAMA nº 01/94</a>.</p>



<p>Nestes casos é comum o laudo conter apenas a característica fisionômica da vegetação.</p>



<p>Empreendedor, é importante que você saiba que o laudo de caracterização de vegetação é um documento mais complexo.</p>



<p>Ou seja, exige um estudo fitossociológico, em especial nas áreas propostas para a supressão (ou corte) da vegetação nativa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estudo fitossociológico</h4>



<p>O laudo fitossociológico&nbsp;é um estudo que identifica e, avalia, quantitativamente e qualitativamente, a diversidade vegetal de uma área, bem como a estrutura e distribuição dos espécimes vegetais.</p>



<p>Dependendo do objetivo, este estudo preconiza diversos tipos de dados sobre o fragmento florestal estudado. </p>



<p>Um estudo fitossociológico&nbsp;detalhado identifica a riqueza e diversidade vegetal, além de quantificar o volume de madeira existente em um determinado fragmento florestal, com as medidas e densidades dos indivíduos arbóreos presentes a partir das variáveis de altura e diâmetro.</p>



<p>O foco deste estudo também pode ser para indivíduos regenerantes, ou espécies especificas com o objetivo de identificar a distribuição de determinadas espécies no fragmento.</p>



<p>O artigo 40 do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6660.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow sponsored ugc" title="">DECRETO FEDERAL Nº 6.660, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008</a><a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%206.660-2008?OpenDocument">,</a> que regulamenta dispositivos da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11428.htm" target="_blank" rel="noopener nofollow ugc" title="">Lei no&nbsp;11.428, de 22 de dezembro de 2006</a>, determina que, para a supressão de vegetação, deve ser apresentado um estudo fitossociológico das área propostas para a supressão de vegetação:</p>



<p>“<em>V&nbsp;&#8211;&nbsp;inventário fitossociológico da área a ser cortada ou suprimida, com vistas a determinar o estágio de regeneração da vegetação e a indicação da fitofisionomia original, elaborado com metodologia e suficiência amostral adequadas, observados os parâmetros estabelecidos no&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11428.htm#art4%C2%A72">art. 4o, § 2o, da Lei no&nbsp;11.428, de 2006</a>, e as definições constantes das resoluções do CONAMA de que trata o&nbsp;caput&nbsp;do referido artigo</em>”</p>



<p></p>



<p>O artigo quarto da LEI 11.428 de 2006, parágrafo segundo define os parâmetros mínimos de um estudo fitossociológicos para a definição do estágio de desenvolvimento de um fragmento florestal:</p>



<p>“<em>Art. 4º A definição de vegetação primária e de vegetação secundária nos estágios avançado, médio e inicial de regeneração do Bioma Mata Atlântica, nas hipóteses de vegetação nativa localizada, será de iniciativa do Conselho Nacional do Meio Ambiente.</em></p>



<p><em>§ 1º O Conselho Nacional do Meio Ambiente terá prazo de 180 (cento e oitenta) dias para estabelecer o que dispõe o caput deste artigo, sendo que qualquer intervenção na vegetação primária ou secundária nos estágios avançado e médio de regeneração somente poderá ocorrer após atendido o disposto neste artigo.</em></p>



<p><a></a><em>§ 2º Na definição referida no caput deste artigo, serão observados os seguintes parâmetros básicos:</em></p>



<p><em>I &#8211; fisionomia;</em></p>



<p><em>II &#8211; estratos predominantes;</em></p>



<p><em>III &#8211; distribuição diamétrica e altura;</em></p>



<p><em>IV &#8211; existência, diversidade e quantidade de epífitas;</em></p>



<p><em>V &#8211; existência, diversidade e quantidade de trepadeiras;</em></p>



<p><em>VI &#8211; presença, ausência e características da serapilheira;</em></p>



<p><em>VII &#8211; sub-bosque;</em></p>



<p><em>VIII &#8211; diversidade e dominância de espécies;</em></p>



<p><em>IX &#8211; espécies vegetais indicadoras</em>.”</p>



<p>Fica a dica.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono – UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



<p><a href="http://www.humanaterra.com.br/">www.humanaterra.com.br</a></p>
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		<title>Restauração ecológica com baixo custo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 15:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Licenciamento Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciamento CETESB]]></category>
		<category><![CDATA[Nucleação]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de restauração ecológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto de restauração ecológica, em processos de licenciamento ambiental ou regularização ambiental, seja no âmbito estadual ou no âmbito municipal, é uma exigência quando há a necessidade de restauração ecológica de APP’s (Área de Preservação Permanente) e Áreas Verdes, no empreendimento a ser licenciado. A elaboração do Projeto de Restauração Ecológica deve seguir os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="pvc_clear"></div><p id="pvc_stats_95" class="pvc_stats total_only  " data-element-id="95" style=""><i class="pvc-stats-icon medium" aria-hidden="true"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" version="1.0" viewBox="0 0 502 315" preserveAspectRatio="xMidYMid meet"><g transform="translate(0,332) scale(0.1,-0.1)" fill="" stroke="none"><path d="M2394 3279 l-29 -30 -3 -207 c-2 -182 0 -211 15 -242 39 -76 157 -76 196 0 15 31 17 60 15 243 l-3 209 -33 29 c-26 23 -41 29 -80 29 -41 0 -53 -5 -78 -31z"/><path d="M3085 3251 c-45 -19 -58 -50 -96 -229 -47 -217 -49 -260 -13 -295 52 -53 146 -42 177 20 16 31 87 366 87 410 0 70 -86 122 -155 94z"/><path d="M1751 3234 c-13 -9 -29 -31 -37 -50 -12 -29 -10 -49 21 -204 19 -94 39 -189 45 -210 14 -50 54 -80 110 -80 34 0 48 6 76 34 21 21 34 44 34 59 0 14 -18 113 -40 219 -37 178 -43 195 -70 221 -36 32 -101 37 -139 11z"/><path d="M1163 3073 c-36 -7 -73 -59 -73 -102 0 -56 133 -378 171 -413 34 -32 83 -37 129 -13 70 36 67 87 -16 290 -86 209 -89 214 -129 231 -35 14 -42 15 -82 7z"/><path d="M3689 3066 c-15 -9 -33 -30 -42 -48 -48 -103 -147 -355 -147 -375 0 -98 131 -148 192 -74 13 15 57 108 97 206 80 196 84 226 37 273 -30 30 -99 39 -137 18z"/><path d="M583 2784 c-38 -19 -67 -74 -58 -113 9 -42 211 -354 242 -373 16 -10 45 -18 66 -18 51 0 107 52 107 100 0 39 -1 41 -124 234 -80 126 -108 162 -133 173 -41 17 -61 16 -100 -3z"/><path d="M4250 2784 c-14 -9 -74 -91 -133 -183 -95 -150 -107 -173 -107 -213 0 -55 33 -94 87 -104 67 -13 90 8 211 198 130 202 137 225 78 284 -27 27 -42 34 -72 34 -22 0 -50 -8 -64 -16z"/><path d="M2275 2693 c-553 -48 -1095 -270 -1585 -649 -135 -104 -459 -423 -483 -476 -23 -49 -22 -139 2 -186 73 -142 361 -457 571 -626 285 -228 642 -407 990 -497 242 -63 336 -73 660 -74 310 0 370 5 595 52 535 111 1045 392 1455 803 122 121 250 273 275 326 19 41 19 137 0 174 -41 79 -309 363 -465 492 -447 370 -946 591 -1479 653 -113 14 -422 18 -536 8z m395 -428 c171 -34 330 -124 456 -258 112 -119 167 -219 211 -378 27 -96 24 -300 -5 -401 -72 -255 -236 -447 -474 -557 -132 -62 -201 -76 -368 -76 -167 0 -236 14 -368 76 -213 98 -373 271 -451 485 -162 444 86 934 547 1084 153 49 292 57 452 25z m909 -232 c222 -123 408 -262 593 -441 76 -74 138 -139 138 -144 0 -16 -233 -242 -330 -319 -155 -123 -309 -223 -461 -299 l-81 -41 32 46 c18 26 49 83 70 128 143 306 141 649 -6 957 -25 52 -61 116 -79 142 l-34 47 45 -20 c26 -10 76 -36 113 -56z m-2057 25 c-40 -58 -105 -190 -130 -263 -110 -324 -59 -707 132 -981 25 -35 42 -64 37 -64 -19 0 -241 119 -326 174 -188 122 -406 314 -532 468 l-58 71 108 103 c185 178 428 349 672 473 66 33 121 60 123 61 2 0 -10 -19 -26 -42z"/><path d="M2375 1950 c-198 -44 -350 -190 -395 -379 -18 -76 -8 -221 19 -290 114 -284 457 -406 731 -260 98 52 188 154 231 260 27 69 37 214 19 290 -38 163 -166 304 -326 360 -67 23 -215 33 -279 19z"/></g></svg></i> <img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" alt="Loading" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/plugins/page-views-count/ajax-loader-2x.gif" border=0 /></p><div class="pvc_clear"></div><div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-96" style="width:197px;height:auto" srcset="https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo-768x1024.jpeg 768w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo-225x300.jpeg 225w, https://blog.humanaterra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Restauracao-ecologica-com-baixo-custo.jpeg 960w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
</div>


<p>O projeto de restauração ecológica, em processos de licenciamento ambiental ou regularização ambiental, seja no âmbito estadual ou no âmbito municipal, é uma exigência quando há a necessidade de restauração ecológica de APP’s (Área de Preservação Permanente) e Áreas Verdes, no empreendimento a ser licenciado.</p>



<p>A elaboração do Projeto de Restauração Ecológica deve seguir os requisitos, no estado de São Paulo, de legislação específica. São elas:</p>



<p><strong><a href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamentoambiental/wp-content/uploads/sites/32/2019/05/Resolu%C3%A7%C3%A3o-SMA-n%C2%BA-32-2014.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="RESOLUÇÃO SMA Nº 32, DE 03 DE ABRIL DE 2014">RESOLUÇÃO SMA Nº 32, DE 03 DE ABRIL DE 2014</a></strong>: Estabelece as orientações, diretrizes e critérios sobre restauração ecológica no Estado de São Paulo, e dá providências correlatas;</p>



<p>e</p>



<p><strong><a href="https://smastr16.blob.core.windows.net/legislacao/2016/12/2015_1_15_Procotolo_monitoramento_restauracao_vfinal.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="">Portaria CBRN 01/2015</a></strong>: Estabelece o Protocolo de Monitoramento de Projetos de Restauração Ecológica.</p>



<p>Ambos os instrumentos legais estabelecem requisitos mínimos para os Projetos de Restauração Ecológica, entretanto cabe ao profissional responsável pela elaboração do projeto adequar as especificidades da área a ser restaurada aos instrumentos legais.</p>



<p>Em 20 anos de experiência, observo que muitos projetos de restauração seguem critérios de adubação ou preparação de solo utilizados em agricultura. </p>



<p>Diversos projetos que chegaram em minhas mãos através de cliente descreviam que as medidas iniciais da restauração eram a calagem do solo (aplicação de calcário para a redução do pH do solo) e na sequencia a adução com o adubo mineral NPK. </p>



<p>Porém, o projeto não trazia uma análise do solo, demonstrando um pH elevado ou o déficit de nitrogênio, fosforo e potássio (NPK) para demonstrar a necessidade destas aplicações.</p>



<p>A restauração ecológica NÂO É agricultura. </p>



<p>Trata-se de um plantio de espécies nativas heterogêneas, ou seja, com significativa diversidade de espécies com necessidades diferentes de nutrientes oriundos do solo.</p>



<p>Assim, para se fazer uma restauração ecológica é necessário entender como está o solo, e pensar incialmente em estratégias de restaurar a capacidade do solo de ciclar nutrientes.</p>



<p>Assim, os projetos de restauração ecológica não são padronizados. Cada local é um local, que requer uma estratégia diferente para restauração o solo.</p>



<p>Com o solo restaurado ou em restauração, este tem capacidade de receber sementes trazidas pela fauna ou pelo vento, por exemplo, e dar condições que que esta semente brote e se torne uma regenerante.</p>



<p>O projeto de restauração ecológica deve conter o entendimento de como o local objeto de estudo pode se restaurar, e a partir disso trazer estratégias de manejo que viabilizem com mais velocidade os ciclos ecológicos naturais de uma floresta.</p>



<p>Há diversas estratégias com custo baixo ao empreendedor que são aceitas pelos órgãos ambientais. Cabe ao profissional responsável pelo projeto conhecer as técnicas e a legislação.</p>



<p>Uma dessas técnicas é A NUCLEAÇÃO.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nucleação</h2>



<p>A Nucleação é a proposta de criar pequenos habitats (núcleos) dentro da área degradada de forma a induzir uma heterogeneidade ambiental, propiciando ambientes distintos no espaço e no tempo. </p>



<p>Os núcleos têm o papel de facilitar o processo de recrutamento de novas espécies dos fragmentos vizinhos, do banco de sementes local e também influenciam os novos núcleos formados ao longo do tempo. </p>



<p>Dessa forma, são criadas condições para a regeneração natural, como a chegada de espécies vegetais, animais e microrganismos e a formação de uma rede de interações entre eles. </p>



<p>A ideia da nucleação por meio da implantação dos núcleos é disparar gatilhos ecológicos no processo de regeneração natural. </p>



<p>Os núcleos são elementos capazes de formar novas populações, novos nichos de regeneração e gerar conectividade na paisagem</p>



<p>Fica a dica.</p>



<p>Para informações e orçamentos entre em contato conosco.</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex">
<p>Bióloga Blanche Sousa Levenhagen</p>



<p>Especialista em Mudanças Climáticas, Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono &#8211; UFPR</p>



<p>Mestre em Sustentabilidade na Gestão Ambiental – USFCAR</p>



<p>Doutora em Turismo em Áreas Naturais- USP</p>



<p>Fone/whats: (11) 93432 3848 / 99440 3848</p>



<p>htmeioambiente@gmail.com</p>



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